08/10/2012 Suspeita de violação em uma urna eletrônica no município de Novo Santo Antonio

Moradores, Fiscais e delegados dos partidos adversários suspeitam que houve violação na urna eletrônica do setor Zé Trezentos ainda no local e durante o trajeto que pertence ao município de Novo Santo Antonio (MT)

 

A suspeita de que uma urna eletrônica do distrito do municipio de Novo Santo Antonio (MT) foi violada causando tumulto na cidade nesta segunda (8). Moradores do município, que tem 1.670 eleitores, suspeitam que a urna foi violada durante o transporte, entre o distrito do Zé Trezentos (MT) e o município de Novo Santo Antonio, onde foram levadas no dia (7) para somatória dos   votos na cidade.


Uma urna levada do setor Zé Trezentos para a cidade de Novo Santo Antonio fez com que levantasse suspeita, pois a mesma foi violada no local da votação pela justiça eleitoral onde fiscais, delegados de outros partidos e também eleitores e candidatos ficaram indignados com a situação que ali se encontraram onde coordenadores das equipes dos partidos adversários tiraram fotos das urnas violadas  levadas do distrito de Zé Trezentos para a cidade de Novo Santo Antonio fez com que a Justiça Eleitoral fossem até a cidade para averiguar a suspeita de violação.

Segundo alguns moradores do distrito que estava no local falam que a urna violada não foi acompanhada por fiscais e delegados dos partidos adversários, pois a polícia militar não deixou entrar no carro em que transportava a urna acreditam que as urna foi violada no local e durante o trajeto entre a cidade.


Segundo informações midia de resultado foi retirada no local de votação e durante o trajeto que segundo informações estava com problemas na bobina e gerou a suspeita e toda esta confusão.
 

Coordenadores das equipes Santo-antonienses suspeitam que existiu crime político e lamentou a série de acontecimentos criminosos que vem atingindo do outros candidatos contra o resultado das eleições de 2012, apontando diversos indícios de violação da urna eletrônica, tais como: manipulação indevida das urnas após sua inseminação, inseminação das urnas de reserva em separado, falta de disponibilização de programas aos fiscais. Situações semelhantes têm acontecido em outros municípios, mas os fiscais dos partidos políticos não têm dado a devida atenção, por mero descuido ou desconhecimento técnico.

A retirada indevida de um disquete que pode revelar gravíssimas irregularidades, naturalmente conduzindo o resultado de uma eleição para números diversos dos exprimidos pela vontade genuína dos eleitores.

Se realmente houve irregularidades detectadas no sistema eletrônico de votação que merecem ser investigadas a fundo, sob pena de ver-se comprometida a transparência do processo eleitoral:

Acontece que entre o término da inseminação que, em Novo Santo Antonio, deu-se em 07 de outubro a simples ligação para o exame de regular funcionamento elétrico ocorrida em cada uma das urnas disponibilizadas para as seções eleitorais daquela cidade segundo informações foi manipulada por diversas vezes, ainda no caminho, as suspeitas se deram devido uma delegada  de uma equipe não pode acompanhar a urna até o município de Novo Santo Antonio.

Segundo a Resolução do TSE, as urnas deveriam estar lacradas e salvaguardadas de toda e qualquer manipulação até o devido local.

Segundo fiscais dos partidos do município, ratificando a idéia de que houve, ao arrepio da lei, manipulação indevida da urna eletrônica e que os envolvidos procuraram ocultá-la utilizando, como no exemplo dado, o trajeto até o município para os fins planeados o que pode naturalmente ter possibilitado a troca de dados e programas.

Um morador disse “surpreso e espantado” com a violação das urnas durante o trajeto. “Se o processo eleitoral apresenta uma fragilidade, abre a possibilidade para ocorrerem fraudes que podem pôr em risco todo o processo eleitoral”, avaliou.

Segundo a legislação de regência, as urnas eletrônicas, após a inseminação, só poderiam ser manuseadas no momento de sua instalação (art. 35, da Res/TSE 20.997, de 26.02.02).

 

O sufrágio eletrônico é confiável?

O Brasil foi o primeiro país do mundo a ter informatizado todo o seu procedimento de votação para escolha de candidatos a cargos eletivos. Isto teve início em 1996, com a criação da urna eletrônica. Foi implantada gradativamente a informatização do processo de inscrição, votação e apuração. Este empreendimento atingiu 100% dos municípios no pleito de 2000.

 

Não podemos negar que esse sistema de votação tem suas vantagens e desvantagens, ou melhor, os prós e contras. Como está sendo aplicado atualmente, ele seria perfeito se fosse operado num país sem relato histórico de corrupção eleitoral e por pessoas com história pregressa imaculada e honrada, de idoneidade moral ilibada o que não é o nosso caso.

