Facção pagou cirurgia plástica e "sustentava" filha de pastores alvo de operação
17/07/2026
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Rhavenna Almeida, única pessoa presa até o momento na Operação Fariseus, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil, recebia "benefícios" de uma facção criminosa. Segundo o delegado da Draco, Victor Hugo Caetano de Freitas, a facção "pagou cirurgia plástica e a sustentava" em troca de a jovem lavar dinheiro e repassar recados das lideranças da organização.
Segundo a investigação, ela integrava um núcleo familiar que desviou a finalidade da "Equipe Evangelismo Resgatando Vidas" para oferecer suporte comunicacional, financeiro e logístico à facção. O grupo é acusado de usar a religião para prestar apoio e fazer favores ao Comando Vermelho.
A filha dos pastores é apontada como responsável por distribuir valores em espécie e levar recados do líder da facção e então namorado Jonas Souza Gonçalves Júnior, o "Batman". Ele estava preso na Penitenciária Central do Estado e, após ir para o regime semiaberto, ficou foragido. Mesmo assim, manteve contato com ela, que seguia recebendo ordens diretamente dele.
Para a polícia, o pagamento de benefícios era a forma de recompensa pelo serviço prestado à organização. Entre eles está uma cirurgia plástica bancada por Batman.
"Ela teve uma cirurgia plástica paga por um líder da facção criminosa", afirmou o delegado Victor Hugo durante coletiva.
A investigação também aponta que Rhavenna fazia viagens ao Rio de Janeiro financiadas pela organização. Segundo o delegado, ela não tinha renda formal e mantinha um padrão de vida custeado pelo grupo criminoso.
"Essas pessoas participantes do esquema de lavagem do dinheiro se beneficiam de valores em favor próprio, sem o trabalho. Tudo que ela constrói, patrimônio, ela não trabalha. Ela só tem empresa de fachada, ela faz dilapidação de valores em espécie. Então os valores que ela tem, a vida que ela leva, os veículos e tudo mais, tudo a gente vai concluir na investigação que é pago por esses integrantes de facção", disse o delegado.
A polícia afirma que Rhavenna utilizava empresas de fachada para disfarçar a origem do dinheiro. Veículos, patrimônio e despesas pessoais dela teriam origem nos valores repassados pela facção.
A Operação cumpriu 27 ordens judiciais. Rhavenna responde por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
DA REDAÇÃO
Segundo a investigação, ela integrava um núcleo familiar que desviou a finalidade da "Equipe Evangelismo Resgatando Vidas" para oferecer suporte comunicacional, financeiro e logístico à facção. O grupo é acusado de usar a religião para prestar apoio e fazer favores ao Comando Vermelho.
A filha dos pastores é apontada como responsável por distribuir valores em espécie e levar recados do líder da facção e então namorado Jonas Souza Gonçalves Júnior, o "Batman". Ele estava preso na Penitenciária Central do Estado e, após ir para o regime semiaberto, ficou foragido. Mesmo assim, manteve contato com ela, que seguia recebendo ordens diretamente dele.
Para a polícia, o pagamento de benefícios era a forma de recompensa pelo serviço prestado à organização. Entre eles está uma cirurgia plástica bancada por Batman.
"Ela teve uma cirurgia plástica paga por um líder da facção criminosa", afirmou o delegado Victor Hugo durante coletiva.
A investigação também aponta que Rhavenna fazia viagens ao Rio de Janeiro financiadas pela organização. Segundo o delegado, ela não tinha renda formal e mantinha um padrão de vida custeado pelo grupo criminoso.
"Essas pessoas participantes do esquema de lavagem do dinheiro se beneficiam de valores em favor próprio, sem o trabalho. Tudo que ela constrói, patrimônio, ela não trabalha. Ela só tem empresa de fachada, ela faz dilapidação de valores em espécie. Então os valores que ela tem, a vida que ela leva, os veículos e tudo mais, tudo a gente vai concluir na investigação que é pago por esses integrantes de facção", disse o delegado.
A polícia afirma que Rhavenna utilizava empresas de fachada para disfarçar a origem do dinheiro. Veículos, patrimônio e despesas pessoais dela teriam origem nos valores repassados pela facção.
A Operação cumpriu 27 ordens judiciais. Rhavenna responde por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
AMANDA PAIM
DA REDAÇÃO
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