09/03/2015 - Pedro Taques afirma que projeção aponta que 2015 será de sangue, suor e lágrimas, e cobra austeridade

Diante de praticamente todos os secretários de Estado e adjuntos, na Sala Ipê da Escola Fazendária, o governador José Pedro Taques (PDT) recorreu a um clássico de Hollywood, dirigido por Raoul Walsh, para ilustrar a projeção de Mato Gross para 2015: “o ano será muito difícil. Será de ‘sangue, suor e lágrimas’. E isso exige austeridade total”. Taques não participou da abertura da reunião do secretariado no sábado (7), na Escola Fazendária, porque estava na abertura da final do Campeonato Sul-Americano de Basebol, em Várzea Grande, e só chegou para o encerramento.
 
“Devemos gastar menos e fazer mais, no menor espaço de tempo possível. Historicamente,  [o governo de] Mato Grosso é pródigo em gastar mais e gastar mal. Agora estamos corrigindo isso e vamos gastar somente o necessário”, assegurou Taques.
 
Para ilustrar, o governador lembrou que somente o investimento da Arena Pantanal construído para a Copa do Mundo Fifa 2014, cerca de R$ 600 milhões, seriam suficientes para construir 728 novas escolas.
 
“Qualquer dona de casa sabe: não se pode gastar mais do que ganha, exceto de a família tiver em vista uma boa herança. E Mato Grosso não tem herança a receber”, citou  o governador, para a reportagem do Olhar Direto. Ele disse que em tuas ou três semanas se reúne novamente com ostaff para assegurar, na ponta do lápis, quanto se gasta com energia elétrica, papel, combustível, material de consumo e outras despesas.

“Qualquer dona de casa tem isso na ponta da língua. só podemos gastar o que temos de receitas. Portanto, as receitas voa orientar as despesas e não o contrário. Somente assim vamos ter condições de investir nas áreas finalísticas, como saúde, educação, segurança e asfalto”, sintetizou o chefe do Poder Executivo.

 

 

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco
 

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