10/02/2014 - Bêbado, investigador de Policia agride jovens e até a esposa delegada (Veja o vídeo abaixo)

Moradores do Condomínio Beira Rio viveram momentos de terror dias atrás e por muito pouco as cenas de violência praticada por um investigador da Polícia Civil não acaba em tragédia com disparos de vários para o alto me em direção às pessoas. As cenas de violência foram gravadas pelo circuito interno e comprovam que investigador Rodrigo Mattos Dourado, praticou uma séria de crimes acobertado pela esposa, a delegada Juliana Chiquito, que prevaricou ao não dar voz de prisão ao marido. A Polícia Militar foi acionada e foram precisos 12 viaturas para prender e algemar o policial violento.

 

Era madrugada deste domingo, 2, e último domingo, 2, quando o investigador Rodrigo chegou de uma balada em companha da esposa. Ela dirigia o carro do casal que parou na garagem do Condomínio Residencial Beira Rio. Bêbado, o policial começou sua série de violência com um banco, jogando-o para fora, conforme registrado pelo circuito interno do edifício, e já disponibilizado via YouTube 

 

Nas imagens o policial civil aparece dormindo no veículo dirigido pela esposa. Após sair da garagem aos tropeços, parece irritar-se com a existência de um banco de madeira no jardim o qual lança sua fúria, jogando-o para um lado e para o outro, enquanto esforça-se para manter o equilíbrio.


A doutora Juliana tenta acalmar o marido e dissuadi-lo da batalha conta o inofensivo banco, enquanto alguns seguranças aproximam-se e recolocam o banco no lugar, pedindo que o policial se acalme. Foi o estopim para mais brutalidade.

 

As imagens mostram o policial partindo para cima dos seguranças, com seguidas cabeçadas, inclusive contra dois vizinhos que passavam. Na sequência da violência e do descontrole, o policial vai até um quiosque onde estavam alguns jovens reunidos, e passa a agredi-los, inclusive derrubando uma garota contrária as duas atitudes violenta.


Pasmem, a garota foi chutada, começando ai uma gritaria generalizada e a consequente revolta dos moradores, que ainda estão traumatizados com a violência. Foi quando o investigador pago para prender e dar exemplo de ordem e cidadadia, sacou de uma arma e começou a atirar.

 

Além das agressões físicas, o policial ainda agrediu as pessoas verbalmente com palavras de baixo calão. O que mais revoltou as pessoas, também, foi a inércia da mulher do policial, que poderia prendê-lo e não o fez. Inclusive ala também foi agredida pelo marido.

 

Foi preciso acionar a Polícia Militar, que chegou ao local com doze viaturas (inclusive do BOPE), que se depararam não com um investigador da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso dizendo-se vítima de agressão coletiva por parte de todos os vizinhos a quem agrediu e ele ameaçou, bêbado e com a arma em punho.


A confusão foi parar no Centro Integrado do Cisc Planalto, e lá aconteceu um absurdo ainda mais nojento. O investigador nada sofreu e ainda foi colocado em liberdade imediatamente,sem sequer realizar exmes para comprovar aou não se ele estava bêbado ou drogado.

 

Resta agora, portanto, aos moradores do Condomínio Beira Rio, antes um local pacato, agora são obrigados a conviverem com um “vizinho” que pode voltar a praticar os mesmos crimes.

 

E a Corregedoria da Polícia Civil o que é que vai fazer. Ou o que é que já está fazendo para, pelo menos punir um policial que pode matar uma pessoa inocente a qualquer momento, principalmente quando estiver bêbado. O investigador Rodrigo e a delegada Juliana fão foram localizados pela reportagem.

 

 

José Ribamar Trindade

 

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