15/10/2013 - Daltinho, Candido e Neldo estão entre beneficiados

Quatorze suplentes já assumiram como deputados nesta legislatura na Assembleia. Deste total, quatro se efetivaram na vaga. Ondonir Bortolini, o Nininho (PR), se consolidou na vaga de Sérgio Ricardo (PR), que virou conselheiro do Tribunal de Contas (TCE) em maio do ano passado. Os demais foram beneficiados com a eleição municipal de 2012, oportunidade em que três deputados se elegeram prefeito de suas cidades.

 

O republicano Emanuel Pinheiro ficou na cadeira com a escolha de Walace Guimarães (PMDB) para a Prefeitura de Várzea Grande. Já Alexandre César (PT) conseguiu se fixar no lugar de Nilson Santos (PMDB) que se elegeu prefeito de Colíder. Pedro Satélite (PSD) se estabeleceu na vaga de Percival Muniz (PPS), prefeito de Rondonópolis.

 

Dentre os suplentes que tiveram oportunidade de chegar ao Legislativo estão o ex-presidente da Sanecap Aray Fonseca (PSD) de Cuiabá, os empresários Carlos Avalone (PSDB), da Capital, Gilmar Fabris (DEM), de Rondonópolis, Adalto de Freitas, o Daltinho (SSD), de Barra do Garças, e o jornalista e apresentador Luizinho Magalhães (PSD), de Primavera do Leste. 

 

Também tiveram espaço o locutor de rodeio Washington José (PTB), de Porto Alegre do Norte, o presidente da Empaer, Valdizete Nogueira (PSD), de Jaciara, o ex-secretário de Saúde de Lucas do Rio Verde Marcio Pandolfi (PDT), o advogado Cândido Teles (PSB), de Barra do Garças, e o produtor rural e ex-secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar Neldo Egon (PR), de Canarana.

 

A tendência é que o número de suplentes assumindo cadeira na AL aumente muito mais com a proximidade das eleições. Os deputados podem se licenciar para percorrer o interior e buscar a reeleição. Eles também têm acordos de rodízio, já costurados nas eleições passadas, porque precisam dos suplentes que são grandes puxadores de voto. Os suplentes possivelmente vão exigir o cumprimento do compromisso, já que são candidatos e precisam de espaço na Assembleia para fazer o palanque eleitoral.

 

Glaucia Colognesi

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