01/06/2014 - Ameaça de morte teria motivado aposentadoria de Joaquim Barbosa, diz chefe de gabinete do STF

“Ele chegou ao seu limite. Não aguentava mais. Cansaço físico e consciência do dever cumprido. Duro e triste o dia de hoje. Mas sinto-o aliviado pela decisão”. O desabafo é do chefe de gabinete da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), diplomata Sílvio Albuquerque Silva. Em entrevista exclusiva à coluna Tempo Presente, ele se emocionou ao falar sobre o anúncio da aposentadoria apresentado, na quinta-feira, 29, pelo presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa “Havia ameaças de morte, com telefonemas para o gabinete e a casa dele, com frases covardes como: ‘Sua hora está chegando’”, relatou o diplomata, na tentativa de explicar o inesperado gesto do presidente do Judiciário brasileiro. 

Foi inesperado, sim. Sobretudo porque o ministro podia ficar mais 10 anos no STF, já que a aposentadoria compulsória se dá aos 70. Mas Barbosa é, digamos, um especialista em surpresas – às vezes por ele causadas de forma involuntária. Assim foi quando, indicado pelo ex-presidente Lula, tornou-se o primeiro negro a chegar à mais alta corte da Justiça do país. Surpreendeu também o país, desta vez voluntariamente, em pelo menos dois episódios distintos: 1 – Quando conduziu o processo do mensalão, na qualidade de relator, sem fazer nenhuma concessão aos amigos e/ou companheiros de Lula. 2 – Quando resistiu aos fáceis apelos populares e não se filiou a partido para se candidatar a presidente da república nas eleições deste ano. Mais do que isso – e aqui não se entra no mérito de algumas discutíveis decisões -, Barbosa fez quase um milagre: com ele no STF, a maioria da população voltou (ou começou?) a acreditar que a Justiça vale para todos. Informações do portal A Tarde.

 

Da Redação

Comentários

Data: 02/06/2014

De: ROGÉRIO

Assunto: TERRORISMO DO PT.

Texto de Adriano Ceolin

Ameaça de morte, até onde se sabe, não está prevista na cartilha oficial que regulamenta o comportamento da militância virtual do PT. Constranger e difamar adversários e aqueles que são considerados inimigos do partido, porém, é uma missão. Em abril passado, o ministro Joaquim Barbosa caminhava em direção ao seu carro numa rua em Brasília.

Ele foi abordado na saída de um restaurante e começou a ouvir insultos, xingamentos e palavras de ordem. A cena, como manda a cartilha, foi registrada pelo celular do petista Rodrigo Grassi e distribuída pelas redes sociais e blogs financiados pelo partido. Barbosa não reagiu e entrou no carro sem dizer uma palavra.

Lotado como assessor no gabinete da deputada Erika Kokay (PT-DF), onde recebia um salário de 4 800 reais, o militante foi demitido. Mas nada a ver com o ataque ao ministro. Por um descuido, Grassi se autodenunciou ao postar fotos dele num show de rock. Ele estava se divertindo no Rio de Janeiro quando deveria estar trabalhando em Brasília.

Na semana passada, o petista atacou de novo. O alvo desta vez foi o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Apesar de não ter credencial para atuar como jornalista, ele entrou no Congresso e, por mais de uma hora, ficou à espreita do tucano.

Ao perceber a aproximação do senador, ligou a câmera do celular e começou a interpretar o papel de um jornalista. Primeiro, questionou sobre a importância das CPIs. Aloysio Nunes respondeu com paciência. Depois, afirmou que o PSDB, em São Paulo, “enterrou setenta CPIs”.

O parlamentar começou a responder, mas foi interrompido: “E o suposto envolvimento do senhor?”, provocou. O tucano reagiu, xingou pesado e chamou o petista de “cafajeste”. Rodrigo Grassi acabou detido pela polícia do Senado ao jogar uma garrafa de plástico na direção do senador.

Data: 02/06/2014

De: ROGÉRIO

Assunto: PTRALHAS -

Desde que o julgamento do mensalão foi concluído, em novembro do ano passado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tornou-se alvo de uma série de constrangimentos orquestrados por seguidores dos petistas condenados por envolvimento no maior escândalo de corrupção da história.

A chamada “militância virtual” do PT, treinada pela falconaria do partido para perseguir e difamar desafetos políticos do petismo na internet, caçou Barbosa de forma implacável. O presidente do Supremo sofreu toda sorte de canalhice virtual e foi até perseguido e hostilizado por patetas fantasiados de revolucionários nas ruas de Brasília.

Os ataques anônimos da patrulha virtual petista, porém, não chegavam a preocupar Barbosa até que atingiram um nível inaceitável. Da hostilidade recorrente, o jogo sujo evoluiu para uma onda de atos criminosos, incluindo ameaças de morte e virulentos ataques racistas.

Os mais graves surgiram quando Joaquim Barbosa decretou a prisão dos mensaleiros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Disparadas por perfis apócrifos de simpatizantes petistas, as mensagens foram encaminhadas ao Supremo.

Em uma delas, um sujeito que usava a foto de José Dirceu em seu perfil no Facebook escreve que o ministro “morreria de câncer ou com um tiro na cabeça” e que seus algozes seriam “seus senhores do novo engenho, seu capitão do mato”. Por fim, chama Joaquim de “traidor” e vocifera: “Tirem as patas dos nossos heróis!”.

Em uma segunda mensagem, de dezembro de 2013, o recado foi ainda mais ameaçador: “Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas (…). Joaquim Barbosa deve ser morto”.

Temendo pela integridade do presidente da mais alta corte do país, a direção do STF acionou a Polícia Federal para que apurasse a origem das ameaças. Dividida em dois inquéritos, a averiguação está em curso na polícia, mas os resultados já colhidos pelos investigadores começam a revelar o que parecia evidente.

O homem que desejava atentar contra a vida do presidente do Supremo usava um computador de Natal (RN) e o codinome de Sérvolo Aimoré-Botocudo de Oliveira. Os agentes federais descobriram que o nome verdadeiro do criminoso é Sérvolo de Oliveira e Silva – um autêntico representante da militância virtual petista, mas não um militante qualquer.

Data: 02/06/2014

De: LURDES

Assunto: O cara

Que pena que pessoas honestas como senhor Barbosa acabam se desviando da política, neste caso aí é ´´ o mal que vence o bem´´, e quem perde somos todos todos nós brasileiros.

Data: 02/06/2014

De: João Spindola

Assunto: Joaquim Barbosa

Como as coisas boas passam rápido pela vida de todos nós, pena que o inverso não é verdadeiro.

Data: 02/06/2014

De: eu

Assunto: esse

Esse podia ser candidato e com sertesa seria presidente.

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