24/04/2015 - A importância da BR-158

Em junho deste ano, o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) deve lançar edital para contratar a elaboração de projetos e obras de derrocamento do Pedral do Lourenço, na Hidrovia do Tocantins, no Pará.
 
A notícia foi comemorada pelos produtores da região Leste de Mato Grosso. Com o derrocamento do Pedral do Lourenço, será possível viabilizar a estação de transbordo de cargas de Marabá e utilizar as eclusas de Tucuruí para se chegar ao porto de Vila do Conde, no Pará. Em outras palavras: a navegação plena poderá ser feita durante todo o ano entre Marabá e Belém.
 
Bons ventos já haviam soprado em direção à região Leste do estado em agosto, quando o DNIT lançou o edital de licitação dos lotes A e B da rodovia BR-242, para pavimentar cerca de 180 quilômetros, complementando os 156 km já pavimentados entre Nova Ubiratã e Santiago do Norte. Ainda em abril estará sendo licitado o lote C, assim concluindo a licitação de todo o trecho entre os municípios de Sorriso e Gaúcha do Norte. Sua pavimentação é fundamental porque interligará a BR-163 à BR-158 – duas importantes vias para o escoamento agrícola de Mato Grosso.
 
Aguardamos para julho a licitação dos lotes 1 e 2 de implantação e pavimentação da BR 158, contorno da Terra indígena Maraiwatsede. Assim, todo o trecho entre Barra do Garças, MT,  e Redenção, no Pará, estará pavimentado.
 
Mesmo sem estar toda pavimentada, esta via foi responsável pelo escoamento de 1,3 milhão de toneladas de soja e milho do Vale do Araguaia para o porto de Ponta da Madeira, em São Luiz do Maranhão. Este ano serão 2,5 milhões pelos modais rodoviário e rodo-ferroviário.
 
 
 
 

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