28/07/2014 - 11º Encontro Geral da Rede de Sementes do Xingu começa nessa quinta (31/7) em São Félix do Araguaia (MT)

De 31 de julho a 2 de agosto, representantes dos grupos de coletores, convidados de outras redes de sementes do Brasil, pesquisadores e representantes de órgãos públicos, além de compradores de sementes irão avaliar a atividade.

 

O encontro vai debater as novas alternativas para consolidar e expandir o trabalho na região e alargar as fronteiras da restauração florestal pelo País. Nas mesas redondas e palestras serão abordados os desafios e oportunidades das diferentes formas de organização da produção comunitária e os produtos da biodiversidade. A recém-criada Associação da Rede de Sementes do Xingu aproveitará o evento para realizar sua primeira assembléia.

 

Na tarde da quinta-feira (31/7) será lançada a cartilha Coletar, Manejar e Armazenar as Experiências da Rede de Sementes do Xingu, que estará disponível para download na internet na página da Rede. A partir das 16h, haverá uma feira de troca de sementes e exposição e venda de diversos produtos como polpas de frutas, comidas regionais, além de artesanatos das etnias indígenas do Parque Indígena do Xingu, dos Xavante e dos Karajás.

 

Sobre a Rede

A Rede de Sementes do Xingu nasceu dentro Campanha Y Ikatu Xingu, coordenada pelo ISA (Instituto Socioambiental), que com diversas organizações e com o apoio da sociedade civil começou um processo de restauração florestal em Mato Grosso. A partir dessa mobilização e do trabalho dos coletores da Rede de Sementes do Xingu já foram restaurados mais de 3 mil hectares de áreas degradadas na Bacia do Rio Xingu e Araguaia, incluindo extensões de grandes fazendas, de pequenos produtores dentro e fora dos assentamentos, além de plantios nas Terras Indígenas.

Uma das técnicas de plantio utilizadas pela Campanha, a “muvuca”, que utiliza uma mistura de sementes de diferentes espécies, aliada ao plantio mecanizado, barateou os custos e inovou o setor, sendo referência para projetos de Restauração florestal. Formada por 350 coletores de sementes nativas, a Rede se espalha por 21 municípios da região do Araguaia-Xingu, e também na Bacia do Rio Paraguai, no leste de MT. São mulheres e homens, agricultores familiares, indígenas e moradores das cidades que há sete anos realizam a atividade.

 

Além da importância do trabalho para a preservação do Cerrado e da Amazônia, a coleta de sementes também complementa a renda familiar dessas famílias. A ação já gerou mais de R$ 1 milhão de reais para os coletores.

 

 

Serviço

11o Encontro Geral da Rede de Sementes do Xingu

Data: 31 de junho a 02 de agosto

Local: Centro Comunitário Tia Irene, Av Araguaia, São Félix do Araguaia, MT.

 

Comentários

Data: 29/07/2014

De: turista.2014@ibest.com.br

Assunto: ENERGIA ELETRICA IMPORTANTE

Tarifa Social de Energia
Consumidores podem perder benefício

Elayne Mendes, repórter do GD

Pelo menos 70 mil consumidores inscritos na Tarifa Social de Energia (tarifa Baixa Renda) podem perder o benefício, caso não atualizem o cadastro junto ao Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), alerta a Cemat.

Atualmente 170 mil consumidores estão incluídos no programa da Tarifa Social em Mato Grosso. A atualização do cadastro junto ao CRAS deve ser realizado a cada 2 anos, para que o beneficiário fique com o Número de Inscrição Social (NIS) ativo, e tenha o direito ao desconto na conta de energia.

Os passos para o recadastramento junto a Cemat é explicado pela coordenadora de Atendimento ao Cliente, Márcia Panato. “O cliente deve ir até uma agência da Cemat, portando carteira de identidade, CPF e o comprovante da inscrição em um dos programas sociais do Governo Federal”.

Segundo Panato, caso o cliente ainda esteja recebendo o benefício, basta fazer a atualização do cadastro junto ao CRAS e a tarifa social será mantida, após a validação do banco de dados.

Consumidores incluídos no Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social do Ministério da Previdência Social (BPC) também têm direito à tarifa social, assim como famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal de até três salários mínimos, desde que um dos moradores da casa tenha alguma deficiência ou doença que demande uso continuado de equipamentos elétricos. Neste caso, é necessário atestado médico.

Novos cadastros – Sessenta e duas mil pessoas no Estado possuem cadastro ativo no CRAS, mas não acessam o direito à Tarifa Social de Energia. Márcia Panato explica que, o motivo pode ser que as pessoas cadastradas no CRAS não são as titulares da conta de energia. “Neste caso, a pessoa precisa solicitar a troca de titularidade em uma agência da Cemat para receber o benefício. Outra situação é a falta de informação, a pessoa não sabe que tem esse direito garantido”.

Veja abaixa a tabela de desconto da tarifa social ou baixa renda:
- Até 30 Kwh de consumo/mês – desconto de 65%
- De 30 a 100 Kwh de consumo/mês – desconto de 40%
- De 100 a 220 Kwh de consumo/mês – desconto de 10%
- Acima de 220 Kwh – não há desconto sobre o excedente.

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