09/02/2012 Assassinos do Prefeito “Quatro Olho” tem pedido de habeas corpus concedido pela justiça

 

Os dois devem responder o crime em liberdade

A dupla Alexandre Silveira Barbosa e Luciano Cavalcante do Nascimento que são acusados de serem os executores do assassinado do prefeito de Novo Santo Antônio, Valdemir Antônio da Silva mais conhecido como “Quatro Olho “ no dia 23 de Julho do ano passado vão responder o  processo em liberdade.

Os dois eram os únicos que permaneciam presos, acusados da morte de “Quatro Olho”, o pedido de habeas corpus foi concedido hoje 08/02 pelo Desembargador Luiz Ferreira da Silva.

Alexandre Silveira Barbosa, 35, o “Magrão ou Andróide”, foi preso na cidade de Nova Xavantina, e Luciano Cavalcante Nascimento Vieira, 31 anos, o “Batata”, em de Bom Jesus do Araguaia, ambos no dia 8 de agosto.

Os dois teriam confessado em depoimento que foram os autores do assassinato.

A dupla foi liberados pela Justiça um dia após os prefeitos do Norte Araguaia emitirem uma nota  repudiando a atitude da Justiça que também concedeu liberdade aos principais suspeitos de serem os mandantes do crime que chocou o Norte Araguaia.

 O Crime

 O prefeito foi assassinato a tiros no dia 23 de julho, em sua residência. Os dois executores chegaram à pé na casa da vítima e atiraram três vezes no prefeito. “Os tiros foram desferidos a curta distância, basicamente a queima roupa”, disse o delegado Wilyney.

 Na casa estavam os dois filhos do prefeito e uma cunhada. No momento da execução, o filho do prefeito estava atrás do pai e ainda chegou a ver o braço do criminoso com o revólver apontado para seu pai. Por sorte não foi atingido porque conseguiu esconder atrás de uma caixa de som e depois correu para o banheiro.


Com informações do Agência da Notícia


Fonte: Redação

 

Comentários

Data: 06/08/2012

De: MARIA DIVINA DA SILVA

Assunto: O QUE ISSO TEM À VER COM O PROCESSO CONTRA O DR NAGIB

?????ISSO È COISA DE GENTE DESOCUPADA!QUE ESTÀ TENTANDO PREJUDICAR :AS PESSOAS QUE NÂO TEM NADA À VER COM ISSO:E NEM COM O PROCESSO CONTRA O DR NAGIB:ISSO È COISA DE ADVERSÀRIOS DE POLITICA!!QUE NÂO SABEM TRABALHAR HONESTAMENTE!!COSTUMAN JOGAR SUJO!FAÇA UMA POLITICA LIMPA!!QUE È COISA QUE VCS NÂO SABEM!!

Data: 03/05/2012

De: Justiça Injusta

Assunto: Morte sem punição


Eu não quero aqui lamentar ou reclamar da Lei Brasileira, agora ninguém é besta para não entender tudo o que aconteceu e está acontecendo em Novo Santo Antonio, os Bandidos continuam se achando os poderosos isso é preocupante, agora essa justiça de mato grosso serve pra que?

Data: 24/02/2012

De: Desacreditado

Assunto: Vergonhoça Justiça Matogrossense


Até os cachorros sabe quem está bancando, mantendo, pagando advogados para a quadilha que instalou em Novo Santo Antonio, e que matou o 4 olho, mais logo, muito brevemente, a mina se esgotará, eles a quadrilha, já estão começando a se desentender, logo, logo vai ter morte entre eles, aguardem.

Data: 22/02/2012

De: MAIS DE 1 MILHÃO DE PREJUÍZO

Assunto: AOS COFRES DE LUCIARA-MT, FALTA VERIFICAR O DE SANFA

QUE DEVE PASSAR DESSE VALOR E MUITO. PORÉM A CÂMARA MUNICIPAL DE SANFA FAZ UM GRANDE TRABALHO. ABAFA TUDO!

