18/12/2012 Os desatinos de uma justiça injusta

Os acontecimentos dos últimos dias no Posto da Mata merecem uma profunda reflexão de toda a sociedade. Sem querer entrar no mérito da questão avaliamos ser preciso queas sociedades civil organizada e não organizadas se mobilezem em defesa dos verdadeiros e reaisinteresses do País. O Brasil não pode ficar refém de organismos e entidades internacionais. Onde fica a soberania nacional? Como fica a sua gente? O seu povo? Pessoas estas que constituem a verdadeira riqueza de uma nação.


A nefasta retirada dos moradores da   Suiá-Missú é um exemplo clássico que as coisasprecisam ser repensadas. A forma como tem sido conduzida a desintrusão da Gleba em questão provocará de imediato, a médio e em longo prazo imensos e incalculáveis prejuízos sociais e financeiros. Quem pagará essa conta?  As possíveis respostas eu as deixo a quem de direito.


A grande preocupação de todas as pessoas de bem é aonde isso vai parar. Como sabemos, vivemos num país de proporções continentais e a questão do Posto da Mata é apenas a ponta de um gigantesco icebergue. Se vivemos, então, num País dito de estado democrático de direito, faz-se necessário tomadasde posições equilibradas, tanto da sociedade como dos poderes constituídos. Só assim, teremos um País livre e mais justo para todos os    brasileiros.


Enes Reys
Ger. Sindical

 

Comentários

Data: 19/12/2012

De: Alzira

Assunto: parabéns

Muito bem, Reys, se nossos governantes tivesse esse pensamento hoje não teria tanta gente ganhando de presente de natal, "a rua".

Data: 18/12/2012

De: Kalixto Guimarães

Assunto: Reys! Multiplicação dos Ideais

Certíssimo Reys, opiniões como a sua devem alastrar pelo Brasil afora e provocar o despertamento critico da nação inteira. Nos brasileiros não podemos ser humilhados e pisoteados pelos nossos próprios governantes, os quais, comandam este País, sobre os ditames do capitalismo judaico.

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