09/10/2015 - Energisa garante fornecimento de energia para o VLT entrar em operação

A Energisa, concessionária de energia elétrica de Mato Grosso, informou, através de nota à imprensa, que garante o fornecimento de energia para o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). De acordo com a empresa, já foram concluídas cinco das seis linhas necessárias para abastecer o sistema em Cuiabá e Várzea Grande. “A Energisa esclarece que não existe nenhum impedimento do ponto de vista de fornecimento de energia para que o VLT entre em operação”.
 
“A Energisa esclarece que não existe nenhum impedimento do ponto de vista de fornecimento de energia para que o VLT entre em operação. (...) Se o primeiro trecho do VLT entrasse em operação hoje, não haveria limitação de fornecimento. Isso porque a empresa já concluiu as obras de cinco das seis linhas urbanas de alta tensão necessárias ao projeto: são as que atendem às estações Aeroporto, Avenida da FEB, Fernando Corrêa (UFMT), Fernando Corrêa (Trevo de Santo Antônio) e Avenida do CPA (próxima ao comando da Polícia Militar)”, diz trecho da nota.
 
A empresa ainda esclareceu que aguarda apenas um ‘sinal verde’ do Governo do Estado para a conclusão da sexta e última linha, que atenderá à futura estação da Avenida do CPA (próxima ao viaduto da Miguel Sutil). “Considerando o cenário atual, não existe nenhum impedimento técnico nem em termos de suprimento de energia para o funcionamento do VLT”, afirma o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Wilson Couto.
 
Por fim, Wilson ressalta que a empresa não responde pela construção das subestações exclusivas do VLT, pois elas fazem parte das responsabilidades do consórcio contratado para a obra do modal. “No que depender da Energisa, não há nenhuma razão para preocupação”, afirma ele.
 
Confira a íntegra da nota:
 
Com relação às notícias sobre a disponibilidade de energia para a operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande, a Energisa esclarece que não existe nenhum impedimento do ponto de vista de fornecimento de energia para que o VLT entre em operação.
 
Se o primeiro trecho do VLT entrasse em operação hoje, não haveria limitação de fornecimento. Isso porque a empresa já concluiu as obras de cinco das seis linhas urbanas de alta tensão necessárias ao projeto: são as que atendem às estações Aeroporto, Avenida da FEB, Fernando Corrêa (UFMT), Fernando Corrêa (Trevo de Santo Antônio) e Avenida do CPA (próxima ao comando da Polícia Militar).
 
A Energisa aguarda o sinal verde do Governo para a conclusão da sexta e última linha, que atenderá à futura estação da Avenida do CPA (próxima ao viaduto da Miguel Sutil). “Considerando o cenário atual, não existe nenhum impedimento técnico nem em termos de suprimento de energia para o funcionamento do VLT”, afirma o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Wilson Couto.
 
Ele ressalta que a empresa não responde pela construção das subestações exclusivas do VLT, pois elas fazem parte das responsabilidades do consórcio contratado para a obra do modal. “No que depender da Energisa, não há nenhuma razão para preocupação”, afirma.

 

 

Da Redação - Wesley Santiago

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