23/08/2016 - Paulo Taques acusa sindicato de fazer paralisação 'política' e liga ato à eleição para prefeito

23/08/2016 - Paulo Taques acusa sindicato de fazer paralisação 'política' e liga ato à eleição para prefeito

O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, acusou o presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Estado de Mato Grosso, João Batista, de usar a sua posição sindical para beneficiar o candidato a prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB). Ele citou em entrevista na noite desta segunda-feira (22) que no mesmo dia em que o sindicato protocolizou um aviso de uma paralisação de 24 horas, Batista posou foi marcado em fotos ao lado de um candidato a prefeito em uma rede social.
 
O aviso de paralisação feito pelo sindicato no último dia 16 tem como base o argumento de que as negociações com o governo estão travadas, o que Paulo Taques nega com veemência. “As pautas que o Sindicato dos Agentes Prisionais colocou estão todas em andamento”, garantiu.


A foto citada por Paulo Taques. (Reprodução: Facebook) 

“Scanner corporal para fazer a revista nos presídios, colete a prova de balas, uniforme, melhora da jornada de trabalho. Todas as pautas estão em andamento. O que nos causa estranheza, e é preciso colocar isso de uma maneira muito clara, é que a impressão que o nosso governo tem é que estão tentando fazer uso de um sindicato, que é uma associação de servidores que merecem o nosso respeito, tem legitimidade para pleitear os direitos da categoria”, opinou.
 
“A sequência dos fatos nos levam a temer o uso eleitoreiro, porque no mesmo dia em que determinado candidato para prefeito de Cuiabá registra uma foto com os presidentes de sindicatos – o que é legítimo, é de direito nós vivemos numa democracia – nesse mesmo dia o sindicato faz um protocolo na Casa Civil dizendo que vai paralisar 24 horas porque as pautas estão paradas sem justificativa do governo. Isso é uma mentira. Todas as pautas estão em andamento, servidor publico merece respeito, a greve é um instrumento que só deve ser usado em casos extremos, nós já vivenciamos isso, ainda mais a greve de agentes penitenciários”.


Aviso de paralisação foi protocolizado dia 16, mesma data da foto com o candidato Emanuel Pinheiro. 

O secretário ainda lembrou a onda de ataques comandados de dentro dos presídios durante a greve do sistema penitenciário. “Nós vivenciamos num passado recente um estado de caos que foi a cidade de Cuiabá e Várzea Grande o terror que se instalou por causa dessa greve. Eu disse ao sindicato, seu pleito é legítimo e vamos recebê-los todos aqui sempre, mas nós não podemos permitir que candidato a prefeito de Cuiabá use esse instrumento de maneira irresponsável e de forma eleitoreira”, finalizou.
 
“Ciuminho”                                    
 
O presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Estado de Mato Grosso rebateu Paulo Taques afirmando que a fala do chefe da Casa Civil não passa de “ciúmes”. Ele ainda sustenta que o aviso de paralisação protocolizado junto ao Governo do Estado é apenas conseqüência do não cumprimento dos prazos estabelecidos com o sindicato.
 
“No meu ponto de vista ele está com ciuminhos, se fosse uma questão política, ela começou há quase 2 anos, quando a gente veio negociando essa pauta com o governo. O concurso foi negociado para dezembro do ano passado e não cumpriram. Ele [Paulo Taques] está tentando achar um desculpa”, rebateu.
 
Na tarde desta segunda-feira (22), Paulo Taques, os secretários Júlio Modesto e Márcio Dorileo se reuniram com João Batista para tratar da paralisação. “O secretário pontuou que os prazos serão cumpridos e que o governo irá fazer o possível para cumprir essa pauta”, afirmou o presidente do sindicato ao término da reunião.