 

As vantagens, que passaríamos a chamar de conveniências para a Justiça Eleitoral, seriam de cunho meramente econômico e burocrático. Primeiramente é eliminado todo um gasto pré, per e pós-eleitoral qual seja com material gráfico, organização do pleito, escrutínio pós-eleitoral e outros. Além do tempo de apuração que minguaria sobremaneira. Afora isso se vislumbra outros benefícios como a eliminação das fraudes que ocorriam com as cédulas. Os votos em branco eram desviados, urnas que eram recheadas de cédulas falsas e cédulas que já vinham pré-votadas, além das manipulações dos dados durante o processo de apuração.

 

As desvantagens pairam sobre as possíveis manobras sofisticadas com o intuito de modificar o resultado da eleição. Sem sombra de dúvida, vários fatores colaboram para que haja suspeita de fraude sobre o processo de votação por meio da urna eletrônica na forma em que ele é conduzido hoje no Brasil. Muitas são as maneiras de trapacear este modelo de votação. No entanto abordaremos apenas as que são inerentes ao uso da urna propriamente dita.

 

Em uma primeira conjectura aventaremos sobre os programas usados nas urnas eletrônicas. Estes poderão ser manipulados de maneira que se introduza algum vício. Por exemplo, ao votar o eleitor vê na tela da urna o nome e o número do candidato, e depois confirma. Mas um programa poderá ser inserido na própria urna fazendo com que o voto guardado na memória da urna seja diferente daquele que foi visto na tela. Ainda por cima este programa de desvio de votos pode ser programado para se autodestruir, sem deixar vestígios, tornando em vão qualquer verificação posterior nos programas da urna.

 

Numa segunda abordagem mostraremos que as urnas eletrônicas, sem um comprovante impresso do voto auferido e conferido pelo próprio eleitor, não permitem fidelidade ao real resultado da votação. Caso algum partido político, por determinado motivo como um saldo eleitoral completamente diferente das pesquisas pré-eleitorais, venha a pôr em dúvida o resultado da eleição, é tecnicamente impossível fazer uma recontagem dos votos.

 

Segundo o programador Dr. Amílcar Brunazo Filho, engenheiro, declarou: “Assim, quem tem acesso ao cadastro pode inserir eleitores fantasmas; os mesários podem inserir, nas urnas, votos de eleitores ausentes; quem tem acesso aos programas-fonte, pode adulterá-los para desviar votos em todo um estado. E, se o acesso for a apenas algumas urnas, pode-se tentar modificar seus programas e burlar suas defesas...”. Por que não adotar o sistema de comprovante eletrônico?

 

Em algumas eleições pós-urna eletrônica foram levantadas suspeitas de fraudes. A eleição presidencial de 2002, a eleição para governador em 2002 no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul, e em 2006 no estado de Alagoas, Nesta última foi confirmado, por perícia, erros nos programas.

 

 

Vanessa Lima/O Repórter do Araguaia

 

 

Comentários

Data: 14/11/2012

De: Aparício Fernando

Assunto: Fraude em Urnas Eletrônicas

Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade dessas urnas. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