Veja uma boa opção de divulgar: Numeração Única: 54-88.2007.811.0017 Código: 13229 Número/Ano: 18 / 2007


Um escândalo nas licitações do Município de Luciara - MT, mas em administrações passadas, porém o processo continua. Dados do processo é esse acima



Decisão Interlocutória
Vistos,





O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO, por intermédio do ilustre Promotor de Justiça, propôs Ação Declaratória de Improbidade Administrativa c.c. Pedido de Liminar de Indisponibilidade de Bens, em face de NAGIB ELIAS QUEDI, FAUSTO AQUINO AZAMBUJA FILHO, JOEMY SILVA LUZ, MAURÍLIO AIRES COSTA e BATISTELLO & BATISTELLO LTDA -ME, com fundamento no disposto nos artigos 127 e ss e artigo 37, caput, inciso II e § 4º, todos da Constituição Federal, e, artigos. 9º, 10, 11, 12 e 17, caput, da Lei nº 8.429/92, Lei nº 7.347/85 e artigo 282 do Código de Processo Civil.



Aduz o Autor, em resumo, que foi encaminhado pela Câmara Municipal de Luciara/MT, relatório final proveniente de Comissão Parlamentar de Inquérito, bem como a instauração de Inquérito Civil nº 009/2006 apurando-se diversas irregularidades praticadas pelos requeridos.



Afirma que, na intenção de adquirir equipamentos e materiais permanentes ao funcionamento do Hospital de Luciara-MT, abriu-se processo licitatório sem, contudo, observar os requisitos acautelatórios legais mínimos para realização do mesmo, o que acarretou sérios prejuízos a municipalidade. Que o Gestor Público agiu com desídia, imprudência ao homologar o processo e adjudicar o objeto contratado, pois a empresa contratada deixou de comprovar sua idoneidade econômica financeira. Que os objetos adquiridos embora já pagos não foram entregues pela empresa vencedora da licitação.



Fundamentou o pedido em dispositivos legais e constitucionais, colacionando diversos julgados, bem como apresentou extensa argumentação acerca da presença dos requisitos do fumus boni iuris e periculum in mora, e, por fim, requereu a concessão de liminares ensejando a decretação da indisponibilidade dos bens dos Requeridos, e ainda o bloqueio de qualquer importância encontrada em conta bancária em nome dos requeridos.



É A SÍNTESE QUE SE FAZ NECESSÁRIO. DECIDO.



Passo a analisar o pedido liminar de indisponibilidade de bens.



No caso especifico das medidas liminares, mister é para sua procedência a presença dos pressupostos autorizadores de sua efetivação, quais sejam: “periculum in mora” e “fumus boni juris”, que devem estar aparentemente consubstanciados.



A fumaça do bom direito consiste na plausibilidade do direito alegado, consubstanciado na idoneidade das provas colhidas, gravidade dos atos, e a sua conseqüente possibilidade de condenação.



Já o “periculum in mora”, ou seja, o perigo de dano frente a uma situação periclitante, para se caracterizar, deve o dano ser provável, não basta à possibilidade, a eventualidade. A probabilidade é o que, de regra, se consegue alcançar na previsão, não é um estado de consciência vago, indeciso, entre afirmar e negar, indiferentemente; caminha na direção da certeza. O perigo de dano refere-se, portanto, ao interesse processual em obter uma justa composição do litígio, o que não poderá ser alcançado caso se concretize o dano temido.



No que pertine a concessão das medidas liminares, reporto-me na doutrina de Antônio Cintra, Ada Pellegrini e Cândido Dinamarco; como também nas lições do saudoso jurista e magistrado Hely Lopes Meirelles e em acordão do Supremo Tribunal Federal, que agora transcrevo:



“Assim, a garantia cautelar surge, como que posta a serviço de ulterior atividade jurisdicional, que deverá restabelecer, definitivamente, a observância do direito: destinada não tanto a fazer justiça, como a dar tempo que a justiça seja feita.” (in Antônio Cintra, Ada Pellegrini e Cândido Dinamarco,Teoria Geral do Processo, 13ª ed., Malheiros, 1997, pág.321).



Ensina Hely Lopes Meirelles: (in. Mandado de Segurança, 18ª ed., Malheiros, 1997, pág. 69).



“A medida liminar é provimento cautelar admitido pela própria lei de mandado de segurança quanto sejam relevantes os fundamentos da impetração e do ato impugnado puder resultar a ineficácia da ordem judicial, se concedida a final (art. 7°, II). Para a concessão da liminar devem concorrer os dois requisitos legais, ou seja, a relevância dos motivos em que se assenta o pedido na inicial e a possibilidade da ocorrência de lesão irreparável ao direito do impetrante se vier a ser reconhecido na decisão de mérito - fumus boni juris e periculum in mora.”



