23/09/2013 - Cidade é fechada em MT e casas são queimadas em conflito de terras

Polícia informou que acesso à Luciara (MT) está impedido há três dias.
Fazendeiros e retireitos estão em conflito por áreas da União, disse ICMBio.

 

Duas casas de moradores de comunidades localizadas em terras da União, em Luciara, a 1.180 quilômetros de Cuiabá, foram queimadas durante um conflito envolvendo retireiros e fazendeiros. Uma delas foi incendiada na manhã deste domingo (22) e outra, de propriedade do presidente da Associação dos Retireiros do Araguaia, Rubem Taverny Sales, na noite de quarta-feira (18). De um lado, os sitiantes defendem a criação de uma reserva florestal e, de outro, outros proprietários de terras temem ser expulsos do local, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

 

A Polícia Militar do município informou que os manifestantes, que fazem parte da Associação de Produtores Rurais da Região, estão bloqueando as estradas de acesso ao município desde a última quinta-feira (19). A polícia disse não ter sido comunicada sobre o protesto contra a criação dessa reserva. A reportagem não localizou o presidente dessa associação neste domingo.

 

Rubem, que faz parte da Comissão Nacional de População Tradicional, contou que há um grupo de fazendeiros e grileiros que são contra a criação dessa unidade de conservação. Segundo ele, a cidade está praticamente fechada, com várias barreiras nas estradas que dão acesso ao município, para evitar a entrada de pesquisadores que vão colher informaçães acerca da vida dos retirantes...

 

"A cidade está fechada nos dois sentidos. Ninguém entra e ninguém sai. Queimaram a minha casa e tentaram queimar o meu carro", disse um morador, explicando que há dois anos, desde a cogitação da criação dessa reserva, começaram os conflitos, porém, recentemente, mais acirrado. "Minha irmã, que é bióloga e já se manifestou a favor dessa unidade de conservação, foi ameaçada de morte. Disseram que vão queimá-la viva", frisou Rubem. Ele registrou boletim de ocorrência na polícia por conta do incêndio supostamente criminoso. Há quase 100 famílias de retireiros cadastradas na associação.

 

Além das casas queimadas, pesquisadores e um grupo de alunos de mestrado em geografia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também foram expulsos da cidade pelos grandes proprietários de terras, que estariam com medo de que fizessem uma consulta pública para transformar a área em Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS). O professor Cornélio Silvano Vilarinho Neto, que coordenava o grupo, disse que o ônibus em que estavam foi barrado duas vezes na estrada e foram obrigados a voltar para Cuiabá.

 

Conforme o professor, eles foram impedidos de continuar a viagem com destino a São Félix do Araguaia, a 1.159 km da capital, passando por Luciara. "Eles avançaram no ônibus, andamos um pouco e, depois que paramos, conversei com eles, disse que iríamos para São Félix do Araguaia e eles disseram que tínhamos que voltar para Cuiabá, se não iriam atear fogo no ônibus. Fomos parados duas vezes e monitorados até que chegássemos em Alto Boa Vista, por homens que estavam em uma caminhonete. Notamos que eles não estavam brincando com a gente", relatou.

 

O professor contou que a viagem era para conhecer a região, mas eles foram confundidos com pesquisados do Instituto Chico Mendes. "Iríamos fazer um trabalho para conhecer a região, claro que iríamos conversar com os retireitos, conheço esses retireiros, mas nunca imaginei que tivesse esse conflito", disse. Segundo ele, com a criação dessa associação de retireiros, os pequenos pecuaristas, que estão no local há muitos anos, descobriram que essas terras são devolutas da União, e daí pediram que fosse transformada em unidade de conservação, porém, "os fazendeiros que estão no local demonstraram resistência e, por isso, estão fazendo ameaças". Outro pesquisador já havia sido impedido de permanecer na cidade nessa mesma semana.

 

Por conta dessas ações criminosas e de ameaças, inclusive aos moradores, o representante do ICMBio em Mato Grosso, Fernando Francisco Xavier, informou ter pedido ao governo do estado reforço policial, bem como que solicite intervenção da Força Nacional de Segurança na região. "A situação em Luciara é gravíssima. Nessa semana, chegou em um nível de confronto até então não estabelecido na áre, a ponto de pessoas fecharem a cidade de Luciara", avaliou.

