13/10/2013 - Manifesto pela construção da TO-500 é assinado e conta com apoio de comunidades indígenas da Ilha do Bananal

O Governador Siqueira Campos assinou na tarde de sábado o manifesto pela construção da TO-500, rodovia que interliga a BR – 242 e corta a ilha do Bananal conectando os estados do Tocantins e Mato Grosso. O documento assinado é um importante passo para a consolidação do projeto que deve encurtar distâncias para o escoamento da produção e o fortalecimento das relações comerciais entre as Unidades Federativas. Através do manifesto assinado, as comunidades indígenas Javaé e Karajá na Ilha do Bananal se manifestaram de maneira favorável pela travessia da rodovia por terras protegidas.

Ao todo, assinaram o documento o governador do Tocantins, membros do governo tocantinense, caciques das aldeias indígenas da Ilha do Bananal, além de representantes do governo e instituições representativas dos municípios do norte Araguaia, no Mato Grosso.

Para o governador Siqueira Campos, a assinatura do manifesto foi um importante passo dado para que a travessia da Ilha do Bananal se torne uma realidade. De acordo com o gestor estadual, relembrando o período em que atuou como deputado constituinte, sua meta sempre foi trabalhar pela organização de todos os espaços brasileiros.

“Nós temos que organizar as endomigrações.Não podemos continuar isolados, o Mato Grosso e o Tocantins. Aqui temos calcário, temos fosfato e muitas outras coisas para complementar a produção do Mato Grosso, assim como vocês possuem diversos produtos e serviços para complementar a nossa produção”, destacou Siqueira Campos.

Em sua fala à frente da plateia e das autoridades, o governador frisou a importância da união de esforços para conseguir, junto ao Governo Federal, as autorizações para a elaboração e concretização do projeto TO-500. “Vamos unir o nosso poder, a nossa vontade e vamos dizer ao governo da república que esse povo não aceita o isolamento. Dessa união vai resultar uma grande e bela vitória para todos os tocantinenses, para todos os mato-grossenses, para o Brasil”, completou.

Indígenas

Uma das preocupações para a efetivação do projeto de travessia da Ilha do Bananal sempre foi o consentimento das comunidades indígenas que habitam as reservas da região. Sem a autorização das aldeias Karajá e Javaé, a construção da TO-500 seria inviabilizada. Contudo, após reuniões com as comunidades indígenas, o resultado foi a adesão dos caciques das 22 aldeias. Na ocasião, conforme o professor Daniel Coxini Karajá, a comunidade indígena quer o desenvolvimento da região. “Nós, indígenas, precisamos do desenvolvimento, do progresso, mas precisamos que o trabalho seja feito de maneira correta, consultando todas as aldeias”, frisou.

O líder Karajá lembrou que existem focos de desenvolvimento humano que já estão funcionando em sua comunidade. “O que funciona em nossa comunidade é a educação. Temos escola boa, com material escolar, estrutura para os alunos”, completou.

Já o líder Cleiton Javaé, destacou que não serão os indígenas o empecilho para a travessia da Ilha do Bananal. Para ele, no entanto, assim como Coxini, as demandas de todas as comunidades indígenas da região precisam ser ouvidas. “O povo Javaé quer o desenvolvimento, sim. Não seremos e nem queremos ser o empecilho para este grande projeto. O que queremos é que seja assegurado que o projeto seja levado a todas as aldeias”, completou.

Caminhonetes

Na ocasião, o Governo do Estado repassou duas caminhonetes, no valor de R$ 70 mil para associações de aldeias Javaé e Karajá. Para o presidente da Associação da Aldeia Santa Isabel, Robson Javaé, o veículo será muito útil para questões de saúde e educação, além de garantir o deslocamento entre aldeias para reuniões. “A caminhonete será muito boa. Nós poderemos transportar as pessoas da aldeia, para questões de saúde, para a educação e para as reuniões em outras aldeias. Vai agilizar o transporte”, completou.

Presenças

Na ocasião, uma grande mesa de honra foi montada para receber os líderes políticos do Tocantins e do Mato Grosso, além dos caciques que assinaram o manifesto que será entregue à presidente Dilma Rousseff. Do lado tocantinense estiveram o Governador Siqueira Campos, os deputados Osires Damaso e José Geraldo, secretariado estadual e prefeitos da região da Ilha do Bananal. Já da parte mato-grossense, foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Rivas, o presidente da Associação dos Municípios do Norte Araguaia (AMNA), prefeito de Confresa, Gaspar Domingos Lazari, além de deputados representantes de municípios.

