11/11/2013 - Só Notícias Motoristas criticam buraqueira na rodovia Sinop-Santa Carmem

Agricultores, empresários e caminhoneiros criticaram a precariedade da MT-140, que liga Sinop a Santa Carmem. A principal reclamação é em relação ao grande número de buracos na pista. Um dos trechos mais críticos fica entre os quilômetros 20 e 22. Suspensão danificada e pneus estourados são alguns dos prejuízos contabilizados.
 
O presidente da associação da rodovia, Agenor Pelissa, destacou a preocupação com o escoamento de grãos, que pode ser prejudicado. "Se agora ela [rodovia] está assim, imagina ano que vem, em março, abril, quando a safra começa ser escoada. Agora também, inclusive, já começa ser transportado insumos, calcário", afirmou, ao Só Notícias.
 
Pelissa disse que a entidade tem cobrado providências do Estado, mas ainda não obteve sucesso. "Eles dizem que a recuperação já foi licitada, mas não dão prazo", explicou. "O governo não se mexe", criticou, ao completar: "A única coisa que os produtores podem fazer é se juntar e fazer uma "vaquinha" para comprar os materiais e fazer um tapa-buracos, mas já estamos gastando com o cascalhamento da MT-422, à frente de Santa Carmem, então, fica ruim conseguir recursos".
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Agricultores, empresários e caminhoneiros criticaram a precariedade da MT-140, que liga Sinop a Santa Carmem. A principal reclamação é em relação ao grande número de buracos na pista. Um dos trechos mais críticos fica entre os quilômetros 20 e 22. Suspensão danificada e pneus estourados são alguns dos prejuízos contabilizados.
 
O presidente da associação da rodovia, Agenor Pelissa, destacou a preocupação com o escoamento de grãos, que pode ser prejudicado. "Se agora ela [rodovia] está assim, imagina ano que vem, em março, abril, quando a safra começa ser escoada. Agora também, inclusive, já começa ser transportado insumos, calcário", afirmou, ao Só Notícias.
 
Pelissa disse que a entidade tem cobrado providências do Estado, mas ainda não obteve sucesso. "Eles dizem que a recuperação já foi licitada, mas não dão prazo", explicou. "O governo não se mexe", criticou, ao completar: "A única coisa que os produtores podem fazer é se juntar e fazer uma "vaquinha" para comprar os materiais e fazer um tapa-buracos, mas já estamos gastando com o cascalhamento da MT-422, à frente de Santa Carmem, então, fica ruim conseguir recursos".
 

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