05/11/2012 - Alta Floresta será destaque no "National Geographic"

 

“Sempre compensa, já sabia que ia encontrar, não sabia o que, mas sabia que ia encontrar, e deu”. Palavras de Richard Rasmussen. Há sete meses na estrada, enfrentando dificuldades, com transporte, equipamentos, num lugar que é isolado, selvagem, cheio de vida, denso e não isento de perigos, esse é um lugar perfeito para um novo projeto, isso é o que diz o grande aventureiro Richard Rasmussen, que apesar de varias passagens pela região, o aventureiro desbrava as belezas do Rio Cristalino e se emociona com novas espécies fascinantes e exemplares da fauna brasileira.
 
Passando por alguns estados brasileiros, vindo do Acre, em Alta Floresta Richard afirma que tinha certeza que encontraria o necessário para o seu primeiro projeto para National Geographic. “Sempre compensa, a gente já sabia e eu não ia arriscar o meu primeiro projeto pra National Geographic, já vim pros lugares que eu sabia que ia conseguir fazer o trabalho. Já sabia que ia encontrar, não sabia o que, mas sabia que ia encontrar, e deu”.
 
Richard destaca que pessoas vem para esta região, olhando para cima, em busca de pássaros, e ele vem com olhos focados no chão, em busca de serpentes e pequenos répteis. A região do Cristalino será destacada na National Geographic, em um programa que fala sobre veneno. “Alta Floresta está servindo como uma base praticamente pros repteis, a gente fez uma parte no Rio São Benedito, que é pra National Geographic. E aqui no Cristalino estamos fazendo um programa com serpentes, não só com serpentes, chama-se “Venenos da Amazônia”, que trata de escorpiões, aranhas, sapos venenosos, serpentes”.
 
Quem já passou por vários países atrás de aventuras, revela que em Alta Floresta, sempre encontra novas emoções e nesta viagem, no mesmo local onde encontrou a maior serpente de sua vida, encontrou a segunda maior, esta com 5 metros e 40 centímetros, medidos a palmos.
 
Ao falar sobre a gigante sucuri, os olhos do aventureiro brilham, revelando sua paixão e sorte. “O cara que mora há 30 anos na região [se referindo ao ribeirinho] e viu dez vezes uma sucuri gigante, pra ele dez vezes é muito, mas eu venho passar uma semana aqui, e tem que ter muita sorte pra naquela semana ela aparecer. E eu tenho muita dose de sorte na nossa história”, destaca Richard.
 
Há uma semana na região, o aventureiro frisa que esta é mais compensatória viagem, que já dura sete meses, na região Richard ficará até o meado de novembro, mas voltará para casa só no próximo mês.
 
Nativa New/Eliza Gund 
Alta Floresta

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