E prossegue:



“A liminar não é uma liberalidade da Justiça; é medida acauteladora do direito do impetrante, que não pode ser negada quando ocorrem seus pressupostos como, também não deve ser concedida quando ausentes os requisitos de sua admissibilidade”.



Já nas cortes superiores encontra-se assentado que:



“Art.7°.30. Os dois requisitos previstos no inciso II (fumus boni juris e possibilidade de lesão irreparável ou de difícil reparação) são essenciais para que possa ser concedida a medida liminar.” (STF-Pleno: RTJ 91/67). Neste sentido: RTJ 112/140). (in CPC e legislação processual em vigor, Theotonio Negrão, 30ª ed., Saraiva, 1999, pág. 1521).



Portanto, caberá ao juiz, mas não discricionariamente, conceder ou negar a liminar. Porém, ao fazer a análise do caso concreto e subsumi-la ao contexto sistemático da lei, verificar se estão ou não presentes os pressupostos da concessão.



Cumpre-me asseverar que tanto a Lei de Ação Civil Pública quanto a Lei de Improbidade Administrativa prevêem a possibilidade de concessão de liminar com a finalidade de impedir a disposição de bens por parte do agente público investigado, visando o ressarcimento integral dos danos apurados, caso tenha presente fundados indícios de responsabilidade (art. 16 da Lei de Improbidade Administrativa e art. 12 da Lei de Ação Civil Pública).



Anote-se, ademais, que o art. 16, caput, da Lei nº 8.429/92 autoriza a “decretação do seqüestro dos bens dos agentes ou de terceiro que tenha enriquecido ilicitamente ou causado dano ao patrimônio público”, havendo fundados indícios de responsabilidade.



Para melhor elucidação, passo a transcrever trechos da exordial que revelam a fumaça do bom direito (fls. 02/36):



“... encaminhado pela Câmara Municipal de Luciara/MT... relatório final proveniente de Comissão Parlamentar de Inquérito... a instauração, por este subscritor, do Inquérito Civil nº 009/2006, no qual apuram diversas irregularidades...”.



“... Além da prática de atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário, tem-se, de igual maneira, atos de improbidade que atentam contra os princípios da administração pública...”.



“... No ano de 2005, o demandado firmou Termo de Convênio nº 1083/2005 com a União Federal... cujo objeto era a aquisição de equipamento e material... no montante de R$ 565.000,00...”.



“... licitação cujo objeto é de grande monta... o que exige, de maneira imprescindível, seja a licitante vencedora uma pessoa jurídica financeiramente idônea... a demonstração de boa situação financeira da empresa é evitar que vença a licitação uma pessoa jurídica impossibilitada de cumprir, integralmente, o objeto do o contrato... a empresa vencedora... Batistello & Batistello Ltda-ME... segundo as peças outrora apresentadas no bojo do procedimento licitatório, não possuía idoneidade econômico-financeira para tanto...”.



“... Embora o Edital... esteja coadunado com o disposto na legislação... a licitante vencedora... não demonstrou encontrar-se hábil a cumprir, in totum, o objeto de alto custo...”.



“... a licitante vencedora apresentou, em balanço patrimonial, cuja cópia segue anexa, um ativo circulante de R$ 31.315,00... disponibilidade de caixa, no montante de R$ 10.657,00... estoque de R$ 20.658,90... passivo circulante era de R$ 2.526,87... valores, assim, módicos para um contrato público de meio milhão de reais...”.



“... o que se demonstra, de maneira clarividente, é que, no bojo do procedimento licitatório, não se comprovou... a necessária idoneidade econômico-financeira...”.



“... 02 (dois) dos mais custosos bens não foram entregues, até o presente instante, pela empresa Batistello & Batistello Ltda-ME, quais sejam, um aparelho de raio-x, bem como um aparelho de ultra-som com vídeo bidimensional...”



“... os membros da Comissão Permanente de Licitação... deixaram de velar pela estrita observância dos princípios de legalidade e de moralidade...”.



“... Através de relatório, devidamente assinado pelos Srs. Fausto Aquino de Azambuja e Joemy Silva Luz, restou declarado por estes que a proposta apresentada pela empresa... estaria em conformidade com as exigências legais...”.



