28/09/2014 - DEPOIMENTOS: Mulheres contam como roubaram bebê dos braços da mãe; Terceira suspeita está foragida

A manicure Neuza de Arruda, 38, acusada de sequestrar e manter em cárcere privado uma recém-nascida de 45 dias dos braços da mãe, em Várzea Grande alegou em depoimento que recebeu orientações de uma terceira suspeita, ainda foragida, para roubar a criança.

A suspeita, identificada como “Maria Padilha”, morena e de cabelos vermelhos, teria se apresentado para Neuza dentro do Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG), ao presenciar a manicure chorando depois de perder um bebê.

“Maria disse que ajudaria a conseguir um bebê, que já tinha feito isso em São Paulo, e nunca tinha acontecido nada”, relatou a acusada de sequestro. ‘Maria’ teria então falado para Neuza que ela precisaria de um carro, e ela pediu para a segunda detida, a estudante de enfermagem Renata da Silva, 28, a auxiliar.

As três foram então para o Terminal André Maggi, onde segundo Neuza, ‘Maria’ lhe pagou a passagem e disse para entrar no ônibus da linha “Jardim Esmeralda”, onde uma mulher seguia com um bebê nos braços.

Ela contou ainda que mantinha contato com Renata e ‘Maria’ através do celular durante o trajeto do ônibus, e que quando a mãe desceu, a seguiu, a segurou pela camisa enquanto ‘Maria’ pegava a criança.
Na fuga, Renata deixou ‘Maria’ em um ponto da Estrada da Guarita, e Neuza na casa dela, no Jardim Paula 1, onde foi presa algumas horas depois.

Já a estudante alega que conhece Neuza há 3 anos, que ela teria lhe pedido que fizesse um ‘trabalho’, na qual Renata imaginou ser ‘trabalho espiritual’, pois Neuza é ‘Mãe de Santo’.
Em depoimento, Renata contou que Neuza a mandou se encontrar com ‘Maria’, que ela diz não conhecer, sendo esta morena de cabelos vermelhos, e ambas seguiram para o Terminal André Maggi, onde segundo Renata, Neuza já se encontrava.

Reprodução/TV Record

Do coletivo, Neuza passava as orientações por telefone, para que Renata continuasse seguindo o ônibus. Renata relatou ainda que pediu para que Neuza devolvesse a criança para a mãe, assim que ela entrou no carro dizendo que tinha roubado a menina.

“Deixei Maria na Estrada da Guarita e levei Neuza para a casa dela. Quando cheguei em casa, vi que a mídia estava falando sobre o sequestro, liguei para Neuza e disse que ela para ela devolver a criança, ela disse que era para eu ficar calada, se não seria presa”.

Mais tarde, a estudante recebeu a ligação da filha de 15 anos da manicure, dizendo que a Polícia Militar estava lá. Renata foi até o local para tentar se explicar e foi presa por participação no sequestro.

As duas mulheres foram reconhecidas pela mãe da criança. Renata por dirigir o carro e Neuza por abordá-la na rua. Ambas foram autuadas pelo crime e encaminhadas para o Presídio Feminino Ana Maria do Couto May. A terceira suspeita ainda é procurada.

O crime – A recém-nascida Naiara Pereira Neves foi levada dos braços da mãe por volta das 11h da manhã de sexta-feira (26), por duas mulheres e uma terceira que dirigia o veículo Peagut Prata. A mãe, Juliene Aparecida da Neves, 30, voltava do PSMVG, e já estava no bairro onde vive, São Francisco, quando foi abordada pelas seqüestradoras.

 

 

Comentários

Data: 28/09/2014

De: EMELSSON RICO

Assunto: LICHO



https://www.youtube.com/watch?v=CRVm8j1fHOw

Data: 28/09/2014

De: VERGONHA NACIONAL

Assunto: SINVAL BABOSA

Em Cuiabá, Mato Grosso, a
construção de uma via de 22,4
quilômetros para instalar um
Veículo Leve sobre Trilhos
(VLT) mergulhounumaespiral
de problemas.

O empreendimento,
queteveseucontratoassinado
em junho de 2012, deveria
ter sido entregue em março
deste ano.

Jánofimde 2013, porém,
sabia-se que não seria possível
cumprir o prazo e umtermoaditivo
foi assinado, prorrogando
a data para dezembro de
2014.

Agora, no entanto, percebe-
se que, mais vez, não haverá
como entregar a obra.
Adiamento. “Evidente que todos
nós queríamos entregar as
obras, mas ainda não foi possível.
Estamos discutindo mais
umaditivocomoconsórcio,paraestenderoprazoparadezembro
de 2015.

E, se não for suficiente,
teremos de adiar ainda
mais”,dizMaurícioGuimarães,
secretário da Copa do Mundo
do governo de Mato Grosso.


As obras do VLT de Cuiabá
são tocadas por um consórcio
quereúne as empresas CAF,CR
Almeida e Santa Barbara, além
das projetistas Magna e Astep.

Segundo o governo, a execução
física do projeto só alcançou
40% até agora.Ocusto da obra,
afirmaGuimarães, continuaem
R$ 1,477 bilhão.

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