29/01/2014 - Comitê da Bacia Hidrográfica vai fiscalizar uso da água

Fundamental para a existência dos seres vivos, a água ocupa cerca de 70% da superfície da terra, no entanto, somente 4% da água é doce, ou seja, própria para o consumo. Atualmente, um dos maiores desafios dos ambientalistas é a busca de novas formas para o uso do recurso de forma responsável para que não haja escassez no futuro.
 
Preocupado com a situação em Mato Grosso, em especial, na região sudoeste, o agente ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, em Cáceres, José Aparecido Macedo se reúniu com o deputado estadual Ezequiel Fonseca (PP), na tarde desta terça-feira (28), para apresentar o projeto de criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Cabaçal.
 
O comitê terá a função de trabalhar os recursos hídricos na região, bem como fazer a gestão das águas. Aparecido Macedo salienta a importância em ensinar a usar o líquido de maneira correta. “Com a criação do comitê vamos elaborar o plano de gestão para, em seguida, executar o plano de ação que será recuperação das áreas degradadas, monitoramento, fiscalização da água e educação ambiental”.
 
Em novembro de 2013, durante assembléia realizada no município de Reserva do Cabaçal (378 quilômetros da capital), foi instituído o pró-comite, fase preliminar em busca da construção definitiva do comitê. No ato participaram representantes do poder público e de empresas que utilizam a água para sua atividade econômica e sociedade civil.
 
No evento foram escolhidos quatro representantes titulares e suplentes para representar o pró-comitê. Dentre as atribuições dos membros estão a promoção de ações necessárias e regulamentares para a constituição da CBH-Rio Cabaçal. Além de Reserva do Cabaçal, os municípios que fazem parte da bacia são: Salto do Céu, Rio Branco, Lambari D’oeste, Curvelândia, Araputanga, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D’Oeste e Cáceres.
 
Enfático quando o assunto é a conscientização sobre o uso da água, Ezequiel afirma que estará apoiando a causa. “A água é um recurso natural de valor inestimável. Estarei intervindo junto aos órgãos competentes colaborar com a criação do comitê”. Segundo ele, há a necessidade de se criar um padrão cultural eficiente para o uso da água doce com responsabilidade e desempenho do poder público e sociedade.
 
 
Adrielle Piovezan

 

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