“... Maurílio Aires Costa, Presidente da referida Comissão... atuou com desídia, quando deixou de expressar qualquer manifestação no sentido do risco de ser homologada a proposta ofertada pela única licitante...”.



“... a licitante vencedora... contratada para o fornecimento de equipamentos... beneficiando-se, assim, da improbidade...”.



“... em razão da fragilidade dos documentos fornecidos pela licitante vencedora... tem-se... que a vantagem advêm da falta de boa-fé, o que se confirma com a notícia de que... 02 (dois) dos mais dispendiosos equipamentos não foram entregues ao Município...”



Oportuno transcrever alguns trechos provenientes das declarações prestadas por alguns dos Requeridos nos Autos de Inquérito Civil nº 009/2006:



“... que tomou ciência do Convênio outrora firmado entre a Prefeitura Municipal de Luciara e o Ministério da Saúde... Que teve acesso ao Termo de Convênio... Que atuou como presidente da Comissão Permanente de Licitação em toda a Tomada de Preços nº 05/2005; Que na referida licitação foi procurado apenas por um candidato... não detinha a informação de que, no referido caso deveria o procedimento licitatório ocorrer através de pregão, até porque não houve qualquer questionamento por parte da assessoria jurídica, bem como da assessoria técnica e administrativa... Que o objeto do Contrato... encontra-se em execução, o que demonstra o atraso no seu cumprimento...". (Maurílio Aires Costa, fls. 65/66).



“... passou a compor, na condição de membro, a Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura Municipal de Luciara, para o exercício financeiro de 2006; Que passou a presidir a Comissão... a partir de 16/03/2006... Que não sabe explicar o motivo de constar um outro decreto municipal, também com o número 021/06, de mesmo teor, mas com data de 16/02/2006... entende, atualmente, que a empresa vencedora da Tomada de Preços... não possuía idoneidade econômico financeira para participar de uma licitação de tal porte; Que apesar disto não houve qualquer questionamento por parte da assessoria jurídica... apesar de, na época, atuar como membro da Comissão... não houve por parte de qualquer de seus componentes a acuidade de confirmar a eventual veracidade das peças de fls. 103/106... Que não houve cumprimento integral do Contrato de Fornecimento... firmado entre a licitante... e a Prefeitura...” . (Fausto Aquino de Azambuja, fls. 67/68).



“... que atuou como membro da Comissão... Que possui conhecimento do teor do convênio nº 1083/2005... não sabe informar se houve mais de um interessado em participar da licitação... não tinha conhecimento da necessidade de o procedimento dar-se através de pregão... Que, na época a empresa vencedora... preenchia todos os requisitos exigidos na lei... não se preocupou em confirmar o teor das peças de fls. 105/108; Que a licitante vencedora , até o presente momento, não cumpriu integralmente o contrato...” (Joemy Silva Luz, fls. 71/72).



Os documentos acostados às fls. 38/234 podem ser considerados como um início de provas, satisfatórias às alegações autorais.



Portanto, presentes os requisitos para a concessão da liminar ora requerida, posto que o fumus boni iuris se revela em fundados indícios de responsabilidade dos Requeridos, trazidos pela minuciosa investigação realizada e pela explícita e coerente exposição dos fatos, consubstanciada pela farta documentação acostada aos autos.



Também o periculum in mora se faz demonstrado, pois há necessidade de garantir-se a eficácia da sentença que eventualmente julgue procedente a presente ação, declarando a improbidade administrativa dos agentes públicos, para assegurar o efetivo e integral ressarcimento de eventuais danos à municipalidade.



Logicamente a presente medida é somente acautelatória, objetivando garantir a reparação de danos ao Patrimônio Público, se houverem, sendo a concessão desta subsidiada por elementos de convicção suficientes sim para dar substrato ao pedido de liminar de constrição dos bens dos Requeridos, como exaustivamente acima exposto.



Quanto ao pedido para que seja oficiado ao Banco Central do Brasil, a fim de que determine o bloqueio de qualquer importância encontrada em conta bancária, em nome dos Requeridos.



No que concerne ao pedido do Autor, para bloqueio das contas dos Requeridos, entendo tratar-se de medida precipitada e extrema, atropelando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, pois assim agindo, poderá estar se inviabilizando toda e qualquer atividade econômica dos requeridos e, possivelmente, a sobrevivência dos mesmos e/ou de suas famílias.



