21/11/2015 - 'Faria tudo de novo', diz mãe de oito após dar à luz trigêmeas em Cuiabá

21/11/2015 - 'Faria tudo de novo', diz mãe de oito após dar à luz trigêmeas em Cuiabá

A família da dona de casa Agna Rodrigues Siqueira que já era grande cresceu ainda mais com a chegada de uma vez só de Maria Letícia, Maria Eduarda e Maria Vitória, as "três Marias", como a mãe se refere. As trigêmeas nasceram há uma semana e estão internadas no Hospital Geral Universitário de Cuiabá.

Agna, que já era mãe de oito filhos, recebeu alta na terça-feira (17) e aguarda as filhas deixarem a unidade de saúde para voltar a Querência, a 912 km de Cuiabá, onde mora.

Agora, mãe de 11 filhos, quase um time de futebol, Agna disse que 'fechou a fábrica'. Logo após o parto, ela foi submetida a uma cirurgia para a ligadura das trompas. No entanto, nenhuma das outras gravidezes foi de gêmeos.

Bebês estão na incubadora sem previsão de alta (Foto: Herinea Coleta/ Arquivo pessoal)
Bebês estão na incubadora sem previsão de alta (Foto: Herinea Coleta/ Hospital Geral Universitário)
 

Para ela, a chegada dos novos membros da família foi muito emocionante. "É uma sensação muito boa ser mãe de três. Elas vieram porque Deus me deu mesmo", afirmou.

Agna aguarda em casa de apoio filhas receberem alta (Foto: Nathalia Lorentz/ G1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O filho mais velho dela já tem 18 anos e lhe deu uma neta, chamada Letícia. O nome de uma das trigêmeas foi escolhido em homenagem à neta de 11 meses. As meninas nasceram de oito meses após uma gestação de repouso, duas delas pesando 1.800 kg e outra 1.900 kg.

A notícia de que esperava trigêmeos foi recebida com grande surpresa. "Durante o exame de ultrassonografia, a médica me falou: 'atrás de uma coisa tem mais uma. Você está grávida de três'. E eu falei: 'doutora, a senhora está brincando né?'. Me desesperei, chorei muito. Fiquei com medo de não conseguir chegar aos nove meses. Fiquei em repouso", contou.

Ela nem retira as pulseiras necessárias para visitar as filhas no hospital (Foto: Nathalia Lorentz/ G1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Devido eventual risco de os bebês nascerem prematuros, Agna e o marido dela foram para Cuiabáe ficaram em uma casa de apoio. Ainda não há previsão de as trigêmeas receberem alta. Longe das filhas, a dona de casa disse que mal tem conseguido dormir, imaginando que as meninas estão sozinhas no hospital.

Agna está no terceiro casamento e os outros oito filhos são dos dois primeiros casamentos.

Os filhos, sendo o mais novo de dois anos, estão com os respectivos pais em Goiânia e em Alto Boa Vista, a 1.064 km de Cuiabá. Com o marido, que trabalha como pintor, sem trabalhar, a família está contando com o recebimento de doações para o enxoval das trigêmeas.

 

 

G1/MT

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