07/04/2014 - Eleições não afetam secretariado em Barra; só vereadores vão concorrer

O prefeito de Barra do Garças, Roberto Farias (PSD), não terá nenhum desfalque em seu secretariado por força da lei que prevê o dia 5 de abril como prazo de desincompatibilização para os pretensos pré-candidatos às eleições. Nesta sexta (4), o secretário de Comunicação, Vander Lima, confirmou a permanência de todos os auxiliares, de primeiro e segundo escalão.

 

Desde a sua posse, em janeiro do ano passado, o social-democrata vem mantendo sua equipe quase que inalterada. Durante este período, o prefeito fez apenas duas substituições, sendo César Natal Magrini, que deixou a pasta de Obras para prestar assessoria empresarial, e Izaias Mariano, que abandonou a Administração para voltar a advogar à família de Beto, função que já exercia antes.

 

Embora seja o principal pólo político e maior colégio eleitoral da Região Leste do Estado, Barra do Garças não tem a tradição de lançar secretários do município como pré-candidatos. O último nesta condição foi o ex-deputado Joaquim David dos Santos, o Quincas, que ocupou a secretaria de Ação Social na gestão do ex-prefeito Wilmar Peres (falecido), em 1.996. Quincas, à época, obteve sucesso e se elegeu. De lá para cá ninguém mais se aventurou. “A estrutura permanece a mesma, sem nenhuma alteração. O prefeito tem seu projeto político traçado para as próximas eleições”, disse Vander.

 

Câmara

Enquanto os secretários se acomodam nos cargos, na Câmara Municipal dois nomes estão com pré-candidaturas lançadas, os vereadores Julio Cesar (PSDB), que deve concorrer à Câmara Federal e Celson Sousa (PV), que vai disputar à Assembleia.

 

Um terceiro nome, do vereador Odorico Ferreira Cardoso, o professor Kiko (PT), está sendo ‘pressionado’ pelo partido, para assumir pré-candidatura a deputado estadual e apoiar o projeto do ex-vereador por Cuiabá Lúdio Cabral ao Governo. Apesar disso, o petista não está ‘fascinado’ com esta possibilidade por ter concorrido no último pleito e ter “sofrido na pele” o desgaste de uma campanha estadual, inclusive, com denúncia de crime eleitoral não configurado pela Justiça Eleitoral.

 

Francis Amorim

 

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