02/10/2014 - Moradora é estrangulada em Aragarças e crime pode ter sido motivado pelo uso de drogas

O delegado Ricardo Galvão já começou ouvir moradores que conheciam Klésia Assis Pain, 35 anos, que foi encontrada quarta-feira (01.10) morta por estrangulamento na rua 2 em Aragarças-GO na divisa com Mato Grosso. O corpo estava debruço com esganadura no pescoço e com a bermuda e a calcinha arriadas dando a entender que a vítima teria sido estuprada.

Essa foi a primeira impressão da Polícia Militar (PM) que foi desfeita posteriormente pelos peritos que descartaram a violência sexual e confirmaram a morte de Klésia por estrnagulamento. “Nós já estamos ouvindo moradores que conheciam a Clésia e conseguimos identificar algumas pessoas que estiveram com ela antes do crime”, explicou Galvão.

Uma das suspeitas da polícia é que Klésia foi assassinada por causa de alguma dívida com uso de drogas. “Existe essa hipótese, mas prefiro aguardar o andamento da investigçaão”, ressaltou o delegado.

A vítima Klésia era de Iporá-GO e estava há um ano morando em Aragarças. O corpo dela foi identificado oficialmente pela filha de 18 anos no final da tarde de quarta-feira.

Testemunhas disseram que na noite de terça-feira (30.09) Klésia foi vista andando pelo bairro na companhia de uma mulher loira cuja identidade a polícia já tem conhecimento.

O fato que intriga a todos e também ao delegado se Klésia foi assassinada no local onde o corpo foi encontrado e de repente foi jogada naquele lugar e pode ter sido uma ‘desova’. A roupa íntima da vítima que estava arriada pode ter sido uma tentativa de confundir a polícia acredita o delegado.

Esse é o segundo assassinato de mulher em Aragarças no intervalo de três dias. No bairro Novo Mundo, na madrugada de domingo (28.09), a dona-de-casa Marilene Rego Souza, 24 anos, foi assassinada brutalmente com 32 facadas pelo ex-marido Pedro Paulo.

O autor do crime foi preso terça-feira e disse na delegacia que matou por ‘gostar demais da vítima’. Ele conta que não aguentou ver a ex-mulher na companhia de outro homem.

 

Ronaldo Couto

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