06/07/2011 – 09h:10 Presidente da sub-sede de Barra do Garças dos Investigadores da Polícia Judiciária Civil, fala sobre a legalidade da greve.

Rafael Farias, presidente da Sub-sede dos Investigadores da Polícia Judiciária Civil de Barra do Garças, esteve reunido com a categoria nesta tarde de terça feira 05/07 às 18h00min para discutir a situação da paralisação da greve. Segundo Rafael Farias, esteve na semana passada com uma comissão formada por investigadores e escrivães em Cuiabá reunido com a assessoria do governo Silval Barbosa para discutir a questão salarial. Durante a reunião não houve nenhum avanço por parte da equipe do governador, porém a categoria em assembléia geral decidiu manter a paralisação por tempo indeterminado em todo o Estado de Mato Grosso até que o governo rever a situação, cada regional está montando um esquema de greve para se adequar a sua região. Aqui em Barra do Garças fora decidido que todas as delegacias, incluindo as especializadas vão continuar fazendo os plantões normalmente e numa escala de reversamento de expedientes, atendendo apenas casos de flagrante delito, caso haja homicídios ir ao local do crime e em caso de captura de foragidos da justiça, os policiais atenderão somente nestes casos abordados anteriormente estarão amparados por lei. Rafael ao ser indagado sobre a ilegalidade da greve, respondeu ao jornal que a greve só se torna ilegal quando não se cumpre aos 30% do efetivo previsto por lei, será ilegal ainda quando há obstrução por parte de outro colega impedida o exercício da função, deteorização de patrimônio público é também ilegal, no caso de depedração de veículo oficial, no caso de esvaziar pneus das viaturas é também ato ilegal passivo de punição. Porém a greve ao cumprir as determinações previstas na Constituição Federal, se torna legalmente. A categoria respeitou o prazo legal de 72 horas antes de deflagrar a greve, avisou ainda o estado que iria deflagrar a greve por achar que houve descaso por parte do governo sobre o pedido das reivindicações da categoria. A única proposta oferecida pelo governador antes da deflagração da greve fora de 1,5%, entre os níveis que hoje seria 3% de um nível para outro da categoria, sendo uma proposta risória não aceita pelas categorias. Porém a greve será mantida por tempo indeterminada até que o governo busque soluções que venha de encontro aos anseio das categoria, enquanto isso não acontece a categoria permanecerá de greve.

 

Publicado por: Ida Aguiar

Texto e Redação: Robson Lima/Repórter Policial – O Repórter do Araguaia

Comentários

Data: 07/07/2011

De: CIDADÃO MATOGROSSENSE

Assunto: segurança

Enquanto que os empresários residem em condominios fechados nas capitais, e no interior suas casas possuem sistema de vigilância particular, a classe média e os menos favorecidos continuam sendo roubados, furtados, mau tratados pelos bandidos e pelos governantes.
Parabéns aos Investigadores e Escrivães.
Precisamos de segurança de qualidade, é preciso investir na mão-de-obra capacitada

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