25/09/2014 - 24 policiais civis finalizam curso de Tripulação de Embarcações da Marinha do Brasil

Vinte e quatro policiais civis receberam certificado de conclusão do curso especial para Tripulação de Embarcações de Estado no Serviço Público (ETSP) e Arrais para conduzir pequenas embarcações. A entrega ocorreu nesta quarta-feira (24.09), no auditório do prédio da Diretoria da Polícia Civil, na Capital, pelas mãos do delegadofluvial de Cuiabá, o Capitão-de-Corveta, Alessandro Anilton Maia Nonato.

O curso de 40 horas de capacitação foi ministrado entre os dias 1 a 5 de setembro deste ano. Essa foi a primeira turma da Polícia Civil a receber a capacitação e compreendeu policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE), Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Delegacia Especializada de Defesa do Meio Ambiente (DEMA) e da Delegacia de Polícia de Campinápolis.

Segundo o delegado geral da Polícia Civil, Anderson Garcia, outras turmas serão formadas para compreender especialmente os servidores do interior, já que a procura foi grande.

O delegado geral destacou que Segurança Pública não se resume a ações de polícia, vai muito além. Ele também destacou a importância da integração entre as instituições. “A integração é como um motor, onde cada corporação atua como uma peça específica, com sua autonomia, mas é somente com elas juntas que o motor consegue funcionar”, ressaltou.

O delegado fluvial Alessandro Anilton Maia Nonatoinformou que para a Marinha do Brasil é uma honra ter contribuído para a Segurança Pública do Mato Grosso e destacou o pioneirismo do Estado. “Em outras unidades da federação, cada instituição vive o seu mundo separadamente, mas na verdade precisamos compreender que ‘estamos todos no mesmo barco’”, elogiou.

Garcia também informou que a Diretoria da Polícia Civil irá analisar a idéia proposta pelo Capitão-deCorveta Nonato de integrar o curso ETSP à grade curricular nos próximos cursos de formação dos policiais civis. “A Polícia Judiciária Civil está se qualificando, pois ter o melhor armamento ou o software mais moderno é importante, mas nunca substituirá a força humana”, finalizou o delegado geral.

 

 

Escrito por PAMELA PORFÍRIO

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