06/05/2011 - 08h:10 Ex-mulher de Bruno quer o divórcio, diz advogado

Dayanne Souza ainda não está separada judicialmente do goleiro

A ex-mulher de Bruno, Dayanne Souza, visitou o goleiro na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, para discutir sobre o divórcio do casal, de acordo com informações do advogado dela, Francisco Simim. A mulher ainda não é separada do goleiro judicialmente. O advogado disse ainda que as visitas de Dayanne ao goleiro devem ser constantes.

A visita aconteceu pela manhã desta quinta-feira (5) e teria durado aproximadamente 30 minutos. Ela estava acompanhada do advogado e das duas filhas dela com o goleiro. Desde que Dayanne recebeu a liberdade, Bruno não via as crianças. Uma autorização foi concedida pela administração do presídio para que o goleiro recebesse visita fora do dia.

O goleiro está detido desde julho de 2010. No último dia 14 de março, a Justiça de Minas Gerais também negou o pedido de liberdade a Bruno. Os três desembargadores que analisavam o habeas-corpus impetrado pela defesa do atleta decidiram negar o recurso por unanimidade alegando que a prisão do acusado é necessária para preservar o andamento do processo e proteger as testemunhas.

Na quarta-feira (4), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais também negou o pedido de liberdade para Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno. Os desembargadores Doorgal Andrada, Herbert Carneiro e Delmival de Almeida Campos entenderam que a prisão não é ilegal.

De acordo com a assessoria de imprensa do TJ, dois desembargadores votaram contra o pedido de liberdade e um votou a favor. Sales é acusado de participar do desaparecimento e morte da ex-amante de Bruno, Eliza Samudio.

Em sua decisão, Doorgal Andrada alegou que “o fato de ter este, na fase inquisitiva, contribuído, em tese, com a Justiça, tenho que tal argumento, isoladamente, não se sustenta para justificar o desmembramento do feito”.

 

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o relator do julgamento, desembargador Doorgal Andrada, juntamente com os outros desembargadores que participaram do julgamento, alegou que existem provas de que o crime foi praticado e que existem indícios da autoria.

A Justiça declarou que é necessário manter o acusado preso a fim de preservar o andamento do processo e as testemunhas.

Parentes de Bruno Fernandes acompanharam o julgamento. Entre os presentes, estava a noiva de Bruno, a dentista Ingrid de Oliveira, de 24 anos, que visita o acusado com frequência na prisão.

 

Do R7

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