18/08/20114 - Mulher que liderava assentamento é assassinada em discussão em União do Sul

Uma agricultora sem-terra foi assassinada durante uma discussão em Mato Grosso. O homem que é acusado de cometer o crime trabalha em uma fazenda vizinha ao acampamento. Maria Lúcia no Nascimento tinha 48 anos e liderava os trabalhadores sem-terra em União do Sul.

 

Além dela, outras 18 famílias disputam judicialmente uma área de aproximadamente 700 hectares, que pertence a duas fazendas.

 

A vítima foi morta a pelo menos 20 metros do lote onde morava. De acordo com a Polícia, os disparos foram feitos depois de uma discussão por causa do fogo que atingiu a propriedade.

 

O suspeito, Altair Borges de Brito, funcionário de uma das fazendas foi preso em flagrante em uma região de mata em União do Sul e será encaminhado a um presídio em Sinop. O delegado informou que tanto a agricultora quanto o fazendeiro já tinham registrado vários Boletins de Ocorrência por causa dos conflitos gerados pela disputa da terra.

 

“Ele está preso, vai ser autuado em flagrante por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vitima”, explica Hugo de Mendonça, delegado de Polícia.

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Uma agricultora sem-terra foi assassinada durante uma discussão em Mato Grosso. O homem que é acusado de cometer o crime trabalha em uma fazenda vizinha ao acampamento. Maria Lúcia no Nascimento tinha 48 anos e liderava os trabalhadores sem-terra em União do Sul.


 Além dela, outras 18 famílias disputam judicialmente uma área de aproximadamente 700 hectares, que pertence a duas fazendas.


 A vítima foi morta a pelo menos 20 metros do lote onde morava. De acordo com a Polícia, os disparos foram feitos depois de uma discussão por causa do fogo que atingiu a propriedade.


 O suspeito, Altair Borges de Brito, funcionário de uma das fazendas foi preso em flagrante em uma região de mata em União do Sul e será encaminhado a um presídio em Sinop. O delegado informou que tanto a agricultora quanto o fazendeiro já tinham registrado vários Boletins de Ocorrência por causa dos conflitos gerados pela disputa da terra.


 “Ele está preso, vai ser autuado em flagrante por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vitima”, explica Hugo de Mendonça, delegado de Polícia.

 

 

Globo Rural

Comentários

Data: 20/04/2015

De: Anonimo

Assunto: A verdade

Pois é!!!!! no caso a grileira foi a pessoa vítima do assassinato. A área invadida por ela, é particular e titulada pelo Incra.

Data: 18/08/2014

De: ula

Assunto:

é com isso que devemos ficar preocupados. Grileiros e pistoleiros que matam lideranças do campo merecem cadeia!

O Brasil já chegou num ponto em que alguns tipos de crime NÃO podem ser tolerados: agressão ao idoso; pistolagem; grilagem, pedofilia.

Esse assassinato em Uniao do Sul mostra a quadrilha instalada no governo do Estado. Talvez isso explique o desprezo com que o governador Sinval tratou o caso da suia-missu. Ele gosta é dos grandes.

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