28/10/2014 - Ministro garante tratamento justo à MT sob gestão Taques e não descarta permanência

O ministro da Agricultura, Neri Geller, garantiu hoje (27) que a presidente Dilma Rousseff (PT) vai manter o tratamento dado a Mato Grosso durante os 12 anos do governo do PT, independente da posição do futuro governador do estado, Pedro Taques (PDT), que apoiou Aécio Neves (PSDB) na eleição de 2014. Muito elogiado pelo agronegócio, Geller disse que ainda é cedo para se falar cargos e não descartou nem garantiu sua permanência no estratégico Ministério da Agricultura.
 
A convite da presidente, Geller acompanhou a apuração dos votos em Brasília e trouxe de forma privilegiada a confirmação de apoio irrestrito ao estado responsável pelo superávit na balança comercial brasileira. “Dilma agradeceu o empenho de toda a equipe em Mato Grosso, que conseguiu diminuir a diferença para o candidato do PSDB e garantiu que vai continuar dando atenção que foi dada ao estado nos últimos anos”, disse.
 
O ministro avaliou ainda que tanto ele como os senadores Blairo Maggi (PR) e Wellington Fagundes (PR) podem ser interlocutores do governo do estado junto ao governo federal. “Pedro Taques tem todas as condições de fazer um bom trabalho para Mato Grosso. A presidente Dilma vai ter a sensibilidade sim com nosso estado e eu, o Fagundes, e o Blairo podemos ajudar e muito. Gosto do Taques, não tenho nada contra”, observou.
 
“É cedo para fazer qualquer análise sobre cargo, mas eu estou muito tranquilo e sereno. Fiz minha obrigação e, modéstia parte, fiz bem feito. A minha atuação foi pautada pelo setor. Conseguimos avançar na regulamentação do Código Florestal, lançamos dois Planos Safra aumentando de R$ 115 para R$ 156 bilhões os investimentos, que foram importantes para viabilizar a produção. Reduzimos as taxas de jutos de 12% para 3 e 5%”, pontuou Geller.
 
Nomeado ministro sob a chancela de toda a atual bancada federal que representa o estado no Congresso Nacional, Neri Geller conta ainda com o apoio de quase todos os parlamentares de outros estados que atuam na frente ruralista e destaca o bom trânsito com a presidente reeleita.
 
“A minha permanência é muito tranquila, deixa acontecer. Se é para ficar, eu fico. Estou muito próximo da presidente e da bancada que da sustentação ao setor no nosso país. Não estou falando que eu vou ficar nem que eu vou sair, mas tudo vai ser decidido com muita tranquilidade. Tem condições de eu permanecer, mas vai ser com muita liberdade para ajudar o setor”, avaliou o ministro. 

 

 

Da Reportagem Local - Raoni Ricci

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