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Motorista da Secretaria de Saúde acusado de assediar psicóloga em São Félix do Araguaia diz que não tem nada a falar

Motorista da Secretaria de Saúde acusado de assediar psicóloga em São Félix do Araguaia diz que não tem nada a falar


09/06/2020

O site  Olhando a Noticia desde antes de publicar a reportagem, que denuncia o motorista da secretaria de saúde da SFA de São Felix do Araguaia por Importunação sexual contra uma psicóloga vem reiteradamente buscando falar com o denunciado.   Após várias tentativas, finalmente ele falou por poucos minutos com nossa reportagem.  Ao ser questionado das acusações,  o motorista diz que não tem nada a falar, ao ser novamente perguntado, de forma educada ele diz que não tinha nada a falar.

 

 

 

 

 

 

Aguardamos agora a conclusão das investigações, que o caso requer. Nem a prefeitura, nem a secretaria municipal municipal de saúde se manifestou sobre o caso.

Entenda o caso

Um Motorista da Secretaria Municipal de Saúde de São Félix do Araguaia, (1.200 km), está sendo acusado  um suposto crime de assédio e importunação sexual, em horário de expediente. De acordo com o relato da vítima no boletim de ocorrência (2020.122.843).

O motorista, teria feito as investidas contra a servidora que é psicóloga de carreira no município. Muito abalada emocionalmente a servidora tomou todas as providências no município.

O site “Olhando a Notícia (O.N)” entrou em contato por telefone com a Psicóloga do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), L.N.C. servidora da Prefeitura local, que confirmou o caso que envolve o servidor, relatando que o mesmo tentou forçar ela, a satisfizer os seus desejos, usando de forma violenta, sem a sua autorização. ‘Me senti muito mal’, diz servidora que denuncia o motorista por assédio sexual.

L.N.C. disse que, foi assediada e importunada sexualmente durante a entrega de medicamentos aos pacientes do CAPS pelo motorista da secretaria de saúde  várias vezes, durante o percurso o suspeito tentava tocá-la, ficava tentando alisar a sua mão, algo que lhe deixou muito assustada. Era obrigada a ouvir piadas maliciosas, além de usar termos desrespeitoso e indagações sobre a vida e prática sexual da servidora.

A psicóloga  conta que um dos motivos que levou a denunciar o crime, foi o contato dele, diário com pacientes dos CAPS inseridos nos programas de saúde da prefeitura.

Outro motivo foi o desrespeito e atrevimento perante a presença do seu filho que acompanhava em umas das entregas de medicamentos, A psicóloga conta que o motorista aproveitou da distração do filho da vitima no celular, tentou encostar a sua mão nas partes intimas, lhe deixando envergonhada e constrangida, fazendo comentários grosseiros de cunho sexual explícito”, o que lhe fez reagir irritadamente, ao ponto do filho perceber que havia algo estranho.

Após chegar em casa a psicóloga resolveu desabafar com o filho, o motivo de sua reação irritante  com o motorista. Depois de todo o desabafo ao seu filho L.N.C tomou coragem e denunciou ao Ministério Público de São Félix do Araguaia e a Polícia Judiciária Civil. “Tive muita raiva, revolta, espero que ele pague pelo que me fez”, concluiu L.N.C.

A vítima afirmou ainda que investidas do assediador, se tornou freqüentes e incisivas, por isso decidiu contar todo o caso do assédio sexual a sua chefia, onde a mesma ficou responsável a encaminhar para a secretária municipal de Saúde, Rosane de Faria Maciel.

Na ocasião, Rosane se comprometeu a tomar as devidas providências em relação ao caso, mas não houve tempo, pois Rosane deixou a secretaria no dia 1º de junho, assumindo a pasta a servidora Leônia Carolina Claudio Macedo, até o presente momento não foi aberto nenhum processo investigatório sobre o caso no âmbito administrativo.

O Poder Executivo tem como premissa fazer uma investigação administrativa sobre o caso. Uma denúncia deste porte é algo muito grave.

Ela conta ainda que não denunciou o caso à época porque temia, ao ouvir vários relatos, de que o mesmo ameaçava, em outros casos envolvia amigos e até mesmo parentes. A psicóloga resolveu denunciar o motorista para servir de alerta e que casos como esses não aconteça com outras servidoras do município.

Nossa reportagem entrou em contato com diversas vezes com o suspeito e seu telefone só desligado.

A Lei 10.224/01 introduziu o artigo 216-A no Código Penal, tipificando o assédio sexual como crime. A pena prevista é de detenção de um a dois anos, aumentada de um terço se a vítima for menor de idade. Já o assédio moral, embora não faça parte expressamente do ordenamento jurídico brasileiro, não tem sido tolerado pelo Judiciário. Mas, tanto em um caso como em outro, nem sempre é fácil provar sua ocorrência.

O site vai continuar acompanhando este caso .

 

 

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  2 comentários

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Comentário

Conheço a indole desse motorista, garanto q ele não fez isso ,pois ele sempre foi brincalhão com respeito pode te cido um mal entendido

Que vergonha heimmm... ainda bem que houve denúncias. Porém parece que a secretaria está defendendo o motorista...

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