03/02/2014 - Sindicato Rural de São José do Xingu incentiva novas atividades na região

O nordeste de Mato Grosso é a nova fronteira agrícola do Estado. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a região deve produzir cerca de 3,1 milhões de toneladas de soja na safra 2013/2014. A pecuária de leite e a heveicultura (cultivo de seringueira) também estão ganhando mais espaço. Estimular o desenvolvimento destas atividades e levar informações aos produtores rurais é uma preocupação do Sindicato Rural de São José do Xingu, que participa do Grupo Técnico de Estudo do Xingu (GTEX), criado em 2013. O grupo é formado também pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), engenheiros agrônomos, agricultores, representantes de empresas do setor agrícola e pesquisadores.

 

Segundo a presidente do Sindicato Rural de São José do Xingu, Delúbia Borges Tulha, é preciso atrair o interesse de agricultores da região, de técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos para a importância de se conhecer melhor a região e, desta forma, alcançar melhores resultados nas lavouras. “A finalidade do grupo é trocar informações e experiências ligadas à produção de grãos na região. A região do Xingu tem suas peculiaridades de clima e solo que demandam conhecimentos mais específicos. Por ser uma atividade que se desponta agora, estamos programando um ciclo de palestras e discussões ao longo do ano para troca de conhecimentos e informações”, explica Delúbia.

 

Fonte: Querência em Foco 

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