Data: 16/10/2012

De: Vanessa Lima

Assunto: Professora Adriana

Essa jovem, doravante chamado pelo pronome da primeira pessoa do singular (“eu”) tenho que um site. “O Repórter do Araguaia” no ano de 2011 deu seus primeiros passos.
Das matérias surgiram os comentários dos internautas. Alguns dos típicos brasileiros, aqueles que não sabem usar sua liberdade, e começam a fazer comentários impróprios pelos mais variados motivos. Não posso mais permitir que esses comentários sejam publicados e muito menos responder mesmo de forma civilizada.
O Repórter do Araguaia, agora já no seu definitivo formato portal, e continua recebendo comentários cada dia com maior freqüência. Mas eu ainda acredito na liberdade. Resolvi relatar nesse texto o motivo porque iremos vetar todos comentários que conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros.
Sempre veto os comentários de forma mais ativa. Chego até a me manifestar sobre alguns comentários sobre minha pessoa mas resolvi não responder esse tipo de comentários apenas deletar quando comentários dessa natureza for postada no site, e outras não deletar apenas serão editados sem, é claro, mudar a opinião apresentada pela pessoa.
Algumas matérias, como essa e essa exigem uma moderação maior e terão algumas coisas apagadas, mas ninguém é mané o suficiente para ficar insistindo a ponto de ser bloqueado. Até o caso que me inspirou a escrever este texto. Que inclusive foi causado por alguém que já tinha criado problemas antes, insistindo em comentários que foram deletados e com quem eu até já tinha trocado e-mails sobre o assunto.
Não vou ficar contando o que aconteceu aqui, até porque não é importante. O fato é que todos os outros números dessa coluna são opinativos. Este não será. Considere este um texto informativo, que mostra os fatos dos bastidores da administração do site O Repórter do Araguaia de jornalismo parcial reflexivo do mundo. E neste caso, se você discorda da nossa atitude, sinto muito, mas é assim que as coisas vão funcionar e tenho certeza que, se você estivesse no meu lugar, agiria da mesma forma. É bem simples e óbvio. O Repórter do Araguaia não é um país e, conseqüentemente, não é uma democracia. É um site privado, com interesses privados, feitos por pessoas físicas, que têm vidas, sentimentos e opiniões. Não é um monstro, um inimigo ou algo a ser combatido, como algumas pessoas parecem pensar. Aqui, todo mundo tem direito a opinar, mas com moderação. Ou você deixa todo mundo entrar na sua casa e fazer o que quiser?
Para começar não queremos correr o risco de certos comentários maldosos que podem acabar prejudicando algumas pessoas inocentes. Por causa disso, se qualquer coisa que alguém falar por aqui tiver a menor possibilidade de gerar processo para nós, vai ser deletado. Além disso, se alguém ficar saindo do tópico em discussão, ficar criticando o autor, o site ou mesmo as regras e a nossa forma de funcionamento, não temos motivo para publicar, certo?
O espaço para comentários é para debater e comentar sobre o assunto do texto. Críticas ao autor, à forma de redação do cara ou ao site devem ser feitas por e-mail e nesse caso serão bem melhor recebidas e analisadas de forma mais tranqüila. Pense que seu chefe vai dar uma bronca em você por alguma atitude sua. Você prefere que ele faça isso em público, na frente de todo mundo, ou que lhe chame para a sala dele para conversar? Dadas as devidas proporções, é assim que deve ser entre público/jornalista também. Principalmente se os jornalistas em questão forem tão abertos ao contato com o público como os do O Repórter do Araguaia.
Outra coisa: O Repórter do Araguaia não é um espaço público onde você pode falar a besteira que quiser e xingar quem quiser. Isso também já foi explicado no site. Aqui é nossa casa, você é nosso convidado e deve se comportar como tal. Assim como você não vai à casa de alguém e desrespeita o anfitrião, também não pode fazê-lo aqui. Simples assim.
Pense comigo: se você escrever para um veículo de comunicação e começar a falar mal de mim ou de qualquer outra pessoa da equipe (ou mesmo de outra pessoa qualquer), você SABE que vai ser processado, certo? Certo! Então por que vamos publicar um ataque a nós mesmos aqui? Isso seria ridículo. Não confunda, eu não apago opiniões diferentes da minha, desde que sejam expressas de forma cordial e amigável, mas se o cara falar mal do site ou falar qualquer coisa que possa nos prejudicar, vai ser obviamente cortado.
Continuando na mesma linha de raciocínio, O Repórter do Araguaia sabe que colaboração do público é muito bem-vinda. Mas é óbvio que eu não coloco aqui tudo que eu recebo. Esse material é avaliado de acordo com alguns critérios, dos quais os principais são a qualidade de redação e o interesse que o assunto geraria no público-alvo. No caso de algo ser reprovado, até hoje nunca aconteceu de alguém ficar bravo ou me chamar de incompetente. Na pior das hipóteses, posso me desanimar e não escrever mais. Contudo, se eu reprovo um comentário, sai de baixo! “A Vanessa está do lado de Fulano” e “Ela não pode opinar!” são as coisas mais comuns que o povo fala argumentos típicos daqueles que habitam as faculdades de comunicação e ciências sociais do Brasil e que só demonstram a própria ignorância.
Eu acredito piamente que só deve ter acesso à liberdade aqueles que sabem utilizá-la. Se você vive em sociedade, você dá ao Estado o poder de tirar algumas das suas liberdades pessoais pela proteção dada em troca. Isso também já foi falado aqui. Se o brasileiro, por exemplo, não tem o bom senso de não atender o celular quando isso pode atrapalhar outras pessoas, deve existir uma lei que o impeça de fazer isso. Não acho que alguém seria tão idiota em atender celular no cinema se com isso arriscasse uma multa de 500 reais, por exemplo. Nas atuais condições do Brasil, não vejo outra forma de resolver esses problemas comportamentais.
Outra coisa que esse povo costuma deduzir quando tem um comentário apagado é que nós ficamos sem resposta ou somos incapazes de contra-argumentar. Isso é daquelas frases que viram piada dentro da redação O Repórter do Araguaia. Qualquer pessoa que já leu pelo menos uns três textos de Vanessa Lima sabe da minha capacidade argumentativa. Isso, contudo, não quer dizer que sou obrigada a ficar contra-argumentando com todo mundo que fizer um comentário, sobretudo se o cara atacar o site ou o autor a nível pessoal. Principalmente porque brasileiro é aquela coisa chata: não desiste nunca. E dificilmente o povo sabe quando parar e costumam ficar insistindo até virar piada ou até a gente parar de responder para poder fazer outras coisas.
Como o espaço para comentários não é para ser monopolizado por duas ou três pessoas, é bem mais viável do ponto de vista da administração do site deletar logo e não deixar o negócio se estender. Afinal, quem quiser ter longos debates com o autor de um texto do O Repórter do Araguaia, sempre pode mandar um e-mail e até encorajamos essa prática. Muitos debates realmente legais foram feitos assim.
Voltando à vaca fria, o fato é que terminei este texto com a seguinte frase: “Agora todo o conteúdo terá um cuidado especial!”. No caso, me refiro às pressões mercadológicas, mas isso também pode ser aplicado ao público. Do ponto de vista legal, comentários do público entram como conteúdo do site. Portanto, se a gente não quiser colocar algo que denigre a imagem de alguém, será sim deletado e não estou apoiando ninguém até porque faço um trabalho profissional em uma região que amo e respeito muito e onde a imprensa não existia da maneira que hoje existe sem puxar saco de ninguém, mas sim respeitando o ser humano e divulgando o Araguaia mundialmente os fatos e verdades que o mundo até então tinha dificuldades em noticiar. E digo isso no plural porque, se qualquer pessoa que escreveu para O Repórter do Araguaia até hoje se incomodar com algo dito pelo público em uma de suas matérias e quiser que eu delete o comentário, é só falar comigo. Afinal, a pessoa está colaborando com o site e não tem que passar por constrangimentos ou humilhações. Além disso, é meu direito negar a publicação de qualquer coisa. Afinal, o site é administrado pela Ida Aguiar, mas mantido por mim, não por dinheiro público. Pelo menos até hoje nunca aconteceu de um internauta fazer uma doação na minha conta bancária. E o pouco de grana que entra é através de comissões de venda ou de outras formas de rentabilização de sites. Da mesma forma que uma loja pode “se recusar a atender pessoas sem camisa”, a gente pode “se recusar a publicar qualquer comentário”.