A propósito, assim tem entendido o nosso C. Tribunal:



“RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - LIMINAR PARCIALMENTE REVOGADA - BLOQUEIO DE CONTAS BANCÁRIAS - MEDIDA EXTREMA E EXCESSIVA - INVIABILIDADE - ABSTENÇÃO DA JUNTA COMERCIAL QUANTO À TRANSFERÊNCIAS DE PARTICIPAÇÃO DOS AGRAVADOS EM SOCIEDADES COMERCIAIS - REQUISIÇÃO DE CÓPIA DE DECLARAÇÕES DE BENS À SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - MEDIDAS NECESSÁRIAS AO IMPLEMENTO DA INDISPONIBILIDADE DE BENS DOS RÉUS - POSSIBILIDADE - DECISÃO MANTIDA EM PARTE – RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO.

Uma vez que as contas bancárias são utilizadas, geralmente, para movimentação de salários, isto é, verbas de caráter alimentar, o seu bloqueio é medida extrema e excessiva, pois inviabiliza toda e qualquer atividade econômica dos réus, podendo repercutir, ainda, em sua sobrevivência e/ou de suas famílias.

As medidas referentes à abstenção da Junta Comercial da prática de atos que impliquem transferências de participações dos réus em sociedades comerciais e à requisição de cópia das declarações de bens à Secretaria da Receita Federal permitem que o juízo tenha conhecimento da real situação econômica daqueles e, outrossim, evitam que os mesmos comprometam seu patrimônio. Assim, devem ser deferidas, sobretudo para implementarem a indisponibilidade de bens dos réus e darem eficácia à Lei de Improbidade Administrativa (Lei n° 8.429/92), em face da existência de fortes indícios do cometimento de dano ao erário decorrente da prática, por aqueles, de ato de improbidade administrativa”. Negritei. (TJMT – 6ª Câmara Cível - Recurso de Agravo de Instrumento nº 30496/2005 - Classe II - 15 – Rel. Exmo. Sr. Des. José Ferreira Leite – Julg: 16/11/2005).



Entendo, que o bloqueio solicitado por ser medida excessiva, deve ser adotada em situações especiais, sendo mister uma melhor e mais aprofundada valoração do quadro fático produzido nos autos.



Além do que, limita-se o Autor a simplesmente requer a medida, deixando de argumentar e comprovar sua necessidade.



Posto isso, presentes os requisitos legais, com fundamento na Lei nº 8.429/92 e Lei 7.347/85, DEFIRO o pedido de liminar DE INDISPONIBILIDADE DE BENS dos Requeridos NAGIB ELIAS QUEDI, FAUSTO AQUINO DE AZAMBUJA FILHO, JOEMY SILVA LUZ, MAURÍLIO AIRES COSTA e BATISTELLO & BATISTELLO LTDA - ME de todo o patrimônio pessoal ou de eventual pessoa jurídica de que sejam Sócios, sem prejuízo de posterior redução de tal indisponibilidade mediante demonstração do excesso.



Bem como, INDEFIRO o pedido para que seja oficiado ao Banco Central do Brasil, a fim de que determine o bloqueio de qualquer importância encontrada em conta bancária, em nome dos Requeridos.



Quanto à indisponibilidade dos bens dos Requeridos, oficie-se aos seguintes órgãos:



— Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, solicitando a comunicação da presente medida liminar constritiva a todos os Cartórios de Registro de Imóveis sob sua Jurisdição, visando averbar em todas as matriculas de bens imóveis pertencentes aos Requeridos a presente cláusula de indisponibilidade, devendo o respectivo C.R.I. comunicar este Juízo a eventual averbação;



— Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso, determinando a proibição de quaisquer alienações de veículos em nome dos Requeridos;



— Junta Comercial deste Estado, determinando que estarão indisponíveis todas as cotas partes dos Requeridos em quaisquer Empresas registradas naquele Órgão, as quais não poderão ser alienadas a qualquer título, uma vez que objeto de bloqueio judicial, com responsabilidade civil e criminal do descumpridor da decisão.



Notifique os Requeridos para oferecerem manifestação por escrito, no prazo de 15 (quinze) dias, constando no mandado que poderão apresentar documentos e justificação, nos termos do art. 17, § 7º da Lei 8.429/92.



Expeça-se o necessário.



Intimem-se. Cumpra-se.

