14/08/2014 - Pedro Taques lamenta morte de Eduardo Campos e lembra lealdade do presidenciável

O candidato ao governo de Mato Grosso Pedro Taques (PDT) lamentou por meio de nota a morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), cujo partido fazia parte do arco de alianças de seu bloco de oposição em MT. 

Taques lembrou características do ex-governador de Pernambuco como o entusiasmo pelas mudanças no Brasil e a lealdade de Eduardo, que o apoiou tanto em 2010, quando foi candidato ao Senado, quanto posteriormente em 2013, quando Taques disputou a Presidência da Casa. 

“Me apoiou quando fui candidato ao Senado e continuou leal quando disputei a presidência da Casa, no ano passado. Foi um grande entusiasta das mudanças para o Brasil. Em Brasília, tivemos boas conversas sobre perspectivas para o futuro do país e dos estados do Centro-Oeste e Nordeste”, declarou Taques.

“Eduardo estava muito animado com a campanha. Tratava a possibilidade de ser presidente com muita seriedade e responsabilidade. Como grande estadista que era, gostava de valorizar as transformações na educação e economia de Pernambuco durante sua gestão”, declarou.

O candidato ao governo de Mato Grosso pelo PDT também lembrou a triste coincidência de Campos ter morrido no mesmo dia do seu avo, Miguel Arraes. 

Eduardo Campos visitaria Mato Grosso em duas oportunidades durante a eleição de 2014. 

Veja abaixo a íntegra da nota de Pedro Taques: 

Foi com pesar que recebi a informação da morte do candidato à Presidência da República e atual presidente do Partido Socialista Brasileiro, Eduardo Campos.

Tive o privilégio de conhecê-lo. Me apoiou quando fui candidato ao Senado e continuou leal quando disputei a presidência da Casa, no ano passado. Foi um grande entusiasta das mudanças para o Brasil. Em Brasília, tivemos boas conversas sobre perspectivas para o futuro do país e dos estados do Centro-Oeste e Nordeste.

Eduardo estava muito animado com a campanha. Tratava a possibilidade de ser presidente com muita seriedade e responsabilidade. Como grande estadista que era, gostava de valorizar as transformações na educação e economia de Pernambuco durante sua gestão.

Tristemente, Eduardo nos deixa num 13 de agosto, mesmo dia que perdemos, em 2005, Miguel Arraes, seu avô e grande político brasileiro.

Meus sinceros respeitos à família Campos e ao povo pernambucano.

 

 

Da Redação - Lucas Bólico

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