Voltando à “liberdade para aqueles que sabem utilizá-la”, aqui você tem toda a liberdade de fazer seus comentários de acordo com a educação e o bom senso. Mas se você abusar dessa hospitalidade, o comentário será deletado. Se isso acontecer, paciência. Antes eu ainda sugeria que a pessoa mandasse um e-mail para mim se quisesse saber o motivo, mas hoje o que recomendo é aceitar tendo em mente tudo que foi dito aqui e paciência. Se você realmente acha que não falou nada de mais, sempre pode mandar um e-mail perguntando o motivo eu irei responder. Mas não se preocupe, até hoje nunca aconteceu de alguém ter o IP bloqueado só por causa de um único comentário. E nesse ponto, eu serei completamente inflexível. Se eu deletar um comentário e o cara fizer outro igual ou colocar outro exigindo explicações, será bloqueado de vez!
Entendo que isso possa parecer radical, mas é necessário. Se você não aceita essas regras, tudo bem, você tem esse direito. Nesse caso, não comente. Se você optar por comentar, tem que aceitar as regras, assim como acontece com basicamente qualquer coisa da vida em sociedade. Isso não significa que você não possa apresentar sua opinião – novamente, nosso site estará à disposição.
Eu não PRECISO justificar, mas eu QUERO justificar. Eu simplesmente gosto de abrir o jogo com você e assim permitir que o público tenha um contato maior com O Repórter do Araguaia e uma idéia de como funcionam os bastidores de um veículo de comunicação. Sem falar que acredito que essa minha atitude contribui para que O Repórter do Araguaia seja um site de maior transparência, o que é importantíssimo considerando nossa linha editorial. É o que sempre digo: você pode não concordar com o que dizemos, mas acredita que essa é nossa opinião, livre de influências externas. Prova do meu respeito pelos internautas é justamente o fato de eu me dar o trabalho de escrever um texto justificando essas regras. Sei que a maior parte dos editores de veículos vão ler isso aqui e concordar com tudo, mas só O Repórter do Araguaia se importa o suficiente com o público para abrir o jogo completamente. Aliás isso é mais do que o nosso governo faz, por exemplo. E esse sim, deve justificativas ao povo.
O fato é que a maior parte de vocês, internautas dedicados, aos quais eu gosto de me referir como “amigos”, Eu QUERO que vocês saibam. E que entendam o raciocínio e o “outro lado”, para não sair por aí dizendo que estou a favor ou contra alguém “sou uma profissional” que luta pelo desenvolvimento da região do Araguaia”.