- See more at: http://atn.to.gov.br/noticia/2013/10/13/manifesto-pela-construcao-da-to-500-e-assinado-e-conta-com-apoio-de-comunidades-indigenas-da-ilha-do-bananal/#sthash.jqDZVwiJ.dpuf

O Governador Siqueira Campos assinou na tarde de sábado o manifesto pela construção da TO-500, rodovia que interliga a BR – 242 e corta a ilha do Bananal conectando os estados do Tocantins e Mato Grosso. O documento assinado é um importante passo para a consolidação do projeto que deve encurtar distâncias para o escoamento da produção e o fortalecimento das relações comerciais entre as Unidades Federativas. Através do manifesto assinado, as comunidades indígenas Javaé e Karajá na Ilha do Bananal se manifestaram de maneira favorável pela travessia da rodovia por terras protegidas.

Ao todo, assinaram o documento o governador do Tocantins, membros do governo tocantinense, caciques das aldeias indígenas da Ilha do Bananal, além de representantes do governo e instituições representativas dos municípios do norte Araguaia, no Mato Grosso.

Para o governador Siqueira Campos, a assinatura do manifesto foi um importante passo dado para que a travessia da Ilha do Bananal se torne uma realidade. De acordo com o gestor estadual, relembrando o período em que atuou como deputado constituinte, sua meta sempre foi trabalhar pela organização de todos os espaços brasileiros.

“Nós temos que organizar as endomigrações.Não podemos continuar isolados, o Mato Grosso e o Tocantins. Aqui temos calcário, temos fosfato e muitas outras coisas para complementar a produção do Mato Grosso, assim como vocês possuem diversos produtos e serviços para complementar a nossa produção”, destacou Siqueira Campos.

Em sua fala à frente da plateia e das autoridades, o governador frisou a importância da união de esforços para conseguir, junto ao Governo Federal, as autorizações para a elaboração e concretização do projeto TO-500. “Vamos unir o nosso poder, a nossa vontade e vamos dizer ao governo da república que esse povo não aceita o isolamento. Dessa união vai resultar uma grande e bela vitória para todos os tocantinenses, para todos os mato-grossenses, para o Brasil”, completou.

Indígenas

Uma das preocupações para a efetivação do projeto de travessia da Ilha do Bananal sempre foi o consentimento das comunidades indígenas que habitam as reservas da região. Sem a autorização das aldeias Karajá e Javaé, a construção da TO-500 seria inviabilizada. Contudo, após reuniões com as comunidades indígenas, o resultado foi a adesão dos caciques das 22 aldeias. Na ocasião, conforme o professor Daniel Coxini Karajá, a comunidade indígena quer o desenvolvimento da região. “Nós, indígenas, precisamos do desenvolvimento, do progresso, mas precisamos que o trabalho seja feito de maneira correta, consultando todas as aldeias”, frisou.

O líder Karajá lembrou que existem focos de desenvolvimento humano que já estão funcionando em sua comunidade. “O que funciona em nossa comunidade é a educação. Temos escola boa, com material escolar, estrutura para os alunos”, completou.

Já o líder Cleiton Javaé, destacou que não serão os indígenas o empecilho para a travessia da Ilha do Bananal. Para ele, no entanto, assim como Coxini, as demandas de todas as comunidades indígenas da região precisam ser ouvidas. “O povo Javaé quer o desenvolvimento, sim. Não seremos e nem queremos ser o empecilho para este grande projeto. O que queremos é que seja assegurado que o projeto seja levado a todas as aldeias”, completou.

Caminhonetes

Na ocasião, o Governo do Estado repassou duas caminhonetes, no valor de R$ 70 mil para associações de aldeias Javaé e Karajá. Para o presidente da Associação da Aldeia Santa Isabel, Robson Javaé, o veículo será muito útil para questões de saúde e educação, além de garantir o deslocamento entre aldeias para reuniões. “A caminhonete será muito boa. Nós poderemos transportar as pessoas da aldeia, para questões de saúde, para a educação e para as reuniões em outras aldeias. Vai agilizar o transporte”, completou.

Presenças

Na ocasião, uma grande mesa de honra foi montada para receber os líderes políticos do Tocantins e do Mato Grosso, além dos caciques que assinaram o manifesto que será entregue à presidente Dilma Rousseff. Do lado tocantinense estiveram o Governador Siqueira Campos, os deputados Osires Damaso e José Geraldo, secretariado estadual e prefeitos da região da Ilha do Bananal. Já da parte mato-grossense, foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Rivas, o presidente da Associação dos Municípios do Norte Araguaia (AMNA), prefeito de Confresa, Gaspar Domingos Lazari, além de deputados representantes de municípios.

