28/03/2014 - Após cinco anos de obras parada, ponte que integra MT e Goiás ficará pronta em maio

A ponte sobre o Rio Araguaia na MT-326 em Cocalinho, divisa com Aruanã/Goiás, deverá ser concluída até o mês de maio. Iniciada em 2005, a obra ficou paralisada por quase 5 anos, e ligará a GO-454 com a MT-326. Com o empreendimento pronto, o norte e o médio Araguaia não precisarão mais passar por Barra do Garças para acessar Goiânia ou Brasília, encurtando a distância. Mas o Governo de Mato Grosso vai precisar agir.    A ponte do Cocalinho é considerada um importante fator de integração regional e um grande corredor de escoamento da produção de Mato Grosso/Goiás. O Vale do Araguaia é o principal produtor de gado bovino de corte do Estado de Goiás e o Norte do Mato Grosso é conhecido pela intensa produção de soja.    

 

A obra está sendo construída em regime de parceria público-privada pelo Consórcio Caminhos do Sol, sob a liderança da empresa Conter – Construções e Comércio Ltda. e sob a supervisão da ONA AS, Engenharia, Comércio e Indústria. O valor do investimento é de R$ 32,2 milhões, sendo de R$ 18,4 milhões o aporte do Estado de Goiás e, o restante, o aporte da concessionária, que tem 300 meses para explorar a passagem pelo local.    Ao todo, a ponte tem  577 metros de extensão, com10,4 metros de largura. A ponte tem ainda uma passarela para pedestres terá 1,25 metro. Tudo foi edificado em concreto armado, apoiado em uma estrutura de 14 pilastras, permitindo inclusive a futura navegação fluvial.    Para se transformar em alternativa viável para a produção de Mato Grosso, no entanto, o Governo do Estado precisa sair da inécia.

 

A MT 326,  no trecho entre Cocalinho e Nova Nazaré, chamada “Rodovia do Calcário”, rota potencial de desenvolvimento econômico da região, é um verdadeiro caos. A Rodovia do Calcário inicia-se no Entroncamento da MT-326 com a BR 158, e têm como ponto de referência o posto Rei da Estrada, localizado a 42 km do município de Nova Nazaré. A MT 326 segue por Cocalinho até a divisa com o estado de Goiás. Essa rota não possui pavimentação, concentra um número grande de pontes e duas balsas. A rota é estratégica para o escoamento de grãos, e principalmente, das 950 mil toneladas de calcário produzidas por duas indústrias na região, Calcário Roncador e Serra  Dourada.  

 

A logística ineficiente onera o custo do calcário, insumo fundamental para corrigir as novas áreas e os solos de pastagens que estão sendo convertidos e reutilizados para lavoura  na região do Araguaia, ou seja, tem impacto direto no custo de produção dos produtores de Mato Grosso e Goiás, que também recebe o insumo. 

 

 

Inácio Roberto

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Data: 28/03/2014

De: EDSANDRO DA SILVA BERTULEZA

Assunto: a

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