Mala com R$ 665 mil é apreendida em operação contra facção em Cuiabá e VG
24/04/2026
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Uma mala recheada de dinheiro, com R$ 665 mil em espécie, foi apreendida pela Polícia Civil durante a Operação Gerente Fantasma, deflagrada nesta quinta-feira (23), em Cuiabá e Várzea Grande. O montante foi localizado no cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão e é apontado como parte dos lucros obtidos com atividades criminosas do grupo investigado.
A ação é conduzida pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc), que cumpre 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros que somam R$ 200 mil.
O total apreendido somente dentro desta mala foi de R$ 655.301,00.
As investigações indicam que o grupo possui estrutura organizada, com ligação a uma facção criminosa, e atuação simultânea no tráfico de drogas, estelionatos digitais em plataformas de compra e venda online e lavagem de dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, o dinheiro apreendido reforça os indícios de movimentações financeiras incompatíveis com atividades lícitas. Apenas em novembro de 2023, os investigados movimentaram mais de R$ 200 mil, além de registrarem lucro de R$ 105.900 em uma única semana com golpes virtuais.
O principal investigado, apontado como líder do grupo, continuava atuando mesmo de dentro de uma unidade prisional, onde exercia o papel de gestor financeiro, coordenando a arrecadação e a distribuição dos valores entre os integrantes.
Além dos crimes financeiros, o grupo também atuava no comércio de entorpecentes, como pasta base de cocaína, skunk e cocaína refinada, mantendo controle sobre pontos de venda em diversos bairros da capital.
As investigações indicam que o grupo possui estrutura organizada, com ligação a uma facção criminosa, e atuação simultânea no tráfico de drogas, estelionatos digitais em plataformas de compra e venda online e lavagem de dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, o dinheiro apreendido reforça os indícios de movimentações financeiras incompatíveis com atividades lícitas. Apenas em novembro de 2023, os investigados movimentaram mais de R$ 200 mil, além de registrarem lucro de R$ 105.900 em uma única semana com golpes virtuais.
O principal investigado, apontado como líder do grupo, continuava atuando mesmo de dentro de uma unidade prisional, onde exercia o papel de gestor financeiro, coordenando a arrecadação e a distribuição dos valores entre os integrantes.
Além dos crimes financeiros, o grupo também atuava no comércio de entorpecentes, como pasta base de cocaína, skunk e cocaína refinada, mantendo controle sobre pontos de venda em diversos bairros da capital.
EUZIANY TEODORO
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