16/03/2013 - Diretor de marketing reage à acusação de que TelexFree opera no esquema de pirâmide

A nota da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda que foi emitida na quinta-feira (14) e que sugere que a empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, representante da TelexFree no Brasil, atue com um “esquema de pirâmide financeira” - considerado ilegal - provocou reações da diretoria no país. O diretor de marketing da Ympactus, Carlos Costa reagiu item a item, mas ficou realmente irritado ao ter que explicar o item 5 do documento federal, que realça que a empresa opera com pagamento de comissões excessivas e a oferta de ganhos altos e rápidos.

“Eu queria saber onde é que tem isso, pelo amor de Deus. E se você souber que alguém está divulgando isso dessa forma, denuncie para a Telex Free. Estamos cansados de mandar e-mails, colocar informativos que nunca a empresa vai concordar com esse tipo de abordagem. A pessoa pode ganhar um dinheiro na TelexFree? Pode! Desde que ela venda mais, produza mais”, explicou aos seus divulgadores via Facebook. 

Quanto ao primeiro item, que ela não teria autorização para atuar no Brasil, respondeu: “A Ympactus só representa, não faz comércio. Se buscarem no contrato, nem inscrição estadual tem, já sabíamos disso. Ela presta serviço para a TelexFree no Brasil, ela não faz comércio no Brasil. 

Sobre o item que aponta como uma das irregularidades da TelexFree o estímulo à economia informal, ele considerou que não há incentivo algum, pois “uma vez que a renda que um divulgador obtém é informado diretamente à Secretaria da Receita Federal, como sendo renda de pessoa física e assim é tributado”. 

Ainda que ele tenha feito esclarecimentos para acalmar os ânimos de seus divulgadores e deixá-los “mais tranquilos”, muitos aproveitaram a deixa e usaram os comentários deste post para reclamar que estavam com problemas em receber valores. 

 

Da Redação - Lidiane Barros

Confira o vídeo de Carlos Costa com a íntegra da declaração

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