17/03/2015 - Caso Bruna: Demonstrando frieza, Michele conta que planejou o crime

Em depoimento a Policia Civil, Michele, assassina da jovem de 15 anos, afirma ter planejado a morte da garota para poder ficar com sua filha de apenas um mês de vida.

Sofrendo de uma gravidez psicológica, foi encontrada na casa da acusada, enxoval, berço, fraudas e produtos de higiene para bebê. Devido ao seu corpo de porte avantajado, ela convencia a todos ao seu redor que estava realmente grávida. O marido, uma pessoa simples que não tinha conhecimento do que estava acontecendo, comprava coisas de criança e acreditava que seria pai.

Periodicamente ia ao posto de saúde fazer ultrassom e exames de gravidez, foi onde conheceu Bruna que tinha ido consultar. Após oferecer algumas coisas de bebê para a vítima, Bruna saiu com a recém-nascida para buscar as coisas na casa de Michele.

Premeditando a morte da jovem para ficar com a criança, sua intensão era matar Bruna e falar que o bebê era sua filha. Em certo momento Bruna estava sentada na cama vendo os presentes e com um fone de ouvido, quando Michele desferiu alguns golpes com um martelo na cabeça da jovem. Após isso colocou a vítima em um saco de lixo preto no quintal de sua casa.

Depois do acontecido, sem saber o que fazer, Michele ficou andando pela rua com a criança no colo, das 9 horas até as 17 horas que foi o momento em que os investigadores deram voz de prisão.

A marreta que teria sido usada pela manicure de 25 anos para golpear e matar a adolescente, na última sexta-feira (13), foi encontrada pela polícia neste domingo (15) dentro de uma cisterna no terreno da casa da suspeita. O delegado da Polícia Civil Michael Mendes Paes, que investiga o crime, informou que, além da ferramenta, a suspeita também jogou o celular da vítima no poço.

A acusada foi levada para a delegacia civil e pela madrugada foi enviada para Penitenciária de Água Boa, uma vez que havia sérios comentários da população que indignada queria linchar a assassina. &039;&039;&128;&153;Pedimos para as pessoas não se igualarem a ela querendo justiça com as próprias mãos. Estamos investigando quem cogitou isso, pois pode ser um inicio de uma incitação e posteriormente pode se tornar uma participação moral de um crime&039;&039;&128;&153; Explica o Delegado Michel.

 

No sábado, Bruna foi velada no Cemitério Municipal, e a população fez uma carreata da igreja até o sepultamento. 

 

 

Fonte: Da Redação Augusto Camacho

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