Data: 22/02/2012

De: Uma vergonha

Assunto: Re:AOS COFRES DE LUCIARA-MT, FALTA VERIFICAR O DE SANFA

Mato Grosso não sai do lugar, entendo o motivo.

Data: 21/02/2012

De: PSD

Assunto: vereador mentirinha 1,irmao do mentirinha 2

vereador marcos valeta,faz reuniao sem convidar vice-presidente do partido e felegado geral,as articulações ja estao na clara,para colocar o valeta que esta na miseria em cuiaba,depois que a teta secou,como vice delegado geral,para tentar brecar o doutor joaoa como nosso candidato,as vezes nos imaginMOS QUE VCS ACHAM QUE ESTAO LIDANDO COM PESSOAS IGUAL AO VALDEMIR BURRO,ENTENDEMOS QUE É O MEIO DE SOBREVIVENCIA DA FAMILIA VALETA A MAE PREFEITURA,ENTENDEMOS,MAS ENTENDAM A TETA ACABOU E É PRA SEMPREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE,O NEGAO ODEIA VCS,O ADAO SE GANHAR NAO SERA UM VALDEMIR DA VIDA,E O DOUTOR JOAO MUITO MENOS,SERA IGUAL AO VALDEMIR,VAO TRABALHAR VALETA,SO VIVEM AS CUSTAS DO PODER PUBLICO....FAMILIA CANCER DE NOVO SANTO ANTONIO JA ERA SO NA PROXIMA ENCARNAÇÃO............KKKKKKKKKKKKKKKKKK

Data: 21/02/2012

De: EDUARDO

Assunto: Re:vereador mentirinha 1,irmao do mentirinha 2

VAMOS ORAR PARA O EDUARDO SAIR CANDIDATO,GANHAR JAMAIS.......PARA DAR CONTINUIDADE A BRINCADEIRA DE PREFEITO COMO VALDEMIR,POIS SABEMOS QUE EDUARDO E DA LAIA DO NEGAO.MARCIO NEI,ACASSIO,JOSIANE,AMIGO INTIMO DO ZURUPACA....COMO FICA A SUA SITUAÇÃO MARCOS,QUERENDO SER VICE DESSE CIDADAO??????????????????NPARA TENTAR SOBREVIVER MAIS QUATRO ANOS MAMANDO NA MAE PREFEITURA.............SAI FORA JACARE É DUTOR JOAOA NA CABEÇA AS PESQUISAS IRA DA RESPOSTA

Data: 22/02/2012

De: concordo c vc

Assunto: Re:Re:vereador mentirinha 1,irmao do mentirinha 2

nao adianta é dotor joao 2012....cai fora eduardo e marcos mentirinha....vc sabia que o povo chama vc ,alis vc é conhecido como marcos mentirinha irmao de toninho valeta...e eduardo trate de pagar suas contas nos mercados da cidade.........cai fora eduardo,olha aqui ponto novo santo antonio chegou um investigadorzinho de merda que nem a morte do compassa dele,ele nao deu conta de investigar querer ser prefeito..........kkkkkkkkkkkkkkkkk,imagine se nos estamos bom de candidato?

Data: 14/02/2012

De: queria ser eu parente

Assunto: MORTE

NÃO SEI O QUE PENSA A FAMILIA DO VALDEMIR,,,DIZEM QUE SÃO TODOS EVANGELICO..DEVE SER...PQ SE FOSSE DA MINHA FAMILIA TODOS JA TINHAM IDO..SEUS BANDIDOS

Data: 13/02/2012

De: covarde

Assunto: morte ou morre

aqui em novo santo antonio o trem ta feio, sabemos da covardia com o 4-olho, mas quem vai falar, ja estamos vendo o que ta acontecendo, sabemos da quadrilha ( QUEM E QUEM) PARABENS NEGÃO, DINA, GERALDO FILHO, ROBERIO E FAMILIA, por esta defendendo o dr. acacio, zurupaca, josiane, claudio, valquir, etc... negão ja acertou se não sair candidato vai apoiar o policial eduardo, agora sabemos porque niguem ficou preso, ( só um 4-olho ), eita eduardo e eu pensei que vc era diferente, que queria mudar, abre o olho, vc so fica de papo com o negão e a dina la na casa deles e na prefeitura, que quadrilha e essa que ta maior do que os eleitores desta cidade, acorda novo santo antonio.

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