27/01/2014 - Taques reúne principais aliados em evento para mostrar força no interior e contrapor Silval

O senador e pré-candidato a governador Pedro Taques (PDT) realiza neste sábado (25) o primeiro ato público do projeto ‘Fala Mato Grosso’ fechando um giro de treze dias por vinte cidades do Vale do Araguaia. Para demonstrar força, o pedetista convidou lideranças do seu arco de aliados como prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB); o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS) e o vice-prefeito Rogério Sales(PSDB), o prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT) e os deputados estaduais Luciana Bezerra (PSB) e Zeca Viana (PDT) e mais os suplentes Adalto de Freitas (Solidariedade), Cândido Teles (PSB) e Eduardo Moura (PPS).

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Taques escolheu Barra do Garças, onde teve uma das maiores votações para o senado em 2010, para fechar a programação. “Estamos viajando pelo interior para ouvir a população e antes de definirmos nomes estamos definindo qual é o Mato Grosso que nós queremos para o futuro”, frisou Tasques. O senador informou que deputado federal Nilson Leitão (PSDB) o acompanhou em algumas cidades pelo Araguaia e o mesmo ocorreu com a presença da ex-senador Serys Marli Slhessarenko (PTB), mas disse que não teria motivo para chamar Fagundes para o giro mesmo porque os dois partidos não oficializaram nada em termos de sucessão estadual. 

O pedetista explicou que teve uma conversa institucional com o deputado federal Welinton Fagundes durante a definição de um projeto para Cuiabá onde os dois partidos foram aliados na de Mauro Mendes. “Conversar é arte da política. Mas posso afirmar que a conversa com Fagundes não passou de institucional e sobre o pleito de Fagundes ao Senado eu acho legítimo porque ele já tem seis mandatos de deputado federal e experiência para tal”, ponderou. 

Taques respondeu com naturalidade os questionamentos sobre uma possível candidatura de Blairo Maggi (PR) ao governo visto como o único adversário com possibilidade de derrotar o pedetista. “Quem quer ganhar a eleição não pode escolher candidato. Eu não sou filho de pai assombrado e um processo eleitoral tem que ter candidatos”, resumiu sem ir ao âmago da questão. 

O fato interessante é que o palanque de Taques em Barra corre o risco de ficar rachado em função do número excessivo de pré-candidatos a deputado estadual. Além de Daltinho e Cândido (suplentes), cogitam em disputar uma vaga na AL-MT: o suplente de deputado federal, Eduardo Moura; o advogado Sandro Saggin e empresário Ubaldino Resende. 


Na sexta-feira, Taques esteve reunido com produtores do agronegócio no Sindicato Rural da Barra; depois com segmento comunitário na União de Bairros e empresários e profissionais liberais na Associação Médica. Ele cumpriu agenda em Pontal onde recebeu o título de cidadão pontalense.

 

Ronaldo Couto