 

Fernando Xavier explicou que existe um grupo de moradores que participou da colonização de Luciara e que, desde o início desse processo, criam gado em áreas inundadas no Araguaia. "Quando alaga eles levam o gado para áreas mais altas e quando abaixa voltam com o gado. Agora, eles pleiteam uma unidade de conservação federal para garantir o território e manutenção das atividades agroextrativistas", disse. Porém, segundo ele, há muitos posseiros na região que são contra essa ideia. 

 

Na avaliação do representa do ICMbio, houve equívoco por parte dos fazendeiros, já que nem o pesquisador, nem o grupo da UFMT, iriam realizar consulta pública. "Tem algumas pessoas, com interesses contrários, disseminando informações erradas de que esses fazendeiros seriam retirados da área. O processo ainda não está pronto, mas precisamos aprofundar esse debate.  Nós estamos preocupados porque tem pessoas sendo ameaças lá e hoje queimaram outra casa", pontuou.

 

Escrito por Pollyana Araújo Do G1 MT  

Comentários

Data: 26/09/2013

De: Fernando e Rubem

Assunto: Jossiney e gela

Eles mesmo fizeram essa graça de toca gogo e atirá na casa do zecao, tudo combinado, a mesma fraude do posto da mata Pra xamr a os PF ...
Dom Pedro e Pt fooooooooooooraaaaa

Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Corrupção do governo do PSDB/IEDA -2008


Política / Zero Hora -RS | 24/09/2013 16h57min
CORRUPÇÃO DO PSDB NO EX-GOVERNO DO RS -2008
Yeda Crusius voltará a ser ré em ação de improbidade da Operação Rodin
Caso se arrasta desde 2009, quando a ex-governadora e outras oito pessoas foram acusadas de participação no desvio de verbas
Adriana Irion | adriana.irion@zerohora.com.br

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou na tarde desta terça-feira recurso do Ministério Público Federal (MPF) visando a incluir novamente a ex-governadora Yeda Crusius como ré em ação de improbidade oriunda das investigações da Operação Rodin.

O debate se arrasta desde 2009, quando Yeda, então governadora do Estado, e outras oito pessoas foram acusadas pelo MPF de participação no desvio de verbas do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Corrupção dos veredores do PSDB-São Paulo

Vereador do PSBD, Andrea Matarazzo é indiciado por corrupção, diz jornal
Vereador do PSDB teria recebido propina da empresa francesa Alstom, segundo inquérito enviado pela PF ao Ministério Público por Redação — publicado 06/08/2013 15:16
Ministério Público de SP investigará 45 inquéritos sobre Metrô e CPTM
Cade se tornou instrumento de polícia política, diz governo de SP.
Governo de SP sabia de cartel no metrô, afirma Siemens.
"Superfaturamento de 30% em trens e metrô lesou cofres em 425 milhões de reais"
O vereador Andrea Matarazzo (PSDB), ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso e um dos líderes da oposição na Câmara Municipal de São Paulo, foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva no que ficou conhecido como Caso Alstom. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a Folha, a Polícia Federal encerrou em agosto de 2012 uma investigação feita com base em documentos do Ministério Público da Suíça a respeito das negociações da empresa francesa com o governo de São Paulo entre 1995 e 2003. Segundo a PF, afirma o jornal, uma troca de mensagens de 1997 mostra executivos da Alstom discutindo o pagamento de vantagens ao PSDB, à Secretaria de Energia e ao Tribunal de Contas.
O nome de Matarazzo não aparece como destinatário dos pagamentos, diz o jornal, mas a PF entendeu que ele foi um dos beneficiados porque foi secretário em 1998, ano em que um dos contratos com a empresa francesa foi assinado. De acordo com a Folha, este inquérito está com o Ministério Público Federal, que não se pronuncia sobre o tema pois está em vigor um segredo de justiça.
A Carta Capital, a Polícia Federal informou que há um segundo inquérito sobre possíveis crimes relacionados a obras ou serviços executados no metrô de São Paulo. As investigações ainda estão em andamento e também correm sob segredo de justiça.
Além de secretário estadual de Energia do governo Mario Covas (PSDB), Matarazzo presidiu a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) entre 1995 a 1998. Depois, deixou o governo estadual para ser ministro-chefe da Secretaria de Comunicação de Governo de FHC e embaixador do Brasil na Itália.




Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Corrupção do PSDB de São Paulo




23 de Setembro de 2013 - 11h30
Deputado cobra instalação de CPI para investigar tucanos

Em pronunciamento na tribuna da Câmara, o deputado Luiz Couto (PT-PB) citou denúncias sobre o escândalo do chamado “propinoduto tucano” e cobrou a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso que envolve formação de cartel e superfaturamento de licitações do metrô de São Paulo.

O parlamentar petista leu trechos da matéria “A conta Secreta do Propinoduto”, da revista IstoÉ, edição número 2284, que denuncia o esquema de movimentação financeira do cartel do qual faziam parte as multinacionais Siemens e Alstom. “O valor de 20 milhões de euros passou pela chamada conta da propina, durante quatro anos, beneficiando tucanos ligados ao escândalo do metrô. Este dinheiro para os tucanos saiu, segundo a revista, de uma conta intitulada ‘Marília’, aberta no Multi Commercial Bank, em Genebra. Essa conta foi usada para subornar gestores públicos”, disse Couto.

O deputado informou que o Ministério Público já tinha identificado contas em bancos de Nova York (EUA) e de Luxemburgo, além de ter apurado detalhes da operação do cartel. “Eram empresas da área de transporte sobre trilhos, com um esquema de troca de informações com objetivo de não deixar rastros das falcatruas. Eram criados e-mails em um serviço gratuito e as senhas eram encaminhadas para integrantes de outras companhias que estavam envolvidas no esquema. Ali se combinavam preços, superfaturamentos de licitações e pagamentos de comissões. Os e-mails fantasia eram usados para não deixar rastros, e as perguntas e respostas eram gravadas na pasta de rascunhos e posteriormente apagadas”, explicou Luiz Couto.

Na opinião do parlamentar, a demora para surgir a denúncia não vai impedir a adequada apuração do caso. “A verdade pode demorar a surgir, mas ela surgirá como farol que lança suas luzes para o mar e para a terra. Com a aprovação de uma CPI para investigar o Trensalão, teremos a oportunidade de demostrar como o processo de corrupção está espalhado por todo nosso país”, cobrou, alertando que o Ministério Público e o Tribunal de Contas de São Paulo encontraram fortes indícios de que o esquema do metrô continua a operar.

“São contratos em vigor firmados por José Serra e Geraldo Alckmin que estão sendo analisados profundamente. São contratos que foram assinados em 2008 e 2009 para reformar os trens das linhas 11 (azul) e linhas 3 (vermelha) que estão ainda em vigor”, afirmou.

“Como os gafanhotos que devastam e destroem a boa plantação, assim são os corruptos. Os alvos principais das investigações que buscam desvendar as suspeitas de formação de cartel, corrupção, lavagem e pagamento de propina pelo consórcio encabeçado pela alemã Siemens e a francesa Alstom, em 23 anos de negócios com o governo de São Paulo, estão se desvendando em linhas retas, estreitas e com sua locomotiva lenta”, prosseguiu Couto

Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Corrupção do PSDB

PSDB paulista vai cobrar quem saiu sem pagar após almoço com Aécio
No convite para o almoço realizado com a bancada de deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo do PSDB e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi informado que cada presente pagaria por sua refeição em um restaurante na região central da capital paulista: R$ 68. No entanto, alguns parlamentares deixaram o evento sem pagar.

O presidente do diretório estadual do PSDB, deputado Duarte Nogueira (PSDB), afirmou que o tesoureiro do partido estava presente e faria o levantamento de quem não pagou para cobrar.
No cardápio salada de folhas verdes e para o prato principal era possível optar entre filé à parmegiana, capeletti recheado de carne ao molho quatro queijos ou peixe à Fiorentina. Garçons serviram também uísque e vinho, não inclusos no pacote.

Sexta –feira: 30 de agosto de 2013.

Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Conflito de terra

24/09/2013
Nota: Sintep/MT repudia omissão dos poderes públicos no conflito em Luciara
Comércio fechado, cidade interditada, casas das lideranças dos retireiros incendiadas. Está instalado mais um conflito de terra, anunciado há mais de 10 anos, em Luciara, cidade localizada às margens do Rio Araguaia, a 1.180 quilômetros de Cuiabá. Parece que, mais uma vez, o Governo vai esperar que aconteçam as mortes de trabalhadores/as que defendem sua terra para que tome uma atitude. Pessoas estão sendo ameaçadas! Vidas poderão ser ceifadas.
Nos últimos dias as lideranças dos Retireiros e os apoiadores do movimento que luta para que o Estado Brasileiro reconheça a identidade e a territorialidade dos retireiros/as vem sofrendo diversos tipos de ameaças, perseguições e até tentativas de homicídio. A luta é pela construção da territorialidade de comunidades tradicionais e primárias que vivem nas margens alagadas do Rio Araguaia, especificamente em Luciara há quase um século.
A cidade já foi sitiada por forças reacionárias (associação de fazendeiros e apoiadores) movida pelo ódio e pela intolerância. Fundamentalmente, porque tramita no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) um processo de instituição de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS), no qual a área envolvida visa constituir área territorial para os Retireiros do Araguaia.
A insegurança está instalada em Luciara, diante dos seguintes fatos:

