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Polícia Civil investiga fuga em presídio; detentos serão interrogados

Polícia Civil investiga fuga em presídio; detentos serão interrogados


Fuga aconteceu no dia 3 de janeiro; 14 presos fugiram, 6 foram recapturados e um foi morto

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias que envolveram a fuga de 14 presos, considerados de alta periculosidade, da penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa (a 730 km de Cuiabá).

O delegado responsável pelo inquérito, Valmon Pereira da Silva, ouvirá os detentos que estavam na cela próxima de onde os fugitivos escaparam.

Além das oitivas foi requisitada a perícia no local, que será realizada pela Politec (Perícia Oficial de Identificação Técnica). Outras diligências necessárias ao esclarecimento do caso também estão em andamento.

Todas as linhas de investigação têm sido adotadas e não descartamos nenhuma informação

A recaptura dos três detentos fugitivos, realizada na tarde de sexta-feira (14), teve o apoio dos investigadores da Polícia Civil.

Detentos capturados e fugitivos

Até o momento, seis dois 14 detentos fugitivos foram recapturados e um morreu em confronto com as equipes da Força Tática.

Os detentos capturados foram identificados como Maycon José Cocghi, Gederlan da Silva Souza, Joab da Silva Pontres, Thiago Ferreira de Araujo, Luan Carlos Valentim de Souza e Leonardo Gabriel dos Santos.

O detento morto em confronto durante a abordagem policial foi identificado como Weste Junio Nunes Gama.

Os detentos que ainda estão foragidos são: Amarildo Roberto da Silva Junior, Cleverson Alves da Silva, Edinei Abrão Rodrigues, Euziques Matos da Silva Neto, Helio Candido Fernandes, Robson Ferreira de Souza e Thiago Vinicius Barbosa da Silva.

A fuga

Segundo a Polícia Civil, os fugitivos escavaram um túnel, de aproximadamente 30 metros, que saiu da cela 1, localizada na Ala 1 do Raio Azul, destinado a criminosos de alta periculosidade.

Para cavar o túnel no piso que tem entre 20 e 30 centímetros de espessura, os presos utilizaram instrumentos artesanais feitos a partir de materiais das grades e das paredes das celas.

“Todas as linhas de investigação têm sido adotadas e não descartamos nenhuma informação. Contudo, todas as dúvidas serão esclarecidas com a conclusão do inquérito policial”, informou o delegado Valmon.

 

 

LIZ BRUNETTO
DA REDAÇÃO

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