14/09/2018 - Nilson destaca 'mão de ferro' de Taques para quitar dívidas e ainda fazer investimentos

14/09/2018 - Nilson destaca 'mão de ferro' de Taques para quitar dívidas e ainda fazer investimentos
Candidato ao Senado pela coligação Segue Em Frente Mato Grosso, o deputado  Nilson Leitão (PSDB) saiu em defesa dos esforços ininterruptos do governador Pedro Taques (PSDB) para quitar dívidas deixadas pela administração passada e ainda fazer os investimentos que Mato Grosso precisa. A avaliação foi feita em entrevista a uma revista e transmitida ao vivo nesta quarta-feira (12.09).
 
“Em maio de 2014 disse que Copa do Mundo deixou de ser um evento e passou a ser um negócio, não só em Mato Grosso, mas no Brasil inteiro que até hoje está sentindo as consequências disso. Aqui em Mato Grosso, a dívida foi feita lá, o estrago foi feito lá, mas o pagamento foi feito aqui. Desde 2015, cada vez que levantava um mês tinha que fazer o pagamento de uma dívida do passado. É um problema muito sério”, disse Leitão.
 
Nilson também destacou que, apesar das dificuldades, a habilidade de Taques em governar no momento de instabilidade política nacional pós-impeachment levou o Governo a ter condições de construir mais de 2.600 km de estradas, nomear 3.663 homens para as forças de segurança e implantar mais de 200 UTIs no Estado.
 
Para o deputado, Pedro Taques atravessou o momento mais crítico pois além da destituição da presidente Dilma Rousseff e consequente instabilidade econômica que deixou mais de 15 milhões de brasileiros desempregados. “Este Governo apagou fogueira atrás de fogueira. E, fora isso, ainda teve que lidar com o furo enorme que vinha do Governo anterior. O que ele [Taques] fez? A Lei do Teto não deixando que os Poderes gastem mais do que é arrecadado. Isso significa que após 2019, no próximo mandato, o governador terá um ambiente muito mais confortável para poder administrar nosso Estado”, avaliou.
 
Questionado sobre a redução nos gastos do Executivo diante do cenário de crise, Nilson Leitão afirmou que a atual administração fez o dever de casa. Hoje, 77% dos cargos comissionados são ocupados por servidores de carreira no Governo. Ele lembrou que, quando foi prefeito de Sinop, também implementou as mesmas medidas. “Nos cargos de confiança, ele cortou muito. As dificuldades não foram porque ele inchou a máquina. Em Mato Grosso tudo foi questão de consequência do que vem sendo feito errado há muito tempo, mas que o governador mudou”, completou o candidato.
 
ENXUGAMENTO – Uma das principais propostas de Leitão ao Senado é o enxugamento da máquina pública. Ele defende que seja reduzido de 81 para 54 o número de senadores, de 513 deputados federais para 395 e de 1.059 deputados estaduais para 804. Segundo explica, as 400 cadeiras a menos teriam impacto de R$ 5 bilhões.
 
Em Mato Grosso, dados da Controladoria Geral do Estado (CGE) dão conta de que o Governo Taques promoveu a redução de R$ 1 bilhão com despesas de custeio da máquina pública nos anos de 2015, 2016 e 2017, como combustíveis, terceirização de serviços de tecnologia da informação, serviços gráficos e manutenção de rodovias.
 
Pedro Taques organizou ainda, em 2017, a chamada PEC do Teto de Gastos para garantir que o estado siga economizando e evitar o aumento de gastos acima da inflação, além implantar cortes de despesas. O Governo deve economizar cerca de R$ 50 milhões por mês.

A proposta, entre outras ações, congela os valores que são repassados mensalmente aos poderes Legislativo e Judiciário, ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público. Até então, os valores eram calculados com base na arrecadação do Estado. O Plano de Recuperação Fiscal instituído pela PEC, com prazo de cinco anos (2018 a 2022), prevê a reforma da Previdência, a lei da Eficiência dos Gastos, nova reforma administrativa, revisão das leis que vinculam recursos a Fundos e dos incentivos fiscais – que já foi realizada pela administração.
Nilson destaca 'mão de ferro' de Taques para quitar dívidas e ainda fazer investimentos
Assessoria

 

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