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O Governador Siqueira Campos assinou na tarde de sábado o manifesto pela construção da TO-500, rodovia que interliga a BR – 242 e corta a ilha do Bananal conectando os estados do Tocantins e Mato Grosso. O documento assinado é um importante passo para a consolidação do projeto que deve encurtar distâncias para o escoamento da produção e o fortalecimento das relações comerciais entre as Unidades Federativas. Através do manifesto assinado, as comunidades indígenas Javaé e Karajá na Ilha do Bananal se manifestaram de maneira favorável pela travessia da rodovia por terras protegidas.

Ao todo, assinaram o documento o governador do Tocantins, membros do governo tocantinense, caciques das aldeias indígenas da Ilha do Bananal, além de representantes do governo e instituições representativas dos municípios do norte Araguaia, no Mato Grosso.

Para o governador Siqueira Campos, a assinatura do manifesto foi um importante passo dado para que a travessia da Ilha do Bananal se torne uma realidade. De acordo com o gestor estadual, relembrando o período em que atuou como deputado constituinte, sua meta sempre foi trabalhar pela organização de todos os espaços brasileiros.

“Nós temos que organizar as endomigrações.Não podemos continuar isolados, o Mato Grosso e o Tocantins. Aqui temos calcário, temos fosfato e muitas outras coisas para complementar a produção do Mato Grosso, assim como vocês possuem diversos produtos e serviços para complementar a nossa produção”, destacou Siqueira Campos.

Em sua fala à frente da plateia e das autoridades, o governador frisou a importância da união de esforços para conseguir, junto ao Governo Federal, as autorizações para a elaboração e concretização do projeto TO-500. “Vamos unir o nosso poder, a nossa vontade e vamos dizer ao governo da república que esse povo não aceita o isolamento. Dessa união vai resultar uma grande e bela vitória para todos os tocantinenses, para todos os mato-grossenses, para o Brasil”, completou.

Indígenas

Uma das preocupações para a efetivação do projeto de travessia da Ilha do Bananal sempre foi o consentimento das comunidades indígenas que habitam as reservas da região. Sem a autorização das aldeias Karajá e Javaé, a construção da TO-500 seria inviabilizada. Contudo, após reuniões com as comunidades indígenas, o resultado foi a adesão dos caciques das 22 aldeias. Na ocasião, conforme o professor Daniel Coxini Karajá, a comunidade indígena quer o desenvolvimento da região. “Nós, indígenas, precisamos do desenvolvimento, do progresso, mas precisamos que o trabalho seja feito de maneira correta, consultando todas as aldeias”, frisou.

O líder Karajá lembrou que existem focos de desenvolvimento humano que já estão funcionando em sua comunidade. “O que funciona em nossa comunidade é a educação. Temos escola boa, com material escolar, estrutura para os alunos”, completou.

Já o líder Cleiton Javaé, destacou que não serão os indígenas o empecilho para a travessia da Ilha do Bananal. Para ele, no entanto, assim como Coxini, as demandas de todas as comunidades indígenas da região precisam ser ouvidas. “O povo Javaé quer o desenvolvimento, sim. Não seremos e nem queremos ser o empecilho para este grande projeto. O que queremos é que seja assegurado que o projeto seja levado a todas as aldeias”, completou.

Caminhonetes

Na ocasião, o Governo do Estado repassou duas caminhonetes, no valor de R$ 70 mil para associações de aldeias Javaé e Karajá. Para o presidente da Associação da Aldeia Santa Isabel, Robson Javaé, o veículo será muito útil para questões de saúde e educação, além de garantir o deslocamento entre aldeias para reuniões. “A caminhonete será muito boa. Nós poderemos transportar as pessoas da aldeia, para questões de saúde, para a educação e para as reuniões em outras aldeias. Vai agilizar o transporte”, completou.

Presenças

Na ocasião, uma grande mesa de honra foi montada para receber os líderes políticos do Tocantins e do Mato Grosso, além dos caciques que assinaram o manifesto que será entregue à presidente Dilma Rousseff. Do lado tocantinense estiveram o Governador Siqueira Campos, os deputados Osires Damaso e José Geraldo, secretariado estadual e prefeitos da região da Ilha do Bananal. Já da parte mato-grossense, foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Rivas, o presidente da Associação dos Municípios do Norte Araguaia (AMNA), prefeito de Confresa, Gaspar Domingos Lazari, além de deputados representantes de municípios.

