19/12/2011 - Pontes de madeira da MT 326 preocupam transportadores de calcário

 

Um dos assuntos mais discutidos  em toda região que rederam muitas reportagens com reclamações foi às condições da MT 326 a famosa Rodovia do Calcário. Chegamos ao fim de 2011 e muito pouco foi feito para resolver os problemas de uma estrada que é a principal rota por onde passa o transporte do principal produto para desenvolver toda a região do Vale do Araguaia.

 

Transportadores de Calcário estão preocupados com o estado precário das pontes, haja vista que a maioria delas não é usada no tempo da seca. Desvios são construídos para diminuir o risco de acidentes e para conservar a estrutura de madeira. “Estamos parados devido às festas de fim de ano, mais dia 10 de janeiro recomeça o carregamento  de calcário e estamos preocupados com a conservação das pontes. A maioria está quebrada, uma delas do rio Água Suja é muito baixa, quando chove muito na cabeceira do rio a ponte fica submersa e o tráfego fica bloqueado e causa transtornos, as pontes são de madeira e não tem mais condições de receber o volume de tráfego de até 600 carretas no ápice da safra de calcário". Disse à nossa reportagem um carreteiro revoltado.

 

A reportagem ouviu também alguns empresários do ramo de transportes que estão preocupados com o risco de perda do patrimônio e de vidas. “A maioria dos caminhões custa por volta de 300 mil e muitos não tem condições de pagar ou revalidar o seguro que gira em torno de 25 mil anuais e nessa situação coloca o capital e a vida em risco”.

 

Outro motorista disse que é uma irresponsabilidade continuar reformando pontes. “Ponte tem que ser de concreto. Podem custar 100% mais cara, só que o investimento é compensatório por que faz uma única vez e pronto. Tem só uma ponte de concreto no trajeto da MT 326 foi construída a mais de 20 anos e está intacta”.

 

Escrito por Kassu / Água Boa News  

 

 

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