27/12/2014 - Paranatinga Caos na MT 130: ônibus, carretas, carros, tudo atolado na rodovia que era para ser o símbolo da economia de MT

Todos os anos a rodovia  que liga Paranatinga a Sorriso passando por Santiago do Norte vira um verdadeiro caos.

Uma região antes esquecida mas que agora com o crescimento da agricultura, chegada da BR 242, surgimento da extensão urbana de  Santiago do Norte está em grande evidência a nivel de estado e país.

Porém aumentou a cobrança por parte da população, trabalhadores e investidores.

O municipio de Paranatinga viveu apenas de promessas desde quando o então governador Silval Barbosa era candidato a governo de Mato Grosso e prometeu em palanque o asfaltamento da rodovia gerando esperança e expectativas na população e também na classe política.

Porém ano após ano o caos é o mesmo nesta época.

Há apenas 30 km da sede do municipio desde do dia 25 (Natal) são inúmeras as dificuldades encontradas para fazer o percusso.

Estão atolados ônibus com funcionários de fazendas da região que vieram até a cidade fazerem as suas compras de natal e final de ano além de carretas carregadas com produtos agrícolas  e até mesmo com cargas vivas.

Todos correm grande risco de perder alimentos, animais podem morrer dentro dos caminhoes além do desconforto gerado a todos em plano dia de Natal e também se aproximando do final de ano.

A situação é de indignação geral com as autoridades do governo do estado que praticamente nao fez nada por Paranatinga nos ultimos 04 anos.

Os investimentos no munícipio são oriundos do governo federal e dos cofres municipais.

Desde de quinta-feira o atoleiro persiste e nesta sexta já são mais de 20 carretas na fila esperando por um milagre para continuar a viagem.

Os veículos atolados são socorridos pelas máquinas de prefeitura e fazendeiros da região.

A rodovia que já foi notícia em todo o estado e o país como a revolução na área de transporte gerando economia de vários quilômentros e cortando o centro do país na atualidade é a rodovia do desespero e do prejuízo e sem prazo para melhorias.

 

 

Escrito por Edgard Costa 

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