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O Governador Siqueira Campos assinou na tarde de sábado o manifesto pela construção da TO-500, rodovia que interliga a BR – 242 e corta a ilha do Bananal conectando os estados do Tocantins e Mato Grosso. O documento assinado é um importante passo para a consolidação do projeto que deve encurtar distâncias para o escoamento da produção e o fortalecimento das relações comerciais entre as Unidades Federativas. Através do manifesto assinado, as comunidades indígenas Javaé e Karajá na Ilha do Bananal se manifestaram de maneira favorável pela travessia da rodovia por terras protegidas.

Ao todo, assinaram o documento o governador do Tocantins, membros do governo tocantinense, caciques das aldeias indígenas da Ilha do Bananal, além de representantes do governo e instituições representativas dos municípios do norte Araguaia, no Mato Grosso.

Para o governador Siqueira Campos, a assinatura do manifesto foi um importante passo dado para que a travessia da Ilha do Bananal se torne uma realidade. De acordo com o gestor estadual, relembrando o período em que atuou como deputado constituinte, sua meta sempre foi trabalhar pela organização de todos os espaços brasileiros.

“Nós temos que organizar as endomigrações.Não podemos continuar isolados, o Mato Grosso e o Tocantins. Aqui temos calcário, temos fosfato e muitas outras coisas para complementar a produção do Mato Grosso, assim como vocês possuem diversos produtos e serviços para complementar a nossa produção”, destacou Siqueira Campos.

Em sua fala à frente da plateia e das autoridades, o governador frisou a importância da união de esforços para conseguir, junto ao Governo Federal, as autorizações para a elaboração e concretização do projeto TO-500. “Vamos unir o nosso poder, a nossa vontade e vamos dizer ao governo da república que esse povo não aceita o isolamento. Dessa união vai resultar uma grande e bela vitória para todos os tocantinenses, para todos os mato-grossenses, para o Brasil”, completou.

Indígenas

Uma das preocupações para a efetivação do projeto de travessia da Ilha do Bananal sempre foi o consentimento das comunidades indígenas que habitam as reservas da região. Sem a autorização das aldeias Karajá e Javaé, a construção da TO-500 seria inviabilizada. Contudo, após reuniões com as comunidades indígenas, o resultado foi a adesão dos caciques das 22 aldeias. Na ocasião, conforme o professor Daniel Coxini Karajá, a comunidade indígena quer o desenvolvimento da região. “Nós, indígenas, precisamos do desenvolvimento, do progresso, mas precisamos que o trabalho seja feito de maneira correta, consultando todas as aldeias”, frisou.

O líder Karajá lembrou que existem focos de desenvolvimento humano que já estão funcionando em sua comunidade. “O que funciona em nossa comunidade é a educação. Temos escola boa, com material escolar, estrutura para os alunos”, completou.

Já o líder Cleiton Javaé, destacou que não serão os indígenas o empecilho para a travessia da Ilha do Bananal. Para ele, no entanto, assim como Coxini, as demandas de todas as comunidades indígenas da região precisam ser ouvidas. “O povo Javaé quer o desenvolvimento, sim. Não seremos e nem queremos ser o empecilho para este grande projeto. O que queremos é que seja assegurado que o projeto seja levado a todas as aldeias”, completou.

Caminhonetes

Na ocasião, o Governo do Estado repassou duas caminhonetes, no valor de R$ 70 mil para associações de aldeias Javaé e Karajá. Para o presidente da Associação da Aldeia Santa Isabel, Robson Javaé, o veículo será muito útil para questões de saúde e educação, além de garantir o deslocamento entre aldeias para reuniões. “A caminhonete será muito boa. Nós poderemos transportar as pessoas da aldeia, para questões de saúde, para a educação e para as reuniões em outras aldeias. Vai agilizar o transporte”, completou.

Presenças

Na ocasião, uma grande mesa de honra foi montada para receber os líderes políticos do Tocantins e do Mato Grosso, além dos caciques que assinaram o manifesto que será entregue à presidente Dilma Rousseff. Do lado tocantinense estiveram o Governador Siqueira Campos, os deputados Osires Damaso e José Geraldo, secretariado estadual e prefeitos da região da Ilha do Bananal. Já da parte mato-grossense, foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Rivas, o presidente da Associação dos Municípios do Norte Araguaia (AMNA), prefeito de Confresa, Gaspar Domingos Lazari, além de deputados representantes de municípios.

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O Governador Siqueira Campos assinou na tarde de sábado o manifesto pela construção da TO-500, rodovia que interliga a BR – 242 e corta a ilha do Bananal conectando os estados do Tocantins e Mato Grosso. O documento assinado é um importante passo para a consolidação do projeto que deve encurtar distâncias para o escoamento da produção e o fortalecimento das relações comerciais entre as Unidades Federativas. Através do manifesto assinado, as comunidades indígenas Javaé e Karajá na Ilha do Bananal se manifestaram de maneira favorável pela travessia da rodovia por terras protegidas.

 

Ao todo, assinaram o documento o governador do Tocantins, membros do governo tocantinense, caciques das aldeias indígenas da Ilha do Bananal, além de representantes do governo e instituições representativas dos municípios do norte Araguaia, no Mato Grosso.

 

Para o governador Siqueira Campos, a assinatura do manifesto foi um importante passo dado para que a travessia da Ilha do Bananal se torne uma realidade. De acordo com o gestor estadual, relembrando o período em que atuou como deputado constituinte, sua meta sempre foi trabalhar pela organização de todos os espaços brasileiros.

 

“Nós temos que organizar as endomigrações.Não podemos continuar isolados, o Mato Grosso e o Tocantins. Aqui temos calcário, temos fosfato e muitas outras coisas para complementar a produção do Mato Grosso, assim como vocês possuem diversos produtos e serviços para complementar a nossa produção”, destacou Siqueira Campos.

 

Em sua fala à frente da plateia e das autoridades, o governador frisou a importância da união de esforços para conseguir, junto ao Governo Federal, as autorizações para a elaboração e concretização do projeto TO-500. “Vamos unir o nosso poder, a nossa vontade e vamos dizer ao governo da república que esse povo não aceita o isolamento. Dessa união vai resultar uma grande e bela vitória para todos os tocantinenses, para todos os mato-grossenses, para o Brasil”, completou.

 

Indígenas

Uma das preocupações para a efetivação do projeto de travessia da Ilha do Bananal sempre foi o consentimento das comunidades indígenas que habitam as reservas da região. Sem a autorização das aldeias Karajá e Javaé, a construção da TO-500 seria inviabilizada. Contudo, após reuniões com as comunidades indígenas, o resultado foi a adesão dos caciques das 22 aldeias. Na ocasião, conforme o professor Daniel Coxini Karajá, a comunidade indígena quer o desenvolvimento da região. “Nós, indígenas, precisamos do desenvolvimento, do progresso, mas precisamos que o trabalho seja feito de maneira correta, consultando todas as aldeias”, frisou.

 

O líder Karajá lembrou que existem focos de desenvolvimento humano que já estão funcionando em sua comunidade. “O que funciona em nossa comunidade é a educação. Temos escola boa, com material escolar, estrutura para os alunos”, completou.

 

Já o líder Cleiton Javaé, destacou que não serão os indígenas o empecilho para a travessia da Ilha do Bananal. Para ele, no entanto, assim como Coxini, as demandas de todas as comunidades indígenas da região precisam ser ouvidas. “O povo Javaé quer o desenvolvimento, sim. Não seremos e nem queremos ser o empecilho para este grande projeto. O que queremos é que seja assegurado que o projeto seja levado a todas as aldeias”, completou.

 

Caminhonetes

Na ocasião, o Governo do Estado repassou duas caminhonetes, no valor de R$ 70 mil para associações de aldeias Javaé e Karajá. Para o presidente da Associação da Aldeia Santa Isabel, Robson Javaé, o veículo será muito útil para questões de saúde e educação, além de garantir o deslocamento entre aldeias para reuniões. “A caminhonete será muito boa. Nós poderemos transportar as pessoas da aldeia, para questões de saúde, para a educação e para as reuniões em outras aldeias. Vai agilizar o transporte”, completou.

 

Presenças

Na ocasião, uma grande mesa de honra foi montada para receber os líderes políticos do Tocantins e do Mato Grosso, além dos caciques que assinaram o manifesto que será entregue à presidente Dilma Rousseff. Do lado tocantinense estiveram o Governador Siqueira Campos, os deputados Osires Damaso e José Geraldo, secretariado estadual e prefeitos da região da Ilha do Bananal. Já da parte mato-grossense, foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, Prefeito de São Félix do Araguaia José Antonio de Almeida (Baú), o presidente da Associação dos Municípios do Norte Araguaia (AMNA), prefeito de Confresa, Gaspar Domingos Lazari, além de deputados representantes de municípios.

 

por Philipe Bastos / ATN

 

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