09/03/2015 - O Instituto Humano Raça Fêmina (Inhurafê) promoveu em São Félix do Araguaia/MT, atividades alusiva ao Dia Internacional da Mulher

09/03/2015 - O Instituto Humano Raça Fêmina (Inhurafê) promoveu em São Félix do Araguaia/MT, atividades alusiva ao Dia Internacional da Mulher

Neste domingo, oito de março dia em que comemora o “Dia Internacional da Mulher” O Instituto Humana Raça Fêmina (INHURAFÊ) representado pela Presidente Dra. Maria José ou Zezé, como gosta de ser chamada, realizou na Municipal de São Félix do Araguaia atividades alusiva e exibiu um filme que mencionava a luta de mulheres, conquista de direitos, discriminações, violências morais, físicas e sexuais. Em seguida aconteceu debate questionando dúvida, agregando diversas e divergentes opiniões. Mulheres conhecedoras do assunto, em que as mesmas discutiram pontos de vista, a questões de mulher.

 

O objetivo do debate foi proporcionar às mulheres a refletirem sobre vidas, discutir a violência de gênero e promover a conscientização da necessidade de denunciarem a as ocorrências de violência doméstica ou contra a mulher que geralmente acontecem à noite, com especial ênfase às noites dos fins de semana, proporcionando momentos para pensar e sentir a relação consigo mesma, sua autoestima, autoconfiança, satisfação pessoal e desejo de mudança. Violência é toda ação ou omissão que causa dor, sofrimento chegando até a morte contra uma mulher pode ser criança, adulta ou idosa.

 

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país.

 

Nas últimas décadas foram inúmeras as conquistas femininas, como o direito ao voto e a entrada no mercado de trabalho. Segundo a Lei Maria da Penha a vitima da violência domestica familiar só pode ser mulher. Já o autor da violência pode ser homem ou mulher.

 

A lei Maria da Penha protege a mulher dentro do ambiente familiar da violência física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. Nas violências contra o patrimônio no ambiente doméstico familiar: A Lei Maria da Penha é um instrumento importante para proteger as mulheres da violência doméstica.

 

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) foi Sancionada em 2006 mudou o procedimento das punições aplicadas em casos de violência domestica familiar. O nome da lei é uma homenagem à biofarmacêutica Maria da Penha Fernandes, que ficou paraplégica depois de sofrer duas tentativas de assassinato por parte de seu marido, o economista colombiano Marco Antonio Heredia Viveros.

  

“Em casos de violências contra si procurem, o Ministério Público ou liguem para o telefone 180”. “Não tenham medo denuncie.”. Concluiu. Zezé.

 

 

 

Vanessa Lima/O Repórter do Araguaia

 

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