1. Os Fazendeiros fecharam as vias de acesso ao município por terra, ar e água em função de um grupo de pesquisadores da UFMT estarem se dirigindo para Luciara com o objetivo de construir com Retireiros uma cartografia social. O ônibus que transportava os pesquisadores foi obrigado a retornar e foi escoltado por homens armados por 180 km.
2. Utilizando de instrumentos de pressão e caos buscam intimidar todos aqueles que são favoráveis à criação da RDS.
3. O Líder dos Retireiros Sr. Ruben Sales está sitiado em sua casa, sem proteção do Estado Brasileiro e homens encapuzados tentaram incendiar sua residência.
4. Os retiros (casas dos Retireiros) de dois companheiros foram incendiados.
5. Na madrugada de segunda-feira (23/09) atiraram duas vezes na porta da casa do Professor José Raimundo, líder pastoral e dirigente local do Sintep/Luciara.

CADÊ O PODER DE POLÍCIA DO ESTADO DE MT? CADÊ A ATUAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL? Até quando teremos que assistir o Estado Absoluto e de Exceção do poder econômico do Agronegócio e da Agropecuária imperar sob os direitos humanos e o respeito à vida dos/as trabalhadores/as?
Nesse sentido, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Mato Grosso (SINTEP/MT) vem a público repudiar a omissão dos Poderes Públicos e cobra medidas cabíveis e imediatas providências da Secretaria Estadual de Segurança Pública e dos poderes públicos de Mato Grosso, já que até a presente data, não houve por parte do Estado nenhuma garantia a segurança dos Retireiros.

Data: 25/09/2013

De: Luis Gonzaga Domingues

Assunto: Mensalão do PSDB Mineiro

Ministro Luís Roberto Barroso corre contra o tempo para colocar o caso na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF). Em Minas, caso ainda está na fase inicial.
Com o adiamento do desfecho do mensalão , as atenções no Supremo Tribunal Federal (STF) voltam-se agora à possibilidade de julgamento do chamado “mensalão mineiro”, esquema de desvios de recursos públicos supostamente comandado pelo publicitário Marcos Valério em Minas Gerais. O ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso na Corte, corre contra o tempo para diminuir a possibilidade de prescrição de alguns crimes.