A liberdade é para aqueles que sabem utilizá-la. Muitas pessoas historicamente não sabem usar essa liberdade, tenho orgulho de dizer que as imensas maiorias dos internautas sabem.
De qualquer forma, esses poucos que não sabem usar sua liberdade afetaram o site de alguma forma. Se continuar os comentários da forma que está, iremos fazer umas mudanças para que os comentários só apareçam depois de aprovados, o que já facilitaria muito meu trabalho. E, pela minha experiência, percebo que o público fica mais bravo se o comentário é publicado e depois deletado do que se ele nunca tivesse sido publicado. De novo, isso não faz sentido para mim, acho até essa segunda forma pior, pois denota que a gente já imagina que você não vai saber usar sua liberdade desde o início. Contudo, essa atitude do povo é mais um motivo para implantar no sistema a “censura prévia”.
A minha opinião sobre isso é que eu não gostaria de impedir que as pessoas façam comentários livres. Acredito que isso é positivo para todas as partes. O público ganha um espaço para se manifestar e opinar sem depender de e-mail e é bom para nós, jornalistas, ter esse tipo de resposta imediata dos internautas, mesmo que muitas vezes isso seja feito de forma tosca e ignorante.
Existem pessoas que aparentemente gostam do site e, por causa de um comentário apagado, do nada se declaram inimigos de toda a equipe e dizem que nunca mais vão acessar. E aposto que reclamam para todos seus amigos de ideologias afins. Sinceramente, isso é algo além da minha compreensão. Se você gosta do conteúdo, que diferença faz se um comentário foi apagado ou não? Isso não é um fórum ou um chat, é um site de conteúdo. Você entra para ler, e opinar é assim que deveria encarar. Esse tipo de atitude passional é tipicamente brasileira. Não tem lógica nenhuma, mas o cara vê o caso de um comentário apagado como uma declaração de guerra da nossa parte ou algo do tipo. Ninguém do O Repórter do Araguaia é inimigo do público, muito pelo contrário. Não dá para entender porque algumas pessoas tendem a encarar assim.
O pior é que não dá para negar que, dadas as circunstâncias, O Repórter do Araguaia é talvez o site que tem maior contato com o público do Araguaia e que dá maior liberdade para vocês. Qualquer internauta pode opinar ou nos mandar e-mail (nós fazemos o possível para responder todos), estamos sempre preocupando com nossa região a maior parte dos comentários são muito bem-vindos, sem falar que, desde que você tenha um mínimo domínio de português, pode mandar textos para publicação sobre virtualmente qualquer assunto, até mesmo contradizendo uma opinião de alguém da equipe, como já aconteceu. Inclusive, muitos internautas vêm a se tornar membros da equipe ou mesmo nossos amigos pessoais.
De qualquer forma, agora que você chegou até aqui, conseguiu desvendar O Mistérios dos Comentários Deletados. Essas são as regras e é necessário que você as aceite se quiser participar na parte de comentários.
O que me inspirou a escrever este texto foi comentários que envolve nomes de pessoas sem razão nenhuma e sem a pessoa ter nada haver com a matéria a ser comentada.
Contudo, devo dizer que fiquei bem orgulhosa dos internautas, que souberam comentar e apresentar suas opiniões como pessoas civilizadas. Espero não ter que fazer a mudança e que não preciso mais deletar nenhum comentário isso me deixará bem feliz pelo O Repórter do Araguaia ter um público fiel tão civilizado e inteligente.

Data: 12/10/2012

De: maria

Assunto: QUE HORROR

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Data: 12/10/2012

De: realidade

Assunto: santo antonio

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Data: 11/10/2012

De: Eleitor N.S.A.

Assunto: Olha a responsabilidade.

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Data: 10/10/2012

De: convocação

Assunto: secretarios

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Data: 11/10/2012

De: kkkkkk

Assunto: Re:secretarios

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Data: 11/10/2012

De: Eleitor N.S.A.

Assunto: Re:Re:secretarios

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Data: 12/10/2012

De: REALMENTE

Assunto: Re:Re:Re:secretarios

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Data: 11/10/2012

De: com certeza

Assunto: Re:secretarios

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