12/09/2014 - Muitos apoiadores de Taques e financiadores tem problema na Justiça

Para Lúdio, o envolvimento do candidato Pedro Taques com pessoas investigadas ou condenadas pela justiça, que fazem parte da cúpula da campanha eleitoral, mostra que o discurso do senador não condiz com as suas atitudes. 

 

"É muito estranho que o candidato que se apresenta como o paladino da moralidade, dos bons costumes, da ética, e da verdade não explique para a sociedade sobre o seu envolvimento com o político Pedro Henry, condenado no processo do Mensalão, por corrupção". O questionamento foi feito pelo candidato Lúdio Cabral (PT) nesta semana, durante encontro com a imprensa, na Capital.

 

Para Lúdio, o envolvimento do candidato Pedro Taques (PDT) com pessoas investigadas ou condenadas pela justiça, que fazem parte da cúpula da campanha eleitoral, mostra que o discurso do senador não condiz com as suas atitudes.


Hoje, os políticos que já tiveram problemas com a justiça ou ainda tem são: senador Jayme Campos (DEM), o ex-deputado federal Júlio Campos (DEM), o ex-governador Blairo Maggi (PR), o ex-prefeito de Cuiabá Chico Galindo (PTB), o candidato a deputado estadual Wilson Santos (PSDB), o ex- deputado federal Pedro Henry (PP), o prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT), o ex-diretor do DNIT Luiz Antônio Pagot (PTB) e o marqueteiro da campanha de Pedro Taques, Antero Paes de Barros (PSB).


Lúdio Cabral e a cúpula petista apontam caso a caso os envolvidos na campanha de Pedro Taques e que estão envolvidos em questões de corrupção ou malversação do dinheiro público.


Vejam alguns casos: 
Jayme Campos – ficou inelegível por ser condenado pelo crime de peculato neste ano.

Júlio Campos – teve o mandato de deputado federal cassado por gastos ilícitos na campanha de 2010.

Blairo Maggi – investigado na Operação Ararath da PF por suposto envolvimento em lavagem de dinheiro no esquema dos maquinários de 2007.

Chico Galindo – investigado na Operação Miqueias da PF por suposto envolvimento no desvio de R$ 21 milhões do Cuiabá-PREV, entre outros processos.

Wilson Santos – sendo réu em 11 investigações em 2008, e investigado por abuso de poder econômico nas eleições de 2010.

Pedro Henry – investigado, condenado e preso por envolvimento no esquema do mensalão.

Otaviano Pivetta – entre os muitos casos de investigação, está a Cooperlucas, com desvio estimado em mais de R$ 230 milhões. Até então a população não entende como este caso prescreveu.

Luiz Antônio Pagot – Demitido do cargo de diretor do Dnit acusado de envolvimento em superfaturamento de obras públicas.

Antero Paes de Barros – investigado no caso mais famoso de corrupção da comunicação do Estado, o SecomGate, com desvios ultrapassando os R$ 200 milhões, envolvendo a Secretaria de Comunicação de Mato Grosso e a Agência de Publicidade DMD, em 1997.


Assim está apresentado o pelotão de choque, como é chamado pelo candidatado do PT Lúdio Cabral, que cobra do candidato Pedro Taques a ética, a moral, a transparência, o novo, como o candidato do PDT vem falando em seu discurso eleitoral.


"Eu faço uma campanha de transparência, de verdade, de projetos que são viáveis, meu sigilo bancário está a disposição de qualquer um que queira investigar, quero o meu adversário que é dono da verdade fazer o mesmo", indagou Lúdio Cabral.

 

 

Lauro Nazario | Redação 24 Horas News

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Data: 14/09/2014

De: Eleitor

Assunto: Investigado

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