19/06/2012 - Saggin é o vice de Daltinho em Barra do Garças e mata MT Muito Mais

Cansado de esperar pela iniciativa do suplente de deputado Eduardo Moura, responsável por coordenar em Barra do Garças o Movimento Mato Grosso Muito Mais (PPS, PSB, PDT e PV), o empresário e advogado Sandro Saggin (PSB) saiu do grupo e fechou aliança com outra ala da oposição. Ele será o vice da chapa liderada pelo deputado estadual Adalto de Freitas, o Daltinho, numa composição majoritária PMDB-PSB. O bloco atraiu também o PC do B, o PSC e o PMN.

 
Em entrevista nesta segunda à noite, Saggin se mostrou chateado pelo comodismo ou ação proposital de Eduardo, que recebeu aval do PPS e até do PDT do deputado Zeca Viana e do senador Pedro Taques para construir uma candidatura sólida pelo Mato Grosso Muito Mais, mas não demonstrou o mínimo de interesse no projeto. Dono da Faculdade Catedral e presidente licenciado da seccional da OAB, Saggin revela que desde março do ano passado vinha buscando fortalecer o grupo. Atraiu o PMN e incentivou 30 pessoas a entrarem na lista de pré-candidatos a vereador pelo MT Muito Mais. Depois de muito esforço, sentiu-se frustrado. Sua alternativa, então, foi se juntar a Daltinho, que já concorreu a quatro eleições, uma delas, sem êxito, para prefeito de Barra do Garças, cidade pólo do Araguaia.
 
Sandro Saggin considera que agora a única candidatura que se desponta como de oposição e já com 5 partidos (PMDB, PSB, PC do B, PSC e PMN) é a de Daltinho, de cuja chapa passa a fazer parte como vice. Segundo ele, a pré-candidatura de Beto Farias (PSD), embora este se declare adversário, representa o mesmo grupo do prefeito Wanderlei Farias (PR), primo do social-democrata.
 
O prefeito, por sua vez, decidiu que não vai à reeleição e deve lançar a sobrinha, vereadora Andreia Santos (PR), como nome da situação e com a força da máquina. Com o grupo de Wanderlei estão cinco legendas: PR, PTB, PV, PP e PSDB. O pedetista Ubaldino Rezende, apesar de isolado, se mantém no páreo. O DEM do vice-prefeito Irineu Pirani está solto, ou seja, sem destino, assim como o PPS de Eduardo Moura.
 
Romilson Dourado

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