16/01/2014 - Restam 10 meses para fim da era Silval

Silval Barbosa entra na reta final da administração que, em dezembro, no apagar das luzes, terá completado 4 anos e 8 meses, com um secretariado mais técnico. Os considerados "políticos" saíram e para quase todas as vagas foram nomeados assessores com perfil mais técnico. Mesmo resistente a mudanças na equipe, o peemedebista, por uma série de circunstâncias, só não trocou 3 secretários, sendo eles a própria esposa, primeira-dama Roseli Barbosa (Trabalho e Assistência Social), José Alves (Auditoria-Geral) e Jenz Prochnow (Procuradoria-Geral). Em algumas das outras 18 pastas, como Administração, Saúde e Transporte, ocorreram entre 3 e 4 mudanças de comando desde a posse para este ano, em janeiro de 2011. Como o governo se aproxima do fim, partidos com integrantes que ocupavam cargos relevantes, agora começam a se distanciar, motivados pelo oportunismo e por novas perspectivas de poder. 

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Em meio a trocas no staff, Silval Barbosa apresenta equipe mais técnica nesta reta final do mandato

Para melhorar a popularidade, que está em baixa, Silval decidiu prosseguir no mandato até 31 de dezembro e, assim, não se arriscar como candidato ao Senado, o que o levaria à obrigatoriedade de renunciar ao mandato já em março. Acredita que, após levar tanto porrete, desfrutará da boa fase administrativa com inauguração de obras, especialmente voltadas à Copa-2014 e ao MT Integrado, com interligação por asfalto de 44 municípios. Será oportuno também para organizar e ajustar os números da máquina, desajustada e com crises pontuais em alguns setores. Neste último mandato, contagiado pelo advento da Copa do Mundo e pelas eleições gerais, o governo tem previsão de arrecadar e gastar R$ 13 bilhões. Deseja massificar a tese de tocador de obras e busca outros adjetivos.

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