22/05/2013 - PONTAL DO ARAGUAIA - Vereadora Leila Barbosa, pede explicações

 

A greve dos profissionais da rede municipal de educação de Pontal do Araguaia – MT, chega ao seu oitavo dia, sem nenhum avanço nas negociações.

 

De acordo com o comando de greve, das várias reivindicações em pauta, algumas são de fácil resolução, dependendo apenas de vontade política, porém, a prefeita Divina Oda não se manifestou, até o presente momento, ignorando o movimento grevista, não apresentando contra proposta nem sequer, abrindo espaço para o diálogo.    

 

Segundo o sindicato da categoria, os repasses do FUNDEB – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, tem aumentado gradativamente, ultrapassando a cifra de meio milhão de reais, neste primeiro trimestre de 2013, o que daria para cumprir, com folga, as reivindicações da categoria.

 

Os Profissionais da Educação de Pontal do Araguaia, ainda, em setembro de 2012, dialogaram com a então candidata a prefeita Divina Oda, no sentido de comprometê – la com a correta aplicação dos recursos arrecadados e com a carreira dos profissionais da educação zelando pelo bom funcionamento dos serviços ofertados, incluindo a implantação do Piso Salarial Nacional que hoje é R$ 1.567,00, o que ainda não ocorreu.

 

Dentre as reivindicações da categoria, estão: a melhoria das condições de trabalho, formação continuada, melhoria da estrutura física da unidade escolar, readequação do laboratório de informática, dentre outras.

O impasse levou a vereadora Leila Barbosa – DEM, a requerer do Secretário Municipal de Educação, Ivan Gouveia, explicações sobre o diálogo entre o executivo municipal e a classe trabalhadora a fim de colocar um ponto final na paralisação.

 

O requerimento da vereadora Leila Barbosa teve aprovação por unanimidade dos vereadores, numa demonstração de solidariedade às reivindicações da classe trabalhadora.

 

No uso da tribuna livre, a maioria absoluta dos vereadores, manifestou pelo diálogo que leve ao fim da greve, resta esperar.  

 

Texto: Profº “KK” 

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