08/05/2015 - Taques pode liderar fusão do PSB e PPS

Em reunião realizada com a bancada do PDT no Senado, o governador Pedro Taques manteve sua posição de que pode deixar os quadros do partido. Taques teria assinalado ainda que sua permanência na sigla também dependeria de eventual decisão do PDT de se desvincular da base aliada da presidente Dilma Rousseff (PDT).

 

No encontro, ele deixou claro seu descontentamento com a legenda. Participaram da reunião os senadores Acir Gurgacz (PDT-RO), Lasier Martins (PDT-RS) e José Reguffe (PDT-DF).

 

Explicou aos parlamentares sua disposição em deixar a legenda pedetista. O descontentamento do governador de Mato Grosso está ligado ao fato do partido continuar na base de sustentação da presidente Dilma Rousseff (PT).

 

Além disso, o PDT ainda ocupa vaga no primeiro escalão do governo com o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias .Apesar do presidente nacional da legenda, o ex-ministro Carlos Lupi, ter dito que a sigla deve deixar a base governista, Taques disse aos senadores que nada foi feito neste sentido, até o momento. “Não vejo essa disposição da legenda, o PDT está perdendo tempo”, disparou o governador.

 

Os senadores reforçaram o pedido que já vinham fazendo para Taques não deixar a legenda. “Ainda não tenho uma posição tomada, mas rumos da economia e da forma de trabalho do governo federal geram um descontentamento”, pontuou.

 

Ele já recebeu convite para aderir a diversas legendas, entre elas o PSB do prefeito Mauro Mendes e o PSDB do deputado federal Nilson Leitão. O PSB leva certa vantagem nessa escolha.

 

Na semana passada o PSB e PPS, siglas que estão com o pedetista desde 2010, anunciaram a fusão, oferecendo alternativa para sua adesão através da janela para novos filiados.

 

 

 

Da Redação

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