 

 

 

Da Reportagem Local - Laíse Lucatelli/ Da Redação - Lucas Bólico

Comentários

Data: 24/08/2016

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: luisodomingues@hotmail.com

PF prende temporariamente presidente do PSDB de Goiás
Divulgação
Diretório Estadual do PSDB diz que doações para campanhas do partido foram declaradas à Justiça - Afreni Gonçalves Leite
Afrêni Gonçalves Leite, presidente do PSDB de Goiás
BELA MEGALE
DE BRASÍLIA

24/08/2016 07h52 - Atualizado às 09h00
Compartilhar3
Mais opções
PUBLICIDADE
A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (24) o presidente do PSDB de Goiás, Afrêni Gonçalves Leite, pela operação Decantação, que investiga o suposto desvio de R$ 4,5 milhões de dinheiro público por meio de contratos fraudulentos da Saneago, empresa de Saneamento de Goiás.

O PSDB de Goiás aparece como um dos beneficiários do esquema por supostamente receber dinheiro ilícito por meio de doações legais e também via caixa dois. Por isso, o presidente foi preso temporariamente.

As investigações indicam que dirigentes e colaboradores da Saneago promoveram licitações fraudulentas por meio de contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema. Ainda segundo a polícia, essa consultoria teria direcionado dinheiro a beneficiários de propina, entre eles o PSDB.

De acordo com a PF, recursos oriundos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), de financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas do partido.

No total estão sendo cumpridos 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão em Goiânia (GO), Aparecida de Goiânia (GO), Formosa (GO), Itumbiara (GO), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).

Além da sede do PSDB em Goiânia, também são alvos de busca a sede Saneago e de empresas envolvidas nas fraudes, além de residências e endereços ligados aos investigados.

A PF também apurou que a consultoria contratada pela Saneago direcionava a contratação de empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais.

Foi pedido o afastamento de oito servidores do cargo.

A operação foi feita em parceria com o Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência, e evitou, segundo a PF, um prejuízo de quase R$ 7 milhões, de acordo com dados da PF.

Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraudes em processos licitatórios.

O nome Decantação remete ao processo de tratamento de água, em que ocorre a separação de elementos heterogêneos.

HISTÓRICO

A investigação começou com o levantamento de crimes licitatórios para o fornecimento de estação elevatória de água do sistema de abastecimento de Luziânia, o Corumbá IV. Posteriormente, também foram identificados indícios de fraudes nos contratos para a ampliação do sistema de esgotamento de Goiânia, o Meia Ponte.

Segundo o Ministério da Transparência, no Corumbá IV houve direcionamento de licitação e outras irregularidades que geraram prejuízo efetivo de mais de R$ 1 milhão e prejuízo potencial de R$ 6 milhões. O valor do contrato de repasse do Corumbá IV envolve R$ 17,3 milhões.

No Meia Ponte o prejuízo efetivo seria de R$ 3,4 milhões e o potencial de R$ 1,7 milhão. Esse sistema recebeu aplicação de R$ 67,4 milhões.

Data: 24/08/2016

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: luisodomingues@hotmail.com

PF prende temporariamente presidente do PSDB de Goiás
Divulgação
Diretório Estadual do PSDB diz que doações para campanhas do partido foram declaradas à Justiça - Afreni Gonçalves Leite
Afrêni Gonçalves Leite, presidente do PSDB de Goiás
BELA MEGALE
DE BRASÍLIA

24/08/2016 07h52 - Atualizado às 09h00
Compartilhar3
Mais opções
PUBLICIDADE
A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (24) o presidente do PSDB de Goiás, Afrêni Gonçalves Leite, pela operação Decantação, que investiga o suposto desvio de R$ 4,5 milhões de dinheiro público por meio de contratos fraudulentos da Saneago, empresa de Saneamento de Goiás.

O PSDB de Goiás aparece como um dos beneficiários do esquema por supostamente receber dinheiro ilícito por meio de doações legais e também via caixa dois. Por isso, o presidente foi preso temporariamente.

As investigações indicam que dirigentes e colaboradores da Saneago promoveram licitações fraudulentas por meio de contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema. Ainda segundo a polícia, essa consultoria teria direcionado dinheiro a beneficiários de propina, entre eles o PSDB.

De acordo com a PF, recursos oriundos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), de financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas do partido.

No total estão sendo cumpridos 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão em Goiânia (GO), Aparecida de Goiânia (GO), Formosa (GO), Itumbiara (GO), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).

Além da sede do PSDB em Goiânia, também são alvos de busca a sede Saneago e de empresas envolvidas nas fraudes, além de residências e endereços ligados aos investigados.

A PF também apurou que a consultoria contratada pela Saneago direcionava a contratação de empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais.

Foi pedido o afastamento de oito servidores do cargo.

A operação foi feita em parceria com o Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência, e evitou, segundo a PF, um prejuízo de quase R$ 7 milhões, de acordo com dados da PF.

Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraudes em processos licitatórios.

O nome Decantação remete ao processo de tratamento de água, em que ocorre a separação de elementos heterogêneos.

HISTÓRICO

A investigação começou com o levantamento de crimes licitatórios para o fornecimento de estação elevatória de água do sistema de abastecimento de Luziânia, o Corumbá IV. Posteriormente, também foram identificados indícios de fraudes nos contratos para a ampliação do sistema de esgotamento de Goiânia, o Meia Ponte.

Segundo o Ministério da Transparência, no Corumbá IV houve direcionamento de licitação e outras irregularidades que geraram prejuízo efetivo de mais de R$ 1 milhão e prejuízo potencial de R$ 6 milhões. O valor do contrato de repasse do Corumbá IV envolve R$ 17,3 milhões.

No Meia Ponte o prejuízo efetivo seria de R$ 3,4 milhões e o potencial de R$ 1,7 milhão. Esse sistema recebeu aplicação de R$ 67,4 milhões.

Data: 24/08/2016

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: luisodomingues@hotmail.com

Política Nacional
Terça, 23 de agosto de 2016, 15h24
EX-PRESIDENTE DO PSDB DE MINAS
Tribunal nega liberdade para ex-presidente do PSDB

R7
O ex-deputado federal e ex-presidente do PSDB de Minas Narcio Rodrigues vai continuar preso na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou nesta quinta-feira (4) dois pedidos de liberdade apresentados pela defesa do tucano.

Os três desembargadores da Segunda Câmara do TJMG indeferiram o pedido de habeas corpus e até mesmo a solicitação de prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. A defesa alegou que o político está com quadro de saúde debilitado e que o sistema prisional não oferece condições para atendê-lo. O argumento foi rejeitado pelos desembargadores.

Narcio está preso desde 30 de maio em decorrência da operação Aequalis do Grupo Especial de Promotores de Justiça do Estado. A operação desvendou um esquema de lavagem de dinheiro e desvio de verbas do projeto Cidade das Águas, em Frutal, no Triângulo Mineiro, reduto político de Narcio e do seu filho, o deputado federal Caio Narcio (PSDB). Idealizado para ser uma referência internacional no estudo das águas, o projeto vai completar dez anos em 2017 e já consumiu cerca de R$ 200 milhões dos cofres públicos. Mas acabou virando um dos maiores elefantes brancos do país.

Nesta quinta-feira, o pedido que foi indeferido pelo TJMG tem relação ao processo que Narcio responde em relação a compra de equipamentos da Cidade das Águas. Na próxima semana, o tribunal deve julgar o outro habeas corpus sobre o processo de desvio na obra. O defensor do ex-deputado declarou que vai recorrer da decisão do TJMG junto ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília.

Data: 24/08/2016

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: luisodomingues@hotmail.com

Eu não vou chamá-lo de burro, porque estarei prejudicando a imagem do animal. É muita falta de conhecimento de tal Paulo Taques já que todos nós somos seres políticos. Fazemos política dia e noite. Também discutimos política partidária todos os dias. Esse indivíduo é analfabeto politico e funcional ou acredita que a população sabe lado sobre o tema. Ele próprio está no governo fazendo o quê? Política partidária do PSDB que é o partido ideológicamente contra o povo pobre. Máfia.

Novo comentário