Leia mais: STF reabre mensalão para julgar parte dos crimes de 12 réus
Análise: Embargos infringentes restabelecem garantia jurídica do Supremo
Até o momento, não há no STF data para o julgamento das ações penais contra o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Os dois são acusados de terem se beneficiado de um esquema montado por Valério semelhante ao que beneficiou o PT. Ambos respondem pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Além deles, outras 13 pessoas respondem por esses crimes.
Divulgação STF
O ministro Luís Roberto Barroso é o relator do mensalão mineiro no STF
Nos últimos dias, o ministro Barroso evitou contato com jornalistas para falar sobre o processo. Mas sua equipe tem trabalhado intensivamente na ação. A ideia, a princípio, é deixa-la pronta para julgamento no início do ano que vem. No melhor dos cenários, o mensalão mineiro entra na pauta do Supremo no início do segundo semestre de 2014, em plena eleição.
Um fator que pode atrapalhar o julgamento do caso é justamente a possibilidade de análise dos embargos infringentes dos réus do mensalão. Por essa razão, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, tem trabalhado para que esses recursos entrem na pauta do Supremo o quanto antes.
O mensalão mineiro está com o ministro Barroso desde o dia 26 de junho deste ano, quando ele tomou posse no Supremo. A ação ainda está em fase de diligência e hoje já conta com 48 volumes e 43 apensos (anexos processuais). O mensalão do PT era três vezes maior: com 147 volumes e 173 apensos.
Exclusivo ao iG: "A função do Supremo não é política. É institucional jurídica"
O mensalão mineiro, que narra fatos ocorridos em 1998, está parado na Corte desde dezembro de 2009, quando foi aceita a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Foram 11 anos entre o suposto esquema e o recebimento da denúncia no Supremo. Conforme alguns especialistas em Direito Penal ouvidos pelo iG, se a pena base de Azeredo ou Andrade for de no máximo quatro anos, caso eles sejam condenados, ambos se livrarão da prisão por conta da prescrição dos crimes de quadrilha e lavagem.
A prescrição dos crimes de lavagem de dinheiro e peculato vai depender do quanto o STF será rigoroso na análise de ambos os casos. Pelo Código Penal, o crime de peculato é passível de 2 a 12 anos de prisão; já lavagem de dinheiro prevê pena de 3 a 10 anos de prisão. Normalmente, a pena base para esses crimes tem sido na casa dos quatro anos ou menos em julgamentos originários do STF. Um exemplo: no mensalão, a pena base de Marcos Valério, considerado o operador do esquema, foi de exatos quatro anos. A pena contra Valério aumentou em função do número de vezes em que ele foi acusado de peculato e de lavagem.
Tanto Azeredo quanto Andrade respondem por sete atos de peculato e seis ações de lavagem de dinheiro. Entretanto, ambos são réus primários e isso seria considerado em uma eventual dosimetria em caso de condenação. Além disso, o número de peculatos e de atos de lavagem de dinheiro não entra no cálculo como agravantes de pena conforme metodologia aplicada no ano passado no julgamento do mensalão.
Conforme a denúncia feita pela PGR, os crimes supostamente ocorreram durante a campanha de reeleição de Azeredo ao governo de Minas Gerais em 1998, cujo vice na sua chapa era Andrade. O esquema teria desviado aproximadamente R$ 3,5 milhões dos cofres públicos de Minas, principalmente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), da Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig) e do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge).
“A partir da definição da chapa que concorreria ao cargo de governador do Estado de Minas Gerais, composta por Eduardo Azeredo, integrante do Partido da Social Democracia – PSDB, e Clésio Andrade, filiado ao Partido da Frente Liberal, atual Democratas, teve início a operação para desviar recursos públicos da Copasa, da Comig e do Bemge em benefício pessoal dos postulantes aos cargos de governador e vice, respectivamente”, descreve a PGR na denúncia.
Em Minas, o caso arrasta-se em uma velocidade ainda menor. O caso tramita na 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte e a juíza Neide da Silva Martins tem destinado apenas uma sessão por semana para dar seguimento à ação. Até mesmo os advogados dos réus reclamam da demora da magistrada em dar prosseguimento à ação. Aproximadamente 30 pessoas ainda precisam ser ouvidas na fase de instrução do processo.
Existe uma expectativa de que o julgamento dos outros 13 réus que não detêm foro privilegiado ocorra apenas em 2015. Entre esses réus estão Marcos Valério, considerado operador do mensalão e o ex-ministro do Turismo Walfrido dos Mares Guia, presidente do PSB em Minas.
No caso de Mares Guia, ele teve seus crimes prescritos em novembro do ano passado, quando completou 70 anos. Pelo Código Penal, quando o réu chega a essa idade, o tempo de prescrição cai à metade.

Data: 25/09/2013

De: kkkkkkkkk

Assunto: kkkkkkk

SENDO AMEACADA TAL "BIOLOGA" TEM REFUGIO NO VATICANO E EM BRASILIA KKKKKKKKKKKKK

Data: 25/09/2013

De: Sera que e?Sera que foi?

Assunto: So vendo para acreditar.

Ha acusacoes do outro grupo ter queimado a casa do fulano..que melhor dizer dispensa para guardar tralhas de seus cavalos e suplementos de suas vaquinhas...Sera uma casa?Cuidado com acusacoes sem prova a meios de buscar e encontrar pistas...Sera que ele sabe o que esta fazendo? nao e formada so em BIOLOGIA? TEM POS GRADUACAO? kkkkkkkk so vendo para crer kkkkk
Ha muito o que fazerem em vez de cacar Xifre na cabeca de jumento.....Prelazia do inferno! e ainda falam em Deus

Data: 25/09/2013

De: Resposta

Assunto: Re:So vendo para acreditar.

Isso mesmo ha evidencias que eles mesmo estao causando todos esses danos para serem inocentados perante a justica.

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