14/04/2011 -- 10h:53 NOVA XAVANTINA COMPLETA 31 ANOS DE EMANCIPAÇÃO E 67 ANOS DE FUNDAÇÃO "PARABÉNS NOVA XAVANTINA"

Dia 14 de abril de 2011, o município de Nova Xavantina comemora mais um ano de existência, o sexagésimo sétimo aniversário de fundação, e trigésimo primeiro de emancipação política administrativa.

As primeiras notícias da região que hoje compreende Nova Xavantina vêm de meados do século XVII. Bandeiras como a de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, e Pires de Campos percorreram a área por volta de 1660, capturando índios para depois vendê-los como escravos.

Estas expedições foram responsáveis pelo surgimento da lenda da Serra dos Martírios, um lugar fantástico indicado por formações geográficas que lembravam os martírios de Cristo, onde haveria muito ouro de superfície. O local descrito pelos bandeirantes nunca foi encontrado, mas rapidamente surgiram pequenas vilas garimpeiras, como a de Araés, ao longo do Rio das Mortes.
 
Entretanto, com o fim do ouro de lixiviação, os povoados logo foram abandonados. Somente em 1944, com a chegada da Expedição Roncador-Xingu, começou a ser erguida uma nova cidade. Em 28 de fevereiro daquele ano, um dos expedicionários avistou – de cima de um “pau d’óleo”, tipo de árvore típica da região – o Rio das Mortes. Em torno desta árvore foi construído o acampamento de Xavantina, nome escolhido pela Expedição em homenagem aos índios Xavantes, habitantes originais do lugar.
 
Estimulado pela Fundação Brasil Central, o vilarejo começou a crescer e a atrair a atenção de colonos. Há quem diga que, durante o governo Getúlio Vargas, o lugar foi cogitado como um dos possíveis locais para a construção da nova capital brasileira.

O segundo impulso desenvolvimentista ocorreu décadas depois, com a construção da ponte sobre o Rio das Mortes, parte da rodovia BR-158. Assim, nasceu o povoado de Nova Brasília, na margem oposta do rio. Com o estímulo do governo federal, especialmente com o Estatuto da Terra, em pouco tempo os povoados tornaram-se distritos cada vez mais populosos, abrigando migrantes de todo o país e, principalmente, do Sul.

Finalmente, em 1980, as duas cidades fundiram-se num município independente denominado Nova Xavantina. Segundo Archimedes Carpentieri, um dos responsáveis pela emancipação “foi uma luta dura, o pessoal de Barra do Garças não queria deixar a gente se separar”.

Nova Xavantina deu um salto de desenvolvimento na gestão do ex-prefeito Robison Pazetto. O ex-prefeito melhorou Nova Xavantina 40 anos em 8. Nunca se fez tantas obras nos oitos anos de mandato de Robison Pazetto.
 
Nova Xavantina localiza-se a uma latitude 14º40'24" sul e a uma longitude 52º21'11" oeste, estando a uma altitude de 275 metros. Sua população estimada em 2004 era de 17.485 habitantes. Nova Xavantina fica situada numa região de rara beleza natural, encontra-se numa posição estratégica para o turismo cercada pela Serra do Roncador entre a cidade de Barra do Garças e Nova Xavantina, a cidade é cortada pelo Rio das Mortes ou também chamado em sua nascente por Rio Manso, a cidade possui cerca de 20.000 habitantes segundo censo realizado em 2010 e sua principal